O Pensamento como Poder para alcançar o sucesso profissional

Thompson Cysneiros

Prezados Leitores! Faz um tempo que não venho aqui postar nem escrever, pois Graças a Deus meu tempo está mais que comprometido. Por isso, quando obtive esse tempinho livre vim dar o ar da graça para vocês que frequentam meu Blog!

Agora sem mais, gostaria de trazer algumas questões que passam em nosso dia a dia sem nos darmos  conta e que interferem diretamente em nosso modo de viver e como estamos vivendo nossa vida atualmente. Estou falando sobre o PODER  DO PENSAMENTO.

Este Poder, que advém de nossas mentes é mais poderoso que muitas vezes podemos pensar assim: “Ah sem essas! Já pensei em um monte de coisas boas e só me trouxeram desgraça”. Daí eu faço uma pegunta a você que pensou assim: “Tem certeza que você só pensou em coisas boas, ou no meios dessas coisas boas vieram os pensamentos ruim juntos?”. O que estou querendo dizer com isso é que por mais que pensemos coisas boas as ruins também virão e basta apenas nos mantermos alerta para evitar esses tipos de pensamento e focalizarmos os pensamentos bons.

Napoleon Hill em Quem pensa Enriquece, traz muito essa questão do pensar, tirar de si os pensamentos negativos que não irão lhe trazer prosperidade. Posso também trazer a Psicologia Cognitiva que traz em seus aspectos mais proeminentes de sua teoria que todo pensamento gera uma emoção e por si só uma ação. O fato é que Napoleon não é psicólogo, mas trabalhou entrevistou vários deles e eu sou Psicólogo e me formei exatamente na teoria Cognitivo Comportamental. Nossas teorias estão muito em consonância.

O que gostaria de trazer aqui é que se você quer obter um sucesso profissional, não pode ficar colocando barreiras ou empecilhos, pois isso gerarão em sua mente um bloqueio para ações que lhe poderiam gerar seu crescimento. O corpo responde a tudo que pensamos e se pensamos o Ruim reagiremos ao Ruim e se pensarmos o Bom reagiremos ao Bom. Muitos devem estar se perguntando: “Mas Thompson, então o que devo fazer?”. Basta olhar para si e ver como você está pensando. Existe uma pergunta muito interessante que usamos na TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), é: “O que estou pensando neste momento?”. Isso irá levá-los a seus pesamentos e você poderá verificar se estão sendo de prosperidade ou de fracasso.

Por que dizem que Riqueza gera Riqueza e Fracasso gera Fracasso? É o mesmo princípio, pois os Ricos pensam em ser cada vez mais ricos e não estão com pensamentos negativos em sua mente e os fracassados pensam sempre em como evitar o próximo fracasso. Não significa que irão acertar sempre, mas se se deixarem abater os pensamentos de fracasso virão e você continuará pensando e por conseguinte agindo como um fracassado. O Livro Os Segredos da Mente Milionário de Harv Eker, traz muito bem essas questões. Tudo está em sua mente em como seu modelo mental foi desenvolvido, desde a sua infância até a sua idade atual. O que precisa entender é que este modelo não é seu e sim das pessoas que transmitiram eles para você, na maioria dos casos seus pais, ou figuras parentais. Não quero culpas os Pais, mas digo que eles tem grande influência em sua maneira de pensar e agir e digo mais eles não fizeram por mal e sim por também terem recebido esse tipo de modelo mental através dos pais deles, etc.

Agora não basta pensar, a ação é o maior causador do sucesso, se pensar e ficar parado achando que tudo irá cair do céu, você está muito enganado e nada ocorrerá. A frase muito conhecida dita por René Descartes “Penso logo existo”, caracteriza tudo que venho falando desde o início deste Post. Então se formos dissertar um pouco sobre ela, o que ele quis dizer? Para que minha existência seja algo real eu tenho que pensar. Agora se eu penso negativamente, o meu Real será negativo, mas se penso positivamente o meu Real será positivo.

No trabalho podemos usar muito esse tipo de metodologia para alcançarmos os cargos maiores ou até empregos os quais desejamos. Basta pensar no que você quer, se planejar como irá chegar lá e mão a obra! Vocês acham que os Diretores das maiores empresas do mundo chegaram onde estão pensando negativamente e que nunca chegariam lá? Pois bem, estão enganados, como tal eles pensaram “Eu irei alcançar o que almejo e me comprometo em chegar a Diretoria”. Posso trazer vários autores ou livros que falam muito sobre isto, mas volto a falar só depende de você, tudo está a seu alcance, estique a mão e pegue e não pense em quantos obstáculos deverá enfrentar para chegar lá, pois é somente seu inconsciente lhe pregando uma peça para que você não enfrente o desconhecido. Pois é caros leitores, nosso inconsciente ele sempre está a favor de que nós fiquemos no mesmo lugar, nós que devemos pregar uma peça nele e dizer, fique quieto, pois eu sou o mestre do meu destino e eu faço os meus caminhos. Nossa mente ela possui muitas armadilhas e devemos sempre estar preparados para o que ela está querendo nos dizer. Mudar um pensamento é mudar uma ação e agir é chegar a um objetivo, desde que ele esteja traçado.

Não tenha medo do fracasso, ele está para todos, Daniel Godri em sua palestra fala: “Não importa quantas vezes você vai cair e sim em quantas vezes você quer se levantar”. A cada momento em que pensamos no que queremos e buscamos atingir nós estamos fazendo com que nossos pensamentos se tornem realidade e se você ainda duvida disto, olhe a sua volta, celulares, naves espaciais, tablets, carros, entre outras coisas que só foram possíveis porque as pessoas quem os criou pensaram em algo e foram atrás dos seus objetivos, mesmo que tenham falhado algumas vezes eles nunca desistiram ou se abateram diante do fracasso.

Espero ter ajudado muitas pessoas e que se esta mensagem chegar aos ouvidos ou mentes do mundo teremos cada vez mais um mundo melhor e próspero, com pessoas sendo cada vez mais felizes e bem sucedidas.

Thompson Cysneiros é formado em Psicologia pela faculdade Franssinetti do Recife (FAFIRE). Especialização MBA em Gestão de Pessoas pela Faculdade Maurício de Nassau. É consultor de Recursos Humanos pela Geração Y Consultoria e Consultor do SEBRAE nas Áreas de Recursos Humanos, Empreendedorismo e Inovação. Atua em projetos de acompanhamento e análise de Pessoal, Gestão de Projetos institucionais, coaching gerencial, treinamento de atendimento ao cliente e vendas, pesquisa e elaboração de metodologias e processos organizacionais, acompanhamento de indicadores institucionais, avaliação de desempenho empresarial, análise e integração de setores e colaboradores, seleção e recrutamento de pessoal, análise e descrição de cargos assim como planejamento, implantação de política de cargos e salários, desenvolvimento de talentos e competências profissionais, Headhunter de talentos gerenciais e Orientação e projeção profissional planejada.

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Como elogiar para obter o melhor das pessoas?

Professor Paulo Sergio

Pesquisadores descobriram que o elogio é uma fonte inesgotável de estímulos para um melhor desempenho das pessoas.

Dois grupos de pessoas foram estimulados com diferentes tipos de elogios. Um dos grupos obteve um resultado final formidável.

Como elogiar para obter resultados excelentes?

Muitos elogiam a inteligência do ser humano. Desde cedo, os pais, por exemplo, elogiam seus filhos dizendo: “Parabéns, você é muito inteligente, por isso tirou notas boas na escola”.

No trabalho, os líderes elogiam seus colaboradores dizendo: “Muito bem, você é muito competente”.

Mas, segundo a pesquisa, essa não é a melhor forma de elogio, pois o grupo que recebeu esse tipo de elogio, quando foi instada a realizar um novo desafio, opcional, acabou desistindo.

Por quê? Os estudiosos concluíram que o problema estava na forma do elogio. Quando alguém é elogiado na inteligência, na competência, tende a ter receio de errar nos próximos desafios, ou, acredita que é tão bom que nem precisa mais mostrar do que é capaz.

Como elogiar?

O outro grupo fora elogiado, mas, pelo ESFORÇO que teve. Por exemplo, na empresa, o líder diz: “Parabéns pelos resultados que atingiram, parabéns pelo grande esforço, é isso que faz valer a pena trabalhar com vocês”.

Elogiar o esforço incentiva a fazer de novo e cada vez melhor.

Portanto, ao elogiar seu filho, seus colaboradores, quem quer que seja, elogie pelo ESFORÇO.

Obviamente que no mundo empresarial o que vale são os resultados. Mas, quando as pessoas atingirem esse resultado, elogie muito mais pelo esforço que empreenderam do que a inteligência que tiveram.

Sucesso e muitas felicidades, sempre!

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Perfil versus Vontade de trabalhar

Thompson Cysneiros

Atualmente os selecionadores buscam uma coisa que chamamos de “PERFIL”. Antes de dar continuidade a nossa discussão, o que é essa palavra que na cabeça dos candidatos fica vagando para lá e para cá. Segundo o dicionário Online, um dos significados para PERFIL é: “Descrição ou relato em que se faz a traços rápidos o retrato moral e físico de uma pessoa”. Então o que realmente seria PERFIL para o selecionador!? Essa palavrinha pequena que pode não mostrar nada, não ter significância, entre outros adjetivos é nada mais nada menos o Norte para o selecionador, é o que faz com que ele possa entender que um candidato é mais apto que outro para o cargo. O que envolve então o PERFIL? Já ouviram falar de CHA? Não é aquele chá que tomamos, de camomila, nem de erva doce, não. É o CHA de – Conhecimentos, Habilidades e Atitudes. Pois é! O perfil envolve o CHA do cargo. É com isso que buscamos identificar qual o candidato que está mais adequado a assumir o cargo em questão. Por isso em toda orientação profissional que faço sempre digo para concorrer a uma vaga o candidato deverá avaliar o CHA do cargo e se comparar ao mesmo. Daí, se tiver algo semelhante, bem vindo a vaga, se não, busca outra oportunidade no seu PERFIL. Por que estou trazendo isso a tona? É simples! Já imaginou quantas passagens de ônibus ou gasolina se gasta para comparecer a uma seleção que o candidato não tem o perfil? Inúmeros litros de gasolina, muito dinheiro em transporte e principalmente tempo.

Para não ter prejuizo no final do mês, basta tentar ver se o seu perfil é o que a vaga precisa. Mas Thompson, se é meu primeiro emprego? Vou chegar um pouco mais abaixo nesta questão. Com a tecnologia de hoje, descobrir qual o perfil para o cargo concorrido é bem simples. O nosso querido Google, pode te ajudar a achar. Por exemplo: “Características de um Auxiliar Administrativo”. Apenas buscar esse tema, te traz 946.000 resultados. Aí você pode achar o que precisa. Com isso, avaliar seu currículo e ver se a vaga que você quer concorrer está adequada ao seu perfil é coisa simples. Vamos voltar um pouco para o CHA. Quando falamos em Conhecimentos, estamos tratando de cursos entre outros eventos que refletem ter comprovação de participação em sala de aula com horas/aula e tudo mais. Habilidades, é toda experiência prática que teve durante sua vida, seja ela profissional ou pessoal, por exemplo: manusear o Windows 7, Internet, etc. E Atitudes? São os comportamentos necessários para execução do cargo, como: proatividade, paciência, controle emocional, entre outros. Agora que sabemos o que detalhadamente é o CHA. Faça bom uso desse conhecimento para realmente saber se seria legal sua participação na seleção ou se é mais uma perda de tempo. Utilize tudo sobre o CHA da vaga para comparar ao seu perfil.

Depois de todas essas explicações e orientações, vamos ao que interessa. A vontade de trabalhar é algo inerente a quem realmente está buscando emprego. E o que ela tem a ver com PERFIL? Exatamente o que você deve estar pensando! Se você tem o perfil da vaga e tem a vontade de trabalhar. Ótimo!! Com certeza a empresa irá contratar você, mas se você não tem o perfil e tem a vontade de trabalhar, o que fazer? Antes de tudo você pode se fazer algumas perguntas como: “É o que eu quero para minha vida?”, “Estou apto para essa vaga?”, “Se eu for aprovado, quanto tempo eu ficarei na empresa?”, “Estarei feliz trabalhando no que não estou preparado?”. Essas perguntas são nada menos que uma forma de você saber se concorrer será a melhor coisa a fazer. Ter a vontade não significa que você é um bom candidato. Outra coisa, para não acabar desgastando sua imagem perante a empresa ou terceirizada de RH, por que não concorrer a algo que tem o seu perfil?

Entender que o Perfil e a Vontade de trabalhar são fundamentais juntas e prejudiciais se separadas pode fazer com que você tome a atitude certa na hora certa. Pense nisso!

Agora no que tange as pessoas que estão buscando o primeiro emprego, o que fazer? Existem diversos testes vocacionais que faz você entender um pouco sobre qual emprego seria legal para o seu perfil. Nada de atirar para tudo que é vaga, apenas porque quer trabalhar e testar uma vaga. Isso não é muito inteligente, pois se no seu currículo aparecer pouco tempo em cada empresa trabalhada, poderá talvez não ser bem avaliado esse fato. A maioria das empresas buscam profissionais que se pudessem se aposentar na empresa seria o ideal. Então para que passar 5 meses em uma, 2 meses em outra e 1 mês noutra? Isso demonstra uma coisa no seu currículo, insegurança e inconstância. O legal é primeiro se definir, entender o seu perfil, ver o que realmente quer seguir, se capacitar se possível e mãos a obra!

Por fim queria fazer um comentário a uma resposta em comum que me dão em minhas entrevistas: “Quero participar da vaga porque preciso de Dinheiro”! Bem, dinheiro todos precisam, mas esse não pode ser o fator principal para concorrer a qualquer vaga que aparece pela frente. Tenham em mente que pessoas que possuem necessidades financeiras, são boas para trabalhar, mas desde que tenham o PERFIL! É simples!

Espero ter deixado pelo menos um pouquinho de informação para se refletir sobre participar de vagas sem o perfil. Não quero ser taxativo e essa não é minha intenção, mas sim poupar vários não’s que frustam e machucam a autoestima de qualquer um que está tentando buscar uma oportunidade nesse mercado de trabalho que muitas vezes é bem cruel.

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20 dicas de como fazer um networking vencedor

Por Fábio Bandeira de Mello, Revista Administradores

É verdade, caro leitor. O termo network virou moda e está até bem banalizado. Frases como “Você precisa fazer um bom networking” ecoam entre os quatros cantos do mundo corporativo e dentro das empresas de qualquer porte. Mas isso não parece ser à toa.

Você sabia que 70% das contratações são resultados de um bom networking? Foi o que apontou um estudo elaborado recentemente pela Right Management, consultoria especializada em gestão de talentos e carreira. A pesquisa revelou que manter uma rede de relacionamento pode fazer a diferença na conquista de novos negócios e na procura por um emprego.

Porém, embora muito se fale sobre o tema, é comum encontrar pessoas que não sabem exatamente como por em prática seu network, ou como exatamente funciona isso. Não é suficiente apenas marcar encontros e trocar cartões para formar uma boa rede de contatos. É preciso estabelecer relações e compartilhar interesses e informações com outras pessoas.

“O networking surge não só como uma ferramenta extra nos negócios, mas sim como um talento diferencial de relacionamento”, afirma Paulo Monteiro, diretor de vendas e operações de DealerNet. “Atualmente, não basta ter uma boa empresa e um bom discurso de apresentação de oferta, é preciso relacionar-se muito bem para atingir os objetivos”, complementa.

Na prática, a maioria das pessoas só se dá conta da importância de sua rede de relacionamento – ou do quanto a negligenciaram – quando mais precisam, seja em um novo emprego ou no fechamento de algum negócio. É nessa escolha de momento que muitos erram. Especialistas são unânimes em rejeitar a ideia de pensar em network apenas quando se necessita de ajuda. E, pode ter certeza, há uma grande diferença entre uma relação interesseira e uma relação resultante de interesses.

O economista Eduardo Lago entendeu isso na pele. “Quando estava tudo bem, bom emprego, bom salário, vivia no meu ‘mundinho fechado’, mal me relacionava com as pessoas. Só que a mudança de diretoria – e a consequente demissão que sofri – fizeram com que eu procurasse aquelas pessoas que evitava no passado”, relata Eduardo. Passados cinco anos do ocorrido e devidamente empregado, ele revela ter aprendido a lição. “Agora eu vejo que era um completo antissocial. Aprender a me relacionar mais com as pessoas não só me ajudou profissionalmente, mas também no meu comportamento como ser humano”, destaca o economista.

Ponto de largada

O primeiro passo para um bom networking é fazer uma lista das pessoas que você conhece e avaliar qual é o seu nível de proximidade com elas, tanto do ponto de vista profissional quanto do pessoal. Lembre-se: é necessário investir tempo para cultivar as relações. Quando você tem uma rede de relacionamento forte, não precisa ser o “bam bam bam” em tudo. Possivelmente conhecerá alguém que poderá auxiliá-lo no assunto sem problemas.

Outro fator importante é frequentar novos lugares onde possa conhecer pessoas diferentes. Ir sempre aos mesmos eventos todos os anos vira mesmice e limita o alcance do seu grupo de contatos. Tenha em mente que congressos, palestras e reuniões com clientes não são os únicos lugares para trabalhar seu network. Bons relacionamentos profissionais podem ser construídos em uma mesa de bar, parques e em atividades de lazer.

Presencial e web

A tecnologia é também uma grande aliada na hora de gerenciar os contatos. Devido à correria do dia a dia e ao acúmulo de tarefas, redes como Linkedin, Facebook e até mesmo o MSN, são excelentes ferramentas para estabelecer uma troca de informações e interesses. Porém, adicionar contatos sem nenhum critério e se expressar inadequadamente não aumentarão seu poder de relacionamento.

“A internet e as redes sociais podem transmitir a sensação de informalidade. Mas é preciso prezar pelo bom senso, ética e saber bem a diferença existente entre a liberdade e a libertinagem”, explica o palestrante comportamental Dalmir Sant’Anna. Para ele, “o respeito com sua base de contatos é essencial, não devendo enviar mensagens improdutivas, sem fundamentação e, principalmente, que possam gerar algum desvio da sua conduta ou imagem”.

Outro fator importante é entender que, no network, quantidade não significa qualidade e não importa se os contatos foram estabelecidos presencialmente ou via web. Essa constatação foi feita em 2010 por cientistas da Universidade de Oxford, comandada pelo antropólogo inglês Robin Dunbar, ao realizarem uma detalhada análise sobre o tráfego de sites de relacionamento. O estudo apontou que uma pessoa interage, no período de um ano, com, no máximo, 150 contatos, independente da origem dessas relações – ou seja, pessoais ou on-line.

A pesquisa reforça a teoria de Robin Dunbar, que ficou conhecido nos anos 90. Para ele, o cérebro humano é capaz de estabelecer círculos de amizade com no máximo 150 pessoas. Então, cuidado na hora de apertar o botão “adicionar” em suas redes sociais. Lembre-se que é melhor ter 100 amigos conhecidos no Linkedln, com quem você verdadeiramente se relacione, do que ter 800 pessoas com as quais você nem troca um “oi”.

Top 20

Com a ajuda de especialistas, preparamos um guia com 20 dicas para que você prepare um network vitorioso.

1) Saiba se expressar e seja claro para garantir que a pessoa esteja recebendo a informação correta;

2) Planeje antes de fazer o contato e o faça de maneira personalizada;

3) Cuide-se para ser uma pessoa interessante. Isso inclui ler, ir ao teatro, cinema, estar bem-informada, etc;

4) Estabeleça um link de relacionamento (um assunto em comum) com o outro contato;

5) Seja você mesmo e pratique seu network diariamente, de maneira natural;

6) Partilhe ideias e convide o interlocutor para opinar sobre elas;

7) Cuide da história que você está construindo;

8) Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem para desenvolver relacionamentos e cultivá-los;

9) Reserve um horário para rever aquelas pessoas que não você encontra há algum tempo;

10) Não é de bom tom procurar seus contatos apenas quando precisa de um favor;

11) Não fale mal dos outros;

12) No caso de necessitar de um favor, perceba se a pessoa entendeu suas intenções;

13) Avalie se o novo contato vai lhe acrescentar algo. Lembre-se de que a relação é de troca;

14) Tenha à mão seus cartões pessoais;

15) Trate seu network como uma irmandade, em que existe fidelidade e ajuda mútua;

16) Respeite as regras básicas da ética corporativa: não use seu network para roubar outros contatos, clientes e ideias ou espalhar boatos sobre a concorrência;

17) Respeite a diversidade humana e compreenda que cada pessoa tem a sua maneira de pensar, agir e falar;

18) Entenda um pouco de tudo e não se restrinja apenas a sua área profissional;

19) Tenha em mente quais são as suas habilidades e competências;

20) Mantenha-se sempre aberto a novos contatos.

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Trainee: por que vale a pena ser um?

Empresas veem contratação de jovens profissionais como oportunidade de formar desde cedo talentos para cargos executivos no futuro.

Por Redação, http://www.administradores.com.br

Diante de um mercado cada vez mais competitivo, estar preparado desde cedo para grandes desafios é, por si, um diferencial importantíssimo na carreira de qualquer profissional. Pelo menos é isso que esperam as empresas que apostam na contratação de jovens recém-formados em seus programas de trainees.

Para as companhias, absorver talentos assim que eles deixam a faculdade tem sido uma decisão acertada, principalmente por conta da escassez de profissionais capacitados para as novas demandas do mercado brasileiro. O resultado: mais oportunidades para quem estiver preparado.

Segundo Tomaz da Silva, gerente executivo da PP&C Auditores Independentes, o aumento de vagas acontece porque o país está numa boa fase econômica e a tendência é crescer mais. “Um país em ascensão necessita de bons profissionais e para isso, é necessário a qualificação desde a base”, afirma. Nesse sentido, segundo o executivo, “os programas de trainee acabam por contribuir com a formação de líderes para o futuro”.

Silva comenta que vários colaboradores da empresa iniciaram suas carreiras como trainee e hoje estão em cargos de gerência. É o caso da Aline Poiani, que no período de três anos chegou ao nível de sênior. Para ela, a oportunidade de ser trainee possibilitou a ampliação dos conhecimentos sobre diferentes áreas, vivenciar desafios, aprender a trabalhar em equipe, ter foco e postura. “Acredito que se não tivesse passado pelo processo de trainee, dificilmente estaria neste cargo e não teria o conhecimento que obtive”, afirma Aline.

Joseph Marques Martini, outro sênior da empresa que entrou como trainee, lembra que diversas vezes antes de obter a graduação em Ciências Contábeis saia do trabalho e ia para faculdade estudar. “Me dediquei e persisti, por isso consegui”, enfatiza.

Para Tomaz, gerente executivo da empresa, empresa e profissional saem ganhando com os programas de trainees. “Os estudantes serão os líderes daqui alguns anos. Por isso, é importante a dedicação nesta fase, pois serão eles que coordenarão a empresa”.

10 dicas indispensáveis para um bom trainee

1 – Busque leituras técnicas sobre o trabalho que realiza;

2 – Não se limite a executar o que lhe pedem;

3 – Tenha um diferencial;

4 – Persistência;

5 – Seja pontual;

6 – Ter responsabilidade com todas as suas tarefas;

7 – Vista-se e comporte-se de maneira sóbria;

8 – Expresse-se de forma clara e objetiva;

9 – Demonstre estar preparado para ambientes adversos e novos desafios;

10 – Demonstre interesse em ingressar e evoluir na carreira.

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Os intraempreendedores organizacionais

Autora: Melissa Antonychyn
melissa@caputconsultoria.com.br
Fonte: http://www.caputconsultoria.com.br

As companhias necessitam de colaboradores que tratem do negócio como se fossem os donos e assumam a responsabilidade pelo que fazem.

Iniciamos um novo ano, o planejamento estratégico está desenhado, as metas e as expectativas de resultados alinhadas. E agora, quais as estratégias que os líderes utilizarão para envolverem suas equipes na execução das ações tão necessárias para o atingimento do que foi estabelecido?

Precisamos de colaboradores que tratem do negócio como se fossem os donos e assumam a responsabilidade pelo que fazem. Parece utópico, mas existem dentro dos mais variados ramos de negócios um profissional que se diferencia, chamado por vários autores de intraempreendedor.

O intraempreendedor é apontado como o maior determinante do sucesso organizacional, pois é o colaborador que atua no ambiente interno tendo ideias e convicção que estas serão bem-sucedidas, além de se dedicar ao planejamento de forma consciente e objetiva. Portanto, longe de ser apenas um sonhador sem foco e sem clareza de onde quer chegar.

Pessoas com perfil empreendedor conseguem mobilizar os demais colaboradores para o atingimento de objetivos comuns, afinal de contas seu entusiasmo contagia e envolve os demais. São indivíduos que inovam, identificam e criam oportunidades de negócios, montam e coordenam novas combinações de recursos para extrair os maiores benefícios de suas inovações.

Indivíduos que estimulam seu potencial criativo, identificam oportunidades, atuam por iniciativa própria, buscam informações permanentemente e são comunicadores persuasivos. Colaboradores que não se satisfazem por sugerir caminhos, reúnem os recursos necessários para a implementação e são os principais responsáveis pelo desempenho organizacional.

Por isto fica o desafio para os gestores de alinharem as estratégias do negócio às necessidades das pessoas, criando ambientes que possibilitem a entrega de todas estas competências, isto é, estruturas, processos, recursos e sistemas que incentivem a presença de intraempreendedores. Líderes treinados para lidarem com ideias novas, sem se sentirem ameaçados em seus cargos e auxiliados por sistemas de avaliação de desempenho, de remuneração e carreira voltados ao reconhecimento e valorização dos profissionais com este perfil.

Pesquisas demonstram que a motivação gerada pela satisfação do colaborador ao ser reconhecido pela empresa e pelos colegas – que percebem suas iniciativas –, gera comprometimento pessoal, melhora sensivelmente o clima organizacional e ainda garante que o planejamento estratégico tão bem elaborado se torne realidade.


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Como tornar suas mensagens mais eficazes?

Por Rodolfo Araújo

Um tema que costumamos insistir em nossos cursos é a importância de combinar corretamente Forma e Conteúdo na elaboração de uma mensagem, para que ela seja a mais efetiva possível.

 

Forma é a maneira como dizemos algo – e inclui tanto as palavras que escolhemos quanto a parte não-verbal da mensagem. Conteúdo é a ideia que queremos transmitir – a mensagem propriamente dita.

 

Equilibrar as duas partes desta equação é fundamental para atingir os objetivos de comunicação. Chip Heath deu uma brilhante demonstração sobre este tema em sua palestra no Fórum HSM de Inovação e Crescimento, no dia 28 do mês passado.

 

Alunos de uma universidade americana responderam a uma enquete na qual precisavam indicar quem eram os estudantes mais bondosos que viviam  no campus, além dos menos bondosos. Pessoas que reconhecidamente se esforçavam para ajudar os outros, davam atenção aos problemas alheios e se engajavam de verdade em trabalhos voluntários. E, do outro lado, os que estavam se lixando para tudo isso.

 

Computados os resultados, os pesquisadores enviaram aos escolhidos – os bons e os nem tão bons – uma carta solicitando donativos para uma entidade beneficente. O detalhe é que havia duas cartas diferentes, divididas aleatoriamente entre os grupos: uma com solicitações vagas, abstratas; outra contendo pedidos e instruções específicas.

 

A primeira pedia que levassem comida enlatada; a outra, uma lata de feijão. Uma sugeria que a doação poderia ser feita em qualquer dia da semana; outra agendava terça-feira, meio-dia. Uma indicava a praça central do campus; outra vinha com um mapa detalhado.Como resultado desta combinação, 8% dos alunos bondosos que receberam a carta com instruções abstratas, ainda fizeram a doação, enquanto que nenhum dos egoístas seguiu o exemplo. Por outro lado, quando as instruções eram precisas e detalhadas, nada menos que 42% dos bondosos fizeram sua parte, contra 25% dos egoístas. Veja os números no quadro abaixo e pense no que parece estranho:

BondososVsEgoistas

Nada menos que 1/4 das pessoas consideradas egoístas fizeram a doação quando receberam instruções detalhadas – o que representa uma considerável mudança de atitude! Mas ainda mais importante do que isso é que este número é bem superior (mais do que o triplo!) das pessoas consideradas bondosas, mas que receberam instruções abstratas.

 

Será que as pessoas consideradas egoístas simplesmente não estavam recebendo as instruções de forma errada? Afinal, 25% delas demostraram isso. Duas lições podem ser tiradas daqui:

 

1. O modo como nós nos comunicamos com as pessoas afeta nossa percepção com relação a elas. Posso classificar uma pessoa como bondosa ou egoísta de acordo com a qualidade das instruções que eu dou. Portanto, ao avaliar alguém, é preciso identificar de onde vêm essas percepções – e de que forma o seu comportamento as influencia;

 

2. A maneira como combinamos Forma e Conteúdo numa mensagem interfere diretamente não só no entendimento da mensagem, mas também nas ações incentivadas (ou recriminadas*) por elas.

 

Portanto, quando você achar que suas mensagens não estão tendo o impacto desejado – seja positivo ou negativo -, reavalie como você está mesclando Forma e Conteúdo. E, principalmente, se as pessoas estão entendendo realmente o que você está querendo dizer.

____________________

 

* A carta abstrata seria a ideal se você quisesse, por exemplo, que as pessoas não comparecessem ao evento.

 

VISITE O MEU BLOG: www.naopossoevitar.com.br

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Texto originalmente publicado em http://www.pharmacoaching.com.br/2011/07/forma-e-conteudo.html

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