Arquivo para categoria Recursos Humanos

Você tem as competências essenciais para uma boa liderança?

Por Fábio Bandeira de Mello, http://www.administradores.com.br

Muitas são as responsabilidades de um líder. Geralmente, espera-se desse profissional eficiência em dirigir uma equipe, conquistar os melhores resultados para a empresa, manter um ambiente saudável e harmonioso, além de ter o respeito de seus liderados.

O coach Paulo Roberto de Souza, especialista em gestão pessoal, destaca que a principal características do líder, para realizar suas atividades com eficiência, está em desenvolver pessoas. “Uma pessoa que está nesta posição pode ajudar a facilitar ao máximo o alcance dos objetivos por parte dos funcionários. Mais do que se preocupar em fazer, o líder deve se ocupar de conseguir que sua equipe consiga produzir, sem dependência, que se tornem pessoas responsáveis, ou seja, que conduzam suas tarefas adequadamente, sem necessidade de conselhos e acompanhamento próximo e que atinjam seus objetivos”.
Contudo, muitos profissionais se questionam sobre quais as habilidades que uma pessoa deve ter para liderar com sucesso.

A CarrerLab, consultoria norte-americana especializada em carreira e liderança, elaborou um teste simples que avalia as competências essências, ou seja, as habilidades para um profissional ter uma boa liderança. De acordo com William S. Frank, presidente e CEO da CareerLab, todos podem se tornar líderes em suas áreas, mas para isso é preciso praticar. “Qualquer um poderá, com interesse e dedicação, desenvolver as habilidades para um bom líder. Para isso, é preciso praticar e aprender algumas habilidades para essa função.”
E você? Acha que possui as competências essências para ter uma boa liderança? Faça o teste, da consultoria CarreerLab e avalie sua capacidade de liderar.
Teste
Abaixo, existem 10 habilidades e cada uma vale 10 pontos. Caso sinta que possui uma competência totalmente desenvolvida em alguma determinada habilidade, some 10 pontos. Caso considere que essa habilidade não é completamente desenvolvida, não some os pontos.

  1. Visionário.

Criam uma visão, ou seja, pensam no futuro da sua empresa. Esses líderes podem melhorar a qualidade e a aceitação da visão de parceria com seus colegas, a equipe de executivos, funcionários-chave de toda a organização ou consultores externos. Esse profissional procura novas ideias e apoia às pessoas que ajudam a criar essas propostas.

       2.  Inspirador.
Uma vez que a visão está estabelecida, os grandes líderes são capazes de inspirar todos na empresa para obter o resultado que a empresa espera. Esta inspiração se estende a clientes, investidores, fornecedores, órgãos de administração e todos os outros intervenientes.
Isso não significa que os bons líderes têm de ser carismáticos ou grandes oradores públicos, embora alguns sejam. Os líderes podem inspirar pelo exemplo, ou de forma discreta. Cada palavra e ação demonstram a sua paixão para a visão.

       3.  Estratégico.
Profissionais que são claros nos seus argumentos e enfrentam diretamente as forças e fraquezas das suas próprias organizações, bem como as suas oportunidades e ameaças externas. Eles pensam em termos de alavancagem, de “pesca onde os peixes são grandes” e de parceria para ganhar vantagem no mercado. Apesar de ter interesse em uma venda, eles preferem criar alianças estratégicas que geram milhares, ou centenas de milhares de vendas.

       4.  Táticos.
Os líderes com esse perfil são orientados para linha de fundo e, extraordinariamente, comprometidos com resultados. Eles prosperam em fatos, números, “números” e dados. São estão interessados em ROI, ROE e EBIDTA, por exemplo. Se os números não são o seu forte, se cercam de talentos em finanças.

      5.  Focalizado.
Uma vez que a visão e a missão (uma declaração breve, clara das razões para a existência de uma organização) são estabelecidas, esses líderes focam nos objetivos propostos e exigidos em suas tarefas.
Líderes com 20 prioridades (sem foco), essencialmente, não têm prioridades e passam a conviver com problemas para a realização de suas tarefas.

      6.  Persuasivo.
Não são necessariamente vendedores, mas profissionais com esse perfil, são capazes de levar outras pessoas para o seu ponto de vista usando a lógica, razão, emoção e força de suas personalidades. Eles motivam pela persuasão, em vez de intimidação. A chave aqui é o líder falando de seu coração.

      7.  Agradável.
Bons líderes são centrados nas pessoas. Eles podem ser cientistas, engenheiros e técnicos de formação, mas reconhecem as habilidades interpessoais de seus liderados. Eles exibem um alto grau de inteligência emocional e possuem simpatia.
       8.  Decisivos.
São aqueles que podem tomar decisões rapidamente – muitas vezes com dados incompletos. Raramente um líder é capaz de obter 100 % da informação necessária para uma decisão. Normalmente são “60 %” ou “80 %”.

       9.  Ética.
Liderança é baseada em princípios. Estabelecem expectativas claras de desempenho e as pessoas responsáveis. Isso requer que sejam diretos e verdadeiros. Sabem que é difícil bater a verdade.

      10.  Aberto a comentários.
São abertos e dedicados à aprendizagem ao longo da vida. Buscam feedback sobre seu desempenho através de conversas diretas e ferramentas de objetivo, tais como opiniões diversas. Profissionais com esse perfil, ao buscarem a melhoria contínua em suas empresas, acham melhorias para si próprio.
Resultado
· Pontuação 70 ou mais – Você está na faixa de destino e possui as características de um bom líder.

· Pontuação Inferior a 70 – Você possui algumas deficiências para essa função de liderança. Procure desenvolver e treinar as habilidades que ainda não são o seu forte.
Use os seus resultados para criar um plano de desenvolvimento para sua carreira. Em outras palavras, se você está carente em alguma determinada competência, procure mentores, formação e coaching para escorar sua fraqueza. No entanto, o mais importante é aproveitar seus pontos fortes.
O teste foi divulgado pelo jornal norte-americano Denver Business Journal 

 

, ,

7 Comentários

Como atrair e reter talentos e torná-los astros do desempenho

Por Angela Souza, http://www.administradores.com.br

Para não perderem talentos, depois de terem investido muito dinheiro na formação deles, recomendo às empresas escolherem muito bem quem vai liderá-los.

Há poucos dias foi divulgado os resultados de uma pesquisa com 365 executivos de empresas americanas e da América Latina, inclusive do Brasil. Um total de 68% dos entrevistados disseram que sua prioridade é desenvolver e reter talentos na sua empresa. O índice no Brasil foi ainda maior: 74%.

O resultado desta pesquisa não surpreende, mas convida à reflexão. Não foi isso que as empresas sempre fizeram para o sucesso de seus negócios – atrair pessoas talentosas e oferecer a elas “mimos” suficientes para que não se deixem seduzir por propostas de outras empresas?

Trabalho em RH há vinte e cinco anos, perdi a conta de quantas empresas visitei, em quantos eventos participei, das obras que li, das aulas de que participei, das aulas que ministrei, dos textos que escrevi, de teses que defendi. Posso afirmar que esse papo de talento é antigo.

A diferença é que, agora, o papo ficou mais sério, porque as empresas, finalmente, descobriram que sem pessoas com talentos elas não têm alma. Ah, e antes que me perguntem sobre essa estória de alma, quero propor que, neste contexto, consideremos a alma a energia criativa, a imaginação, a livre expressão dos talentos das pessoas e seu poder de participar das decisões – não importa em que nível hierárquico estejam.

E que tal definirmos “talentos”, nesse mesmo contexto? Talentos de uma pessoa são os dons, as habilidades, o conhecimento, a experiência, a inteligência, o discernimento, as atitudes, o caráter, os impulsos inatos e a capacidade de aprender e desenvolver-se. Cabe às empresas, definirem quais dons, quais conhecimentos, quais experiências, etc. Os talentos para o departamento de criação de uma agência de publicidade não são os mesmos requeridos por um escritório de contabilidade. E ambos precisam de pessoas talentosas.

 Após repetidos erros e discursos inúteis rendemo-nos à elementar evidência, da era da informação, de que dependemos daquilo que fica entre as orelhas das pessoas e também dentro do coração, e que elas levam consigo todos os dias quando acaba o expediente, como alertou o guru máximo da administração, Peter Drucker, há vinte anos! Ele se referia à inteligência e às emoções – outra forma de se referir aos talentos das pessoas.

As empresas mais competentes em atrair e reter pessoas talentosas envolvem todos os empregados nessa missão. Cada um assume o papel de headhunter. Onde quer que estejam e vislumbrem um talento que poderia gerar resultados extraordinários para o negócio da empresa, tentam seduzi-lo: falam bem da empresa, das possibilidades de crescimento profissional, do portifólio de produtos e serviços, da carteira de clientes, dos planos de expansão.

Algumas empresas gratificam e destacam os empregados que atraem talentos que são contratados. O bom efeito colateral desta prática é a participação, o envolvimento na busca de colegas talentosos e, depois, o comprometimento com o sucesso deles no trabalho. Quem emplaca um talento na empresa sente-se moralmente responsável pelo desempenho dele.

Mas, muitas vezes, os talentos que as empresas procuram estão embaixo dos narizes delas, ou seja, possuem talentos não descobertos dentro delas mesmas, subaproveitados por gerentes incompetentes, afogados em burocracia e atividades irrelevantes.

Por essa razão, faz parte da política de recursos humanos de empresas espertas divulgar internamente todas as suas vagas e estimular que esses talentos extraviados se apresentem e se encorajem a competir por melhores cargos ou indicar pessoas de suas redes de relações.

Para não perderem talentos, depois de terem investido muito dinheiro na formação deles, recomendo às empresas escolherem muito bem quem vai liderá-los.

Liderar talentos requer a combinação de mente estratégica, habilidade de liderança e de comunicação, espírito empreendedor e capacidade de atrair e inspirar pessoas talentosas e apresentar resultados.
Os líderes devem ser avaliados pela capacidade de criar contexto para desenvolvimento dos talentos sob a sua liderança. Isto ocorre através de uma sequência de ações: dar ao talento atividades desafiadoras; orientar e aconselhar.

Então, na seleção, além de verificarmos se a pessoa é tecnicamente competente, o que já é um talento, é essencial averiguar se possui atributos de temperamento, caráter e comportamento que, usando as palavras do guru Peter Drucker, transformem o talentoso em um astro do desempenho.

,

2 Comentários

Afinal, Existe Geração Y no Brasil?

http://www.ogerente.com.br

Aquele moleque acabou de ser contratado e já quer ser promovido? Pede feedback o tempo todo? Quer saber quando terá oportunidade de crescer na empresa? Vive conectado no twitter, Orkut, linkedin, facebook e principalmente, no Messenger?

Não se assuste, você está convivendo com um autêntico representante da Geração Y.  O termo foi cunhado nos Estados Unidos para identificar esta geração irrequieta e antenada, formada por jovens nascidos depois de 1980 que cresceu cercada pela tecnologia: Video-Games, celulares, TV a cabo, internet.  Aqui no Brasil, a geração Y tem sido bastante discutida, em especial por profissionais da área de Recursos Humanos de empresas que contratam estes jovens, e que se deparado com a dificuldade de incorporar esta geração à cultura da empresa.

É inegável que uma pequena parcela de nossos jovens, em especial aqueles nascidos em famílias das classes A e B, apresenta as características da geração y identificadas nos jovens americanos: Estudaram inglês, fizeram intercâmbio, usam redes sociais, não tem paciência para coisas longas e demoradas. Buscam gratificação instantânea e não lidam bem com promessas futuras, demandam muito feedback e são movidos a elogios. Gostam de ser reconhecidos e são ambiciosos. Demonstram amplo domínio da tecnologia, são alegres e descontraídos e buscam equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Porém, a grande maioria de nossos jovens não teve todos estas oportunidades: nascidos nas classes C e D, não tiveram acesso a um estudo diferenciado, somente recentemente passaram a ter acesso a internet, muitos nunca assistiram TV a cabo. Não estudaram outras línguas e nunca saíram de sua cidade.

Será que estes jovens também apresentam as características que marcam a Geração Y?  Chegam às empresas também em busca de crescimento rápido, oportunidades de carreira, horário flexível e qualidade de vida?

Este questionamento tem sido feito pelas empresas, que procuram identificar novas formas de se relacionar com a nova geração de profissionais que chegam ao mercado de trabalho. A Pesquisa “Os dois Brasis – Encontros e Desencontros na internet da geração 90” realizada pela empresa  Binder/FC+M no ano de 2009, com jovens das classes A e C, mostra que os jovens de todas as classes se encontram nos mesmos ambientes virtuais, tais como o Orkut , YouTube, MSN Messenger.

Uma das características comuns aos jovens da geração Y é o desejo de rápido crescimento profissional.  Os vídeo-games, uma das mais importantes referências desta geração, foram uma das únicas tecnologias a que os jovens da classe C puderam ter acesso durante sua infância e adolescência. Os games formaram nos jovens uma cultura de recompensa imediata. Divididos em fases, cada uma com um objetivo claro e uma recompensa no final, os games criaram uma cultura de que a recompensa deve estar diretamente ligada a competência e ao conhecimento, e que não deve estar ligada a fatores como idade, tempo de casa ou relacionamentos.

Porém, as diferenças de oportunidades e de escolaridade ainda fazem a diferença. Os jovens da Classe A usam a internet como forma de entretenimento, e as oportunidades profissionais surgem tanto da rede de relacionamento dos pais quanto na relação das escolas com o mercado de trabalho, por meio dos processos trainee.

Já a classe C utiliza a internet como uma forma de crescimento profissional, tanto na busca pelo desenvolvimento da própria rede de relacionamentos, quanto na procura de emprego por meio de sites especializados.

O que podemos concluir é que se deve evitar a generalização, quando nos referimos a esta geração que chega com força total ao mercado de trabalho. Nem todas as pessoas nascidas após a década de 80 pensam da mesma forma e acreditam nos mesmos valores.

Em um país como o nosso, marcado por diferenças culturais e por um enorme fosso social que divide as classes, existe uma variedade enorme de tipos de jovens, com crenças, conhecimentos, histórias e perspectivas diferentes. Usar um estereótipo único e rotular a todos como “Geração Y” só dificulta o entendimento das reais expectativas de cada um.

A única coisa inegável é que, como em toda mudança de geração, ocorre um choque entre os valores daqueles que já estão estabelecidos e entre os que chegam ao mercado. O diálogo e a abertura é que garantirão que ambas as gerações aprendam com estas mudanças.

,

1 comentário

Especialista apresenta novo conceito de RH

O LIBERALhttp://www.oliberal.com.br/

Na empresa com perspectiva de futuro, os funcionários têm visão de agregação de valor, por isso, seja em grandes corporações empresariais, médias ou pequenas empresas, todos devem ter espírito de empreendedorismo. A análise é de um dos maiores especialistas em Gestão de Recursos Humanos no Brasil, Nelson Savioli. Superintendente-executivo da Fundação Roberto Marinho (FRM), ele proferiu a palestra ‘Liderança estratégica orientada ao mercado’, durante o VI Congresso de Gestão de Pessoas da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), no Hotel Hilton Belém.

Segundo Savioli, os princípios da gestão de pessoas são os mesmos em todo o mundo, mas a operacionalização da administração é que deve ser adaptada às regiões onde é aplicada. No entanto, ele explicou que administrações com estilo autoritário são totalmente desaconselhadas, seja nos Estados Unidos, Pequim, Belém ou qualquer outro lugar. Neste aspecto, o papel do profissional de RH é fundamental, analisou, pois cabe a ele a função de orientar e influenciar as empresas a trabalhar com espírito de empreendedorismo.

Para isso, disse o especialista, a empresa deve incentivar os trabalhadores para que tenham iniciativa e proponham mudanças e ideias sobre projetos, entre outros aspectos. Para Savioli, os funcionários não podem ser meros cumpridores de ordens. Se começarem a atuar de forma mais empreendedora, tornam-se mais participativos, com tendências de se tornarem também mais motivados.

Ele citou alguns segmentos de empresas no Brasil que aplicam técnicas modernas de gestão, como indústrias de cosméticos, por exemplo, que já se planejam pensando na preservação do meio ambiente e no futuro do planeta, com o uso mais racional da água nas técnicas de produção, a implantação da coleta seletiva do lixo no ambiente de trabalho e a troca do uso de copos descartáveis por canecas de vidro, dentre outras. ‘São gestos que, a princípio, podem parecer pequenos, mas que fazem a diferença nas administrações modernas’, explicou Savioli.

Ele classificou as empresas atuais no mundo todo como inteligentes e menos inteligentes. As primeiras estão atentas às mudanças que acontecem no mundo e as outras nem pensam nas novas técnicas de modernização de gestão, apenas em garantir uma boa produção e distribuição de seus produtos.

 

192.168.28.216

Deixe um comentário

Execução: como fazer a estratégia funcionar

Por Alessandra Assadhttp://www.administradores.com.br

news_24223“Fracasso ao planejar é o mesmo que planejar o fracasso”. Foi com esta ideia que Lawrence Hrebiniak (autor do livro Execução – Fazendo a Estratégia Funcionar – Editora Bookman), referência internacional nas áreas de formulação e execução de estratégias competitivas e design organizacional e professor da Wharton School, da University of Pennsylvania começou sua palestra no Special Management Program “Fazendo a Estratégia Funcionar – O Caminho para uma execução bem-sucedida”, da HSM, em São Paulo, semana passada. Ele defendeu veementemente a idéia de que tudo começa com a estratégia. Fazer o plano funcionar, é um desafio ainda maior do que criar o plano.

Hrebiniak explicou que a execução da estratégia não constitui uma parte comum do trabalho administrativo, ela define a essência desse trabalho. “A execução exige comprometimento e paixão pelos resultados, independente do nível da administração”. O professor enfatizou que ainda sabe-se muito mais sobre planejamento do que sobre realização, sobre a criação da estratégia, do que sobre o seu funcionamento real. E compara a execução da estratégia com uma expressão popular nos círculos de TI: “Lixo dentro, lixo fora”. Os planos ruins e mal concebidos geram resultados ruins. “Os gerentes não podem executar um plano confuso, desfocado ou mal gerado. A estratégia conduz ou afeta um grande negócio, devendo ser desenvolvida com cuidado”. Logo, estratégias fracas resultam em planos fracos de execução. “Uma estratégia ruim gera uma execução deficiente. Estratégias mal-concebidas praticamente garantem resultados deficientes na execução”. E execução começa com uma boa estratégia.

A importância do planejamento

Um bom planejamento auxilia o processo de execução. Da mesma forma, um planejamento insuficiente gera uma implementação insuficiente. “Alguns gestores podem até argumentar que uma boa execução pode compensar uma má estratégia ou um planejamento inadequado. A experiência que tenho, geralmente prova o contrário. A execução de uma má estratégia geralmente é uma proposta que não alcançará o sucesso. Um planejamento insuficiente normalmente conduz o processo de execução para mares conturbados que se tornam cada vez mais difíceis de navegar”.

Os planos de execução no nível corporativo irão a pique ou não darão certo se não receberem suporte corporativo. Para o palestrante, é impossível discutir a execução até que se tenha alguma coisa para executar. Porém, quando a ‘elite’ planeja e vê a execução como algo que está abaixo dela, diminuindo a sua dignidade enquanto alta gerência, a implementação bem-sucedida está comprometida. “A execução não é algo com o qual podemos nos preocupar mais tarde”, alerta.

Estratégias vagas não podem ser facilmente transformadas nos objetivos ou na métrica mensurável tão importantes para a execução. Planos corporativos e empresariais imprecisos inibem a integração dos objetivos, das atividades e das estratégias entre os níveis corporativo e empresarial. “Os administradores que sabem algo da execução da estratégia têm fortes probabilidades de desenvolver uma vantagem competitiva com relação aos que não sabem”.

Obstáculos

Se execução é essencial para o sucesso, por que um número maior de organizações não desenvolve uma abordagem disciplinada em relação a ela? Por que as empresas não dedicam mais tempo desenvolvendo e aperfeiçoando processos que as ajudem a obter resultados estratégicos importantes? E por que muitas empresas não conseguem executar ou implementar bem as estratégias e colher os frutos desses esforços? “A resposta é muito simples. A execução é extremamente difícil. Há obstáculos e dificuldades que se atravessam no processo de execução e comprometem seriamente a implementação da estratégia”, explica Hrebiniak. Entre os obstáculos citados por ele, estão:

- A falta de integração entre o planejamento corporativo e o planejamento dos negócios – Sabe-se muito mais sobre planejamento do que sobre realização, sobre a criação de estratégia do que sobre o seu funcionamento real.

- Os administradores são treinados para planejar, não para executar – Aprende-se a execução na “escola da vida real”, e os caminhos que levam a resultados bem-sucedidos vêm acompanhados de erros e frustrações.

- Deixa-se que “serviçais” cuidem da execução – Todos os gestores são responsáveis por uma execução bem-sucedida, e não se trata de uma tarefa de nível inferior.

- Interdependência entre planejamento e execução – Quanto maior for a interação entre os “fazedores” e os “planejadores” e de suas tarefas, maior será a probabilidade do sucesso da execução.

- A execução demora mais que a formulação – A execução sempre leva tempo e impõe pressão sobre a gerência em busca de resultados. Este tempo aumenta a probabilidade de aparecer novos problemas.

- A execução é um processo, e não uma ação ou uma etapa – Exige muita atenção para funcionar. Os gerentes que buscam uma solução rápida para os problemas de execução vão fracassar nas tentativas de fazer a estratégia funcionar.

- A execução envolve mais pessoas que a formulação da estratégia – Quanto maior for o número de pessoas envolvidas, maior será o desafio que a execução efetiva da estratégia apresentará.

Clique aqui para visualizar o texto na íntegra

,

Deixe um comentário

Gestão Do Medo

Medo

http://www.abtd.com.br – Data da Publicação: 09/04/2009
Por CARLOS HILSDORF

Tudo que você não controla, controla você. Um dos grandes inimigos dos avanços de carreira é o medo, sobretudo o medo de perder aquilo que você já conquistou.

É comum que pessoas em começo de carreira almejem desafios e projetos audaciosos para demonstrarem seu valor e conquistarem seu espaço, mas depois de sucessivas vitórias, depois que alcançam sucesso e um patrimônio moral na profissão, tornam-se temerárias. Quando temos uma biografia repleta de sucessos é comum cairmos na ilusão da nossa impossibilidade de errar na tentativa de não macular nosso “currículo de acertos”.

É exatamente neste ponto onde estagnamos nossas carreiras. Este “patrimônio” a zelar nos torna menos ousados e mais defensivos, comprometendo nossas reais possibilidades futuras. Ocorre o mesmo que no futebol, times que se preocupam somente em defender-se e em “administrar a vantagem” costumeiramente perdem os jogos frente aos times que “não tendo nada a perder”, partem com tudo para o ataque.

Tudo que você não controla (administra), controla você. Em um planejamento estratégico de carreira é necessário contemplar as questões do seu desenvolvimento emocional, da sua evolução em termos da administração de si mesmo, de sua personalidade e temperamento.

Sua carreira é antes de tudo, você!

É você superando obstáculos e desafios e, sobretudo, se auto-superando. Esquecer isso equivale a se esconder, a se tornar low profile e, com isso, minar as suas reais possibilidades de crescimento.

O medo possui uma característica muito particular: aumenta quando você procura disfarçá-lo e só desaparece depois que você desenvolve uma disciplina de enfrentamento contínuo por um razoável período de tempo.

Em seu plano de carreira considere o que você pretende realizar nos próximos cinco anos em termos de:

1) Produtividade, trabalho prazeroso
2) Máximo desenvolvimento das suas habilidades e competências
3) Equilíbrio emocional compartilhado (amor, família)

Cada um destes itens vai apresentar a você seus particulares tipos de medo:

 o medo da rotina, do tédio, da produtividade decrescente.
 o medo dos seus limites e limitações pessoais, até onde realmente pode chegar a sua competência.
 o medo de ser feliz ou perder quem você ama.

Lembre-se, tudo que você não controla, controla você. Se em seu plano de carreira você pensar mais na carreira que em “você na carreira”, poderá perder-se em um doloroso labirinto.

Para administrar seus medos, primeiro você precisa admiti-los, depois conhecê-los melhor e, por último, enfrentá-los. Embora esta seja uma tarefa pessoal e intransferível, você não poderá realizá-la sozinho. Como disse Ernest Hemingway, “nenhum homem é uma ilha”. Conte com o auxílio das outras pessoas, ouça as críticas e feedbacks. Sua imagem de si mesmo será tanto melhor quanto melhor for a qualidade do espelho onde você estiver se observando e este espelho são as pessoas com as quais você se relaciona.

Sucesso é um esporte coletivo, não tente alcançá-lo sozinho porque mesmo que você pudesse consegui-lo a solidão seria insuportável e insustentável.

Não tenha medo de se decepcionar novamente com as pessoas, isso certamente vai acontecer, assim como muitas pessoas também irão se decepcionar com você. O mundo ao nosso redor é feito de expectativas e nós somos pessoas reais, vivendo uma vida real, repleta de desafios e imperfeições a serem enfrentadas. Tenha medo! Ter medo é natural, mas administre seu medo para que ele não controle você. Você é o administrador de sua vida. As circunstâncias são apenas o contexto, a estratégia é sua!

Carlos Hilsdorf

Considerado pelo mercado empresarial um dos melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero (VEJA, “Guia de Carreira”, Ed. 1832). Referência nacional em desenvolvimento humano.

Deixe um comentário

Quem Pode Virar Titular na sua Empresa?

titular

Carlos Cruz

Ao longo dos últimos meses, muito tem se falado sobre a crise mundial, principalmente em relação às conseqüências que ela pode trazer para a economia brasileira. No entanto, fazer hipóteses, previsões e lamentar os prejuízos não resolvem os problemas, pior ainda, os agravam. Em momentos como esse, é preciso analisar o mercado à sua volta e encontrar soluções viáveis, que satisfaçam as necessidades de maneira prática e objetiva. Que tal fazer isso na sua atividade profissional?

No mês de janeiro, acontece a disputa da Copa São Paulo de Juniores, um torneio que dá oportunidades para jogadores jovens, que estão em busca de uma vaga no time titular. Esses atletas estão na categoria de base de seus clubes desde o início de suas carreiras e se apresentam como uma ótima opção para o grupo dos profissionais. Além das habilidades que podem desenvolver dentro da própria equipe que o formou, esses jogadores são o que chamamos de pratas da casa e por isso, possuem um vínculo muito maior com o clube do que qualquer outro profissional.

A saída viável encontrada no esporte para tempos de poucos recursos financeiros para a contratação de talentos já consagrados, também pode ser uma alternativa para as empresas de diversas áreas. Um jovem profissional com pouco tempo de experiência pode apresentar totais condições para assumir um papel de importância dentro de uma companhia. Para isso, é importante desafiá-lo para alcançar resultados, definir metas claras e apresentar quais as possibilidades reais de crescimento na empresa.

É imprescindível traçar um plano de desenvolvimento para que o jovem talento se qualifique. Esse processo vai desde o acompanhamento feito por um Coach até cursos de especialização, que podem garantir o controle emocional e a aquisição de conhecimento técnico para as tomadas de decisão, algo tão necessário em cargos mais estratégicos.

O treinador de futebol sabe reconhecer aquele jogador que é essencial para o êxito do time, ou seja, que chama a responsabilidade para si nos momentos cruciais. Esse tipo de atleta se estimulado e reconhecido, pode alcançar resultados surpreendentes. Em uma empresa não é diferente, portanto, por que desperdiçar talentos que estão ao nosso alcance? Nesse caso, estimule os jovens profissionais por meio de reconhecimento, que variam de feedbacks positivos a remunerações variáveis. Envolva-os na realidade do negócio, solicite idéias e apóie-os na criação de planos de ação. Muitas vezes, as melhores alternativas para enfrentarmos momentos de dificuldades estão ao nosso lado.

Cativar o colaborador, fazer com que ele acredite e confie na sua empresa são trunfos que, além de gerar produtividade, garantem uma relação de lealdade. Trabalhar lado a lado com um profissional por um bom período de tempo permite conhecer diversas de suas qualidades e seu perfil comportamental, que não são possíveis de se identificar imediatamente ao contratar um colaborador através de currículos e entrevistas. A convivência por meio do bom relacionamento traz à tona muitas características importantes, como: dedicação, ética, comprometimento, espírito de equipe e determinação.

A crise, se superada com visão e ação como estratégias, pode servir como um trampolim para profissionais que buscam um lugar de destaque nas empresas que trabalham. Desesperar-se atrás de contratações financeiramente inviáveis e tidas como capazes de “salvar” a empresa, ou apenas realizar demissões em massa, podem ser saídas arriscadas, por isso as novas promessas devem ser observadas como soluções imediatas e não só como alternativas para o futuro. Investir internamente significa, além de poupar gastos, manter todos os colaboradores motivados, engajados e comprometidos com uma visão compartilhada.

titular

Deixe um comentário

A intuição como competência gerencial em face do desenvolvimento tecnológico

ethics

Por Edson Rodriguez – http://www.administradores.com.br

Vocês já pensaram a respeito da rapidez com que as coisas mudam? A pessoa mais velha do mundo, uma senhora japonesa com 118 anos, viu a invenção do automóvel, do avião, da bomba atômica, viu a sociedade transformar-se radical e profundamente em um espaço de apenas 100 anos, sendo ainda que nos últimos anos a velocidade de mudança vem aumentando progressivamente. E onde isso nos leva, em termos de competências comportamentais requeridas no trabalho?

Em 1910, ou seja, em um passado recentíssimo se considerado todo o período coberto pela História, as qualidades mais prezadas e reconhecidas nas pessoas eram relacionadas com previsibilidade, disciplina, submissão, lealdade, estabilidade e manutenção do “status quo”. Isso era perfeitamente compreensível na época, uma vez que:

1 – Havia muito poucos telefones

2 – Não existiam aviões

3 – Não existia fax

4 – Não havia televisão

5 – Não existia Internet

A diferença entre o mundo do século 19 e do início do século 20 era imensa, se comparada com o mesmo período de tempo anterior (séc. 18 para o 19), mas ínfima, se comparada com as transformações que ocorreram dentro da primeira metade do século 20.

Este processo de aceleração em progressão geométrica assumiu proporções inimagináveis a partir de 1950. Bill Gates preconizou que nos próximos 10 anos iremos experimentar um salto tecnológico de magnitude muito, muito maior do que os saltos que já tivemos (novamente a progressão geométrica).

A sociedade está se transformando e essa mudança contínua e cada vez mais acelerada certamente cobra um preço às pessoas. Saímos de uma época em que as características de estabilidade davam o tom comportamental e ingressamos em uma nova era em que a audácia, a capacidade de correr riscos, a adaptabilidade e a flexibilidade passam a ser mais e mais requeridas.

Entretanto, o perfil das pessoas não mudou. Elas continuam tendo as mesmas características de sempre, o que é paradoxal, porque são elas as responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico que transformou e continuará a transformar a sociedade. A rapidez com que isso acontece é algo a se pensar porque o ser humano tem limitações quanto à sua capacidade de assimilar mudanças radicais no estilo de vida em sociedade. O homem resiste à mudança. Sempre resistiu.

Assim, caímos em um paradoxo. Há um limite para a aceleração no processo de mudanças? Alguém já disse que o limite para mudanças profundas na sociedade e no modo de vida, está no espaço de uma geração pelo menos, para que essas mudanças se solidifiquem. Isso significa um período de 25 anos aproximadamente. Teoricamente, a Humanidade não conseguirá assimilar mudanças radicais em períodos mais curtos que isso.

Atualmente, há uma nítida sensação de que estamos no máximo de nossa capacidade de assimilar mudanças enquanto sociedade. O volume de informações novas, de tecnologias, de conceitos a serem aprendidos, reciclados, atualizados, é absolutamente enorme! Há alguns especialistas em gerenciamento que acreditam inclusive que o desenvolvimento da intuição como característica gerencial torna-se importantíssimo nesse início de milênio. E porque a intuição? Porque é praticamente impossível a um ser humano estar sintonizado em todas as áreas de conhecimento e informação.

Líderes intuitivos, gerentes com uma boa capacidade de olhar para a frente e “sentir” o caminho, as tendências, tomar decisões em cima de um mix de informações e intuição são muito considerados, principalmente quando acertam. O uso da intuição, como instrumento de gerenciamento é certamente polêmico, mas faz-se necessário e o aprendizado passa pelo velho método da tentativa e erro. Uma característica de muitas organizações hoje é a de encorajar que as pessoas cometam erros tomando decisões. Algo como “ações não são puníveis, mas omissões sim”. Trata-se de uma política de risco calculado, e um dos objetivos é o de desenvolver a intuição, visto que em situações de pressão (que se tornam cada vez mais freqüentes na rotina profissional) o indivíduo muitas vezes só terá esse recurso para lançar mão. Isso exige muita autoconfiança e grande capacidade de adaptação, como já foi dito.

De qualquer modo impõe-se hoje uma necessidade muito clara: mais do que nunca, o reconhecimento da necessidade de mudança e adaptação é necessário para fazer frente aos desafios do nosso cotidiano cada vez mais vertiginoso. Quanto mais clara esta necessidade estiver tanto para as pessoas como para as organizações, mais preparadas elas poderão estar para conviver e se sobressair nesse novo ambiente.

Edson Rodriguez é consultor em Gestão de Pessoas e Orientação Profissional, coacher gerencial, autor dos livros “Conseguindo Resultados através de Pessoas”, “Futebol para Executivos” e “Por que alguns vendedores vendem mais que os outros?”. É sócio e Diretor da Your Life do Brasil(www.yourlife.com.br), empresa voltada à orientação profissional via Web, além de sócio e Vice Presidente da Thomas Brasil

2 Comentários

Como gerir pessoas a partir do perfil comportamental

empresario

Victor Martinez

Hoje, de acordo com a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) o Brasil tem aproximadamente seis milhões de empresas e um milhão de profissionais que atuam em gestão de pessoas, seja em recursos humanos, ou como supervisores, gerentes, diretores ou presidentes.

É um número pequeno, comparado à nossa população, mas é evidente que crescerá ainda mais nos próximos anos. Além disso, pequenas e médias empresas também estão atentas à importância da gestão de pessoas, pois o capital humano é o bem mais precioso atualmente. Isso sem falar que várias áreas como logística, transportes, jurídica, tecnologia, entre outras, estão despertando para a necessidade dessa atividade, já que a produtividade está diretamente ligada às pessoas satisfeitas e felizes dentro das companhias.

Porém, gerir pessoas não é só criar sistemas de benefícios, fazer relatórios, ou outras atividades rotineiras. Vai muito além, pois é preciso saber como gerir e, mais importante que isso: conhecer os colaboradores a fundo e permitir que as pessoas certas estejam nos cargos certos. Além de evitar turn overs, agir com sabedoria torna o clima organizacional muito
mais agradável.

Mas para isso, é importante seguir algumas dicas importantes:

  • Além do currículo, na hora de contratar, o gestor precisa saber qual é o perfil comportamental adequado para o cargo. E isso pode ser obtido com importantes soluções tecnológicas bastante acessíveis para empresas de todos os portes, hoje em dia. Entre elas, estão diversas modalidades de relatórios, que se utilizam do PPA (Análise de Perfil Pessoal), que provê uma percepção ampla sobre o comportamento dos indivíduos no trabalho, respondendo a questões como: quais são seus pontos fortes e limitações? Eles têm iniciativa? Como se comunicam? O que normalmente os motiva?
  • Se um colaborador não está produzindo de acordo com as metas, em vez dedemitir, procure saber qual é o seu perfil comportamental e, se possível,mude-o de posição. Além de economizar com indenizações, etc., a pessoa já conhecerá os valores da empresa;
  • É importante conhecer o perfil comportamental de toda a equipe gerida,assim o gestor pode ter uma visão macro de seus colaboradores, que vai alémdas competências profissionais de cada um deles;
  • Em momentos críticos, como cortes de colaboradores, por exemplo, é fundamental avaliar o comportamento dos envolvidos. Dessa maneira, o gestor consegue saber quem são os funcionários com potencial a ser aproveitado e podem demitir outros que não tenham um comportamento adequado. Além de evitar injustiças, mantém os profissionais certos na empresa.

As ferramentas atuais para ajudar os gestores estão cada vez mais modernas e com custos reduzidos, assim todos podem otimizar suas gestões, a exemplo de grandes empresas que fazem isso há muitos anos.

Victor Martinez é especialista em treinamentos comportamentais e gestão de pessoas. É CEO da Thomas Brasil e Vice-presidente de Operações da Thomas International Latinoamericana. Ainda é palestrante e consultor de empresas de grande porte, como Pirelli, Pfizer, Gol, Yamaha, Telemar, entre outras.

1 comentário

Você se comunica bem?

comunicacao

Fonte: Reinaldo Polito

Este teste foi elaborado com o objetivo de permitir que você reflita sobre os aspectos mais relevantes da comunicação. Não encare o resultado como definitivo e único, apenas aproveite para ponderar como você está se saindo. Avalie as questões da maneira mais abrangente que puder. Para fazer um bom diagnóstico responda de maneira sincera, como você realmente se comporta e não como acha que deveria se comportar.

1) Você se prepara sempre para falar levando em conta as aspirações (benefícios financeiros, segurança, poder, prestígio…) e características dos ouvintes (nível intelectual, conhecimento sobre o assunto, faixa etária…)

A ) Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

2) Você fica tenso antes de falar ou diante do público (mãos frias ou trêmulas, coração acelerado, voz enroscada na garganta, branco…) e, por isso, chega a comprometer o resultado da apresentação (trunca o raciocínio, mistura informações, esquece da sequência…)

A ) Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

3) Quando você fala em público, sua gesticulação é moderada e enfatiza o que está dizendo (os gestos acompanham o ritmo e a cadência da fala, alterna a posição de apoio, fica bem posicionado…)

A ) Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

4) Você alterna a velocidade da fala e o volume da voz para produzir um ritmo agradável à apresentação

A ) Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

5) Você planeja bem o começo, o meio e o fim de suas apresentações (sabe o que dizer no início para conquistar os ouvintes, esclarece qual é o assunto, explica o problema, usa argumentos na solução, afasta resistências, conclui de maneira correta)

A )
Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

6) Você deixa de prestar atenção na conversa ou na palestra porque se distrai com o som da voz, os vícios de linguagem ou no tipo de roupa de quem fala (presta atenção em itens que fogem do tema)

A ) Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

7) Se você associar a imagem de quem fala com a de alguém que você conhece deixa de prestar atenção na mensagem


A )
Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

8) Você começa a falar quando outra pessoa ainda está falando e atravessa a conversa

A )
Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

9) Você não consegue se lembrar do nome das pessoas com as quais acabou de conversar

A )
Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

10) Já deixou de fazer trabalhos porque não conseguiu se lembrar das orientações que recebeu (do chefe, do professor, dos pares…)

A ) Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

11) Geralmente aceita como verdadeiros e não questiona dados estatísticos e resultados de pesquisas (em palestras, reuniões, conversas, leituras…) e as repete em suas apresentações

A ) Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

12) Já fez observações sem perceber que o assunto já havia sido tratado
A ) Sim
B )
De vez em quando
C ) Não

Calcule os pontos

Em sua opinião, mediar conflitos significa:

Respostas/Questões
A
B
C
1

5

2

1

2

1

2

5

3

5

2

1

4

5

2

1

5

5

2

1

6

1

2

5

7

1

2

5

8

1

2

5

9

1

2

5

10

1

2

5

11

1

2

5

12

1

2

5

Resultado do teste:

De 51 a 60 pontos
A qualidade da sua comunicação é excelente, parabéns! Você considera os ouvintes e procura sempre planejar suas apresentações de acordo com o tipo de platéia que terá pela frente. É atencioso, retém com facilidade as informações relevantes e sabe como conduzir bem uma conversa.


De 42 a 51 pontos

Você se comunica bem. Com um pouco mais de concentração e preparo você terá o domínio dos aspectos mais importantes da comunicação. Sua preocupação em adequar a mensagem aos ouvintes permite que obtenha bons resultados com suas apresentações. Com certeza é uma pessoa agradável e sempre bem recebida nas conversas.


De 36 a 42 pontos

A luz amarela está acesa para a sua comunicação. Você costuma ficar desatento e não se prepara de maneira conveniente para falar diante das pessoas. Precisa aperfeiçoar os aspectos essenciais da comunicação, como a voz o vocabulário, a gesticulação e a ordenação da fala. Tem potencial para ser aproveitado, mas deve se dedicar bastante para se aprimorar.

Menos de 36 pontos
A qualidade da sua comunicação é deficiente. Você não sente prazer em ouvir as pessoas e só se preocupa com o que deseja falar. Cuidado porque os grupos começarão a torcer o nariz quando você se aproximar. Como não se prepara para falar em público corre o risco de passar mensagens inadequadas para a platéia que irá ouvi-lo. Ainda há tempo de se recuperar, mas precisa estudar e treinar muito e passar a se interessar de forma mais sincera pelas pessoas.

Fonte: Reinaldo Polito

2 Comentários

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 99 outros seguidores