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Profissional: confira dicas para turbinar seu dia-a-dia de resiliência
Por Karin Sato – InfoMoney
Competência em voga no mundo corporativo, a resiliência pressupõe o fim da passividade no dia-a-dia, explica o diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos, Eduardo Carmello, em seu livro “Resiliência – A transformação como ferramenta para construir empresas de valor” (Ed. Gente).
Segundo ele, o padrão “natural”, ou seja, o comportamento da maioria das pessoas, é esperar as coisas acontecerem para, depois, fazer algo a respeito. Nas empresas, essa tendência se traduz em uma atitude passiva na resolução de problemas, uma vez que muitos profissionais esperam que dificuldades venham à tona para, então, buscar meios de lidar com elas. “Parece mais fácil apagar um incêndio do que evitá-lo!”.
Para muitos, resiliência é a capacidade de resistir a barreiras e dificuldades, de forma bem-sucedida. Mas Carmello diz que resiliência é muito mais do que isso. Trata-se de uma competência que envolve a capacidade do profissional de enxergar lá na frente, prever problemas e, mais importante, preparar-se para eles.
Como ser resiliente no dia-a-dia
“Pessoas resilientes são aquelas que dispõem de respostas e ações eficientes, harmoniosas e refinadas quando se deparam com qualquer exigência profissional e pessoal. Porém, ser resiliente não significa ser invulnerável, onipotente. O benefício de ser uma pessoa que se apresenta constantemente como um protagonista diante das adversidades consiste em experimentar e adquirir a sensação de confiança, êxito e evolução que existe na busca do constante aperfeiçoamento”, explica Carmello.
Confira 11 dicas para fomentar a resiliência no dia-a-dia, apontadas pelo diretor:
- Procure, na medida do possível, protagonizar as situações: no lugar de perguntar “Por que isso foi acontecer comigo?”, experimente dizer para si mesmo: “Como eu me coloquei nessa situação” e “O que posso aprender ou utilizar como recurso para sair dela?”. Protagonizar é incluir-se na situação como co-responsável, encontrando formas de superá-la;
- Visualize o futuro próximo e antecipe tendências e acontecimentos: imaginação e intuição orientadas são ótimos atributos para fazer frente às constantes transformações de cenário, mercado e tendência;
- Crie um significado para a sua realidade: um significado lhe dará a esperança de um futuro melhor; a esperança não é a expectativa de que algo dê certo, mas a expectativa de que algo faça sentido;
- Procure conhecer a verdadeira dimensão do problema: procure informações objetivas e específicas, evitando a comunicação informal, e o “boato”, que, em regra, só alimenta a tensão e o desespero;
- Separe a identidade das pessoas do que elas fazem: bons pais, ou bons líderes, ao verem seu filho jogando uma pedra num cachorro, não dizem que ele é um menino ruim, mas falam: “Não gostei do que você fez agora”. Ou seja, eles separam a identidade da ação específica. Ao ser repreendido por um líder, saiba que ele desaprova a sua ação, não a sua identidade;
- Procure desenvolver relacionamentos significativos: é importante ter pessoas com as quais você possa conversar e discutir sobre seus problemas, sem julgamento, interpretação ou moralidade;
- Aprenda a ter uma “mente solucionadora”: utilize o tempo que gastaria em justificativas, esquivas de culpa, reclamações e burocracia para resolver o problema;
- Reconheça seus sentimentos e as necessidade de seu corpo: permita-se chorar, sentir dor, dormir, descansar, recuperar-se e retornar ao seu estado de excelência;
- Tenha como parceiro constante a criatividade no pensamento, nos sentimentos e nas ações: os maiores conflitos são causados por ideias ou ações rígidas, inflexíveis;
- Cultive e valorize seu poder de escolha: o resiliente, em essência, é aquele que luta pelo direito de decidir como vai interpretar as situações da vida e o que fazer a respeito;
- Gerencie as adversidades como situações passageiras: o que está acontecendo de ruim com você não é a vida, mas uma circunstância da vida. Entenda que a vida é muito mais do que a adversidade pela qual está passando.
Add comment Agosto 18, 2009
Com 100 Mil Fazia Chover, Com 10 Criou uma Tempestade!
Glauberto Laderlac
É incrível como as estruturas são abalas pelas pessoas não pelos alicerces.
Um executivo de uma empresa, que já estava lá há bastante tempo, pediu seu desligamento. Era um casamento antigo e tinha cara de duradouro, mas acabou. No entanto, como em todo relacionamento de mercado, há sempre o plano B, então este foi posto em ação.
Após vários anos é natural que se gerem vínculos, inclusive afetivos, amigáveis, e a quebra disso gera dor, mas nada que um analgésico, um lenço de papel, e alguns dias de rotina, não curem.
Em pouquíssimo tempo a empresa mostrou sua força e poder econômico, trazendo imediatamente o plano B para que o cargo fosse ocupado e assim nenhuma atividade fosse interrompida. Os alicerces da empresa mantinham-se inabaláveis. Impoluta e grandiosa como sempre foi, a empresa demonstrou para todos que sua competência financeira falaria mais alto sobre qualquer circunstância.
De fato a empresa, instituição em si, nada sentiu. Mas o que abala um barco não é o movimento que vem de fora, pois esse é natural, as ondas sempre se movimentarão conforme a maré, mas se do lado de dentro o peso e a inércia não forem controlados, este vai abaixo.
Aí vem a surpresa. A mega estrutura vê-se abalada quando o executivo que saíra aloca-se numa concorrente. As pessoas correm de um lado para outro. Há um princípio de pânico que, logo é abafado, logicamente. Afinal, era apenas um ex-colaborador, como qualquer um outro. Até mesmo porque, a concorrência não possuía tanto aparato financeiro que chegasse a ser considerada uma concorrente.
No entanto, embora haja o poder econômico à frente desta história, grande parte do patrimônio intelectual daquela empresa estava com aquele executivo. E isso sim é muito importante. A grande empresa um dia fora pequena e quando assim era, o EX, estava lá, então ele era uma pessoa conhecedora das estratégias de crescimento. Quando alguém lembrou deste detalhe, acendeu-se novamente a luz amarela.
A grande empresa tratou de munir-se de informações. Eram no mínimo duas visitas semanais de clientes espiões. Havia pessoas nas proximidades da pequena empresa abordando os prospects e clientes. Era vigília constante. Nesse momento a extraordinária mídia “rádio peão” entrou em ação, flashes constantes, noticiários extras, novos acontecimentos a todo momento. Foi um grande desperdício de energia e tempo, e no mercado, todos sabemos, tempo é dinheiro.
Enquanto tudo isso acontecia, o agora pequeno executivo, fazia pequenas ações. Ações, compatíveis ao seu poder de fogo, quero dizer, de caixa. No entanto, o pequeno crescia com isso. O mercado se afunilava e o grande passou a gastar muito para recuperar o espaço que havia perdido.
Mas pasmem. O espaço perdido, da grande empresa, não era no mercado, este por sinal, sequer tomou conhecimento do que estava acontecendo. O que se perdeu dentro da grande empresa foi o foco. Visão de negócio. Ao invés de cuidarem de suas ações e tarefas, passaram a cuidar de uma ferida que não existia. Uma ficção criada através da incomoda noticia que seu ex-executivo agora estava numa concorrente.
O EX, por sinal, fazia uma coisa de cada vez. Sua verba era espremida e suas ações limitadas. Precisou usar seu talento primeiramente para arrumar a casa. Preferiu investir na qualificação e adequação de sua equipe. Depois disso começou a agir com um foco especifico de captação de clientes.
Tarefa por tarefa, foi levando a frente seu planejamento, até conseguir a última etapa do primeiro plano, torna-se uma marca conhecida.
Batalha conseguida, muito esforço e pouco dinheiro. Agora começaria a disputa mais dura, crescer. Para isso é preciso humildade, conhecimento de mercado e um grande poder de liderança. A empresa, embora em ascensão, ainda não disponha de uma grande verba, mas possuía uma equipe comprometida, formada por pessoas dispostas a contribuírem para o alcance da meta estipulada.
A história de Davi e Golias é batida, mas sempre nos ensinará que a estratégia sempre vencerá a força, mas também sempre nos fará lembrar, que a força pode ser uma boa estratégia.
Quando este homem anônimo, de quem falamos, possuía uma grande verba em suas mãos, seus feitos eram diminuídos na mesma proporção financeira que se era gasto a verba que detinha. Ao contrário, quando se deparou com uma pequena verba, seus feitos eram majorados por cada pequeno resultado obtido.
Não adianta se ter a maior arma, às vezes o alvo é muito pequeno, será destruído com muita munição e a intenção não e a destruição do alvo e sim acertá-lo. Do mesmo modo, não se adianta tentar derrubar um avião com uma atiradeira. Por fim, esta reflexão nos faz entender que você denominará se foi uma chuva ou uma tempestade de acordo com a medida de perda que a enxurrada levou.
Por mais seguro que sejam os alicerces e por maior conforto financeiro que uma empresa possua, se as pessoas não estiverem satisfeitas, comprometidas, focadas e equilibradas emocionalmente, as estruturas balançarão, e isso põe em risco qualquer negócio.
Mais uma vez chegamos a conclusão que, vencerão as empresas que investirem naquele que produz e consume: O Homem.
Add comment Janeiro 15, 2009
Alta Performance – Melhoria Contínua
Maikel Eduardo Serafim
Dar um passo a mais onde todos pararam. Uma vez li em algum lugar essa frase fazendo referencia aos vencedores. Os vencedores são aqueles que dão um passo a mais onde todos os outros pararam.
Eu gosto desse conceito, e acredito que a alta performance é um pouco disso, porém não em relação aos outros, mas em relação a você mesmo. Quero dizer que quando você atinge um objetivo deve buscar melhorá-lo, e dar um passo a mais além daquele ponto que você já atingiu.
“Buscar a alta performance é dar apenas um passo além do seu melhor passo”
E onde entra a melhoria continua nesse processo? Simples ! Nunca pare de dar um passo a mais. Isso pode parecer impossível, mas não é. Hoje o passo a mais pode ser aumentar a quantidade, amanhã o passo a mais pode ser melhorar a qualidade do passo, e depois pode ser a velocidade do passo, depois um passo com um custo menor, e um passo com melhor designer, um passo em direção diferente… e passo a passo você está sempre um passo adiante.
Quer saber qual é o primeiro passo para perder a alta performance? Pare de andar. Basta você parar de andar que em pouco tempo as outras pessoas estarão lhe ultrapassando e deixando você para trás no esquecimento.
O grande jogador de basquete, Oscar, conta que sempre buscou ir além dos limites. Que enquanto os outros jogadores treinavam, ele buscava estar sempre um passo a frente, e a forma que ele encontrou foi chegar todos os dias 1 hora antes do treinamento e treinar arremessos sozinho, e quando todos iam embora do treinamento ele ficava mais uma hora treinando arremessos, ou seja, ele buscava a alta performance. ( No fim do artigo inseri uma tabela com todos os recordes mundiais conquistados por ele )
Portanto lembre-se: A alta performance está completamente ligada a melhoria continua, a idéia de estar sempre buscando o aprimoramento, buscando fazer um pouquinho melhor aquilo no que você já é bom. Existem teorias que já defendem esse pensamento:
“Esqueça seus pontos fracos, tenha foco nos seus pontos fortes, desenvolva-os e seja espetacular naquilo que você é bom. Dessa forma ninguém vai dar atenção aos seus pontos fracos, e vão sempre lembrar de você pela sua alta performance naquilo que você é bom” – Ninguém lembra das derrotas de Ayrton Senna, mas de suas espetaculares corridas e vitórias.
BOA SORTE E SUCESSO !!!
(clique na imagem para ampliá-la)
Add comment Setembro 3, 2008
O que é inteligência Emocional?
Maria Mercedes Beltrán
Não são necessárias muitas incursões para entender do que se trata. É preciso conhecer e entender o que move os outros, e a mim mesmo, a agir… Temos de aprender a interpretar muito bem a linguagem das emoções, a qual “move montanhas”.
Às vezes os melhores profissionais em sua área só conseguem perceber que as emoções são forças avassaladoras ocultas no interior do próprio ser. Sabem que estão por trás de seus desejos pessoais, de suas necessidades, de seus estados de ânimo e de seus problemas sem solução, porém desconhecem como conduzi-las. Não imaginam como utiliza-las para que sejam suas aliadas nem como reconhecer e validar essas mesmas forças nas outras pessoas.
para conduzir um negócio, seja para elaborar uma tese de mestrado, seja para correr uma maratona, seja para aprender a ler, para poupar com o objetivo de comprar uma casa, a capacidade de conhecer e controlar nossas motivações interiores e nossos impulsos é uma condição indispensável para o sucesso.
Add comment Agosto 29, 2008


