Posts filed under 'Seleção e Recrutamento'

Caçando Talentos

alvo

Mello Jr.

Existem muitas dúvidas sobre a forma de captação de talentos no mercado envolvendo questões como ética, profissionalismo, entendimento do que seja talento, onde encontrar, como buscá-los. Uma certeza nós somos unânimes: talentos estão trabalhando, seja por conta própria, tocando algum projeto ou empregado e é importante considerarmos que os bons estarão sempre colocados. Ou será diferente na sua empresa? Acredite, neste momento alguma outra empresa está de olho nos seus melhores profissionais, pode até ser seu concorrente.

O mercado é um negócio aberto em todos os sentidos e profissionais vem e vão, por isso, cabe a empresa criar mecanismos para a chamada retenção de talentos, com propostas bem definidas e sérias que favorecem ambos – empresa e empregado. Apesar de já discutirmos esse assunto ainda vejo como grande dificuldade para boa parte das empresas que sequer sabem definir que habilidades um profissional precisa apresentar para fazer parte do seu quadro funcional. Algumas têm programas de retenção de talentos que contemplam profissionais que tornaram os empresários verdadeiros reféns, deixando de premiar os que realmente são talentos. O que relato são os casos de empresas com dificuldades de planejamento e discussão de um programa que defina e socialize internamente mantendo e atraindo novos talentos.

O assunto é muito amplo e complexo, mas desta vez, quero focar na contratação visando captar os melhores. Como sua empresa chama para uma contratação – colocam na mídia, fazem a divulgação ‘boca a boca’, optam por indicações ou apadrinhamentos, utilizam cartazes? Isso faz diferença na hora de motivar profissionais a enfrentarem desafios. A melhor forma é elaborar, planejar o processo de recrutamento e seleção, onde se pensa e realiza as ações através de várias etapas que vão desde a descrição de cargos, perfil desejado, adequação da remuneração de acordo com o mercado, perspectiva de crescimento médio e longo prazo. Se quisermos os melhores precisamos oferecer as melhores condições de trabalho e realização profissional, requer maior investimento em alguns casos, porém traz maior responsabilidade e comprometimento.

A própria definição por si só já identifica o processo: SELEÇÃO. Este mecanismo inclusive ameniza a questão ética de mercado, pois se um funcionário do concorrente se inscreve para participar da seleção não há nada contra quem seleciona, já que é livre iniciativa de quem se oferece para ser selecionado. Cabe ao atual empregador ver os motivos que fizeram seu profissional querer sair e nesta situação podem surgir várias propostas de aumento, melhorias das condições de trabalho e cargos de gerências para reverter o quadro e não perder o talento. É lamentável que não se tenha percebido ou dado atenção à insatisfação do funcionário e agora se chegue a várias alternativas, muitas vezes desestimulando ainda mais pela falta de reconhecimento, avaliando como solução tardia.

Um processo de seleção deve ser encarado como um projeto e muito bem conduzido. Em caso de saída de outra empresa pode-se oferecer um período de garantia de contrato para que ele tenha segurança e possa mostrar sua capacidade e conhecimento. Talentos gostam de desafios e um projeto bem definido e com seriedade com certeza atrairá muita gente boa. Profissionais querem trabalhar em projetos, alguns inclusive montam seus projetos de vida a partir de um desafio profissional. Por isso imagine: sua empresa divulga que está contratando uma quantidade de pessoas para determinadas funções, pois irá inaugurar nova loja. Irá chamar atenção principalmente se a atual for referência. Mas será que se sua empresa apresentar o projeto para a nova loja, o mercado, expectativa de crescimento, metas, novas funções fará diferença na atração de talentos?

Para finalizar: ao fazer um processo de seleção deixe aberto para que os profissionais da casa possam participar. Isso traz credibilidade.

Add comment Abril 30, 2009

Sobrevivendo em Épocas de Mudanças e Crises

sobreviver

Sonia Jordão

Diz um ditado popular: “Se continuarmos fazendo o que sempre fizemos, vamos continuar obtendo o que sempre obtivemos”. Geralmente em tempos de crise, quando há algum risco, precisamos assumir nossas responsabilidades, ser ágeis, capazes de comunicar e antecipar os acontecimentos. Crises têm sido uma constante em todos os âmbitos, por isso não é bom que sejam vistas como catástrofes; mais adequado seria que a considerássemos como uma purificação ― que, aliás, é o significado etimológico da palavra crise ― momento de crescimento. A vida é cheia de altos e baixos, por isso nos períodos bons precisamos nos preparar e nos guardar para os períodos ruins.

Os trabalhadores precisarão se ver como empresários independentes, ter uma marca especial: “você”. Terão que “vender” seus serviços, seu trabalho. Mesmo sendo para um só cliente: seu patrão.

Nesse mundo globalizado, fazemos diversas escolhas, mas precisamos aprender a nos conhecer, a gerir nossos atos e a nós mesmos. Em breve, muito do que sabemos hoje não será tão importante. O difícil é saber o que esquecer. Temos que gerenciar o presente, esquecer as coisas do passado de maneira seletiva e procurar ter combustível suficiente para o futuro. É importante entender que atualmente o conhecimento tem “prazo de validade” cada vez menor. Por isso, precisamos identificar nossas prioridades.

É bom aprender a fazer perguntas, perguntar o que ninguém perguntou e perguntar as coisas certas. Imagine-se em um deserto com uma lâmpada mágica como a do Aladim. Você esfrega e aparece o gênio lhe concedendo um pedido. Você mais que depressa fala: “Quero a melhor mulher do mundo”. Imediatamente aparece a Madre Tereza de Calcutá. Era isso que você queria? Saiba o que perguntar e o que falar, caso contrário agüente as conseqüências.

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Add comment Dezembro 9, 2008

Headhunter: Caçador de Talentos

Viviane Macedo

Com certeza você já ouviu falar em headhunter, mas você sabe, realmente, o que esse profissional faz?

Se traduzirmos literalmente, headhunter significa “caçador de cabeças”. Mas, na verdade, ele é muito mais que isso. Podemos dizer que headhunter é um caçador de talentos, ou especialista em recrutamento. Ele parte em busca de grandes potenciais, a fim de encontrar a pessoa certa para ocupar um importante cargo na empresa que contratou seus serviços. Geralmente, essa empresa precisa que a contratação seja rápida e sigilosa.

COMO ACONTECE

Muitas empresas, quando precisam buscar um talento específico, que vá ocupar um cargo de importância estratégica, optam por contratar os serviços de um headhunter. A companhia procura escolher um profissional que seja de sua confiança, pois esse trabalho precisa de muita descrição e responsabilidade.

Após a escolha do headhunter, o gestor responsável pela vaga esclarece qual o perfil da vaga que será preenchida e quais são os requisitos que deve ter o profissional a ser “caçado”. Enfim, na reunião de briefing, requisitante e recrutador traçam um perfil completo do colaborador desejado, da vaga e de todas as necessidades da empresa com relação à contratação.

O papel do headhunter, nessa hora, é extrair todo tipo de informação para tornar a sua busca mais fácil e precisa, pois o próximo encontro com o requisitante já deverá ser para apresentar um “short list” – isto é, uma relação de candidatos pré-selecionados, escolhidos pelo recrutador de acordo com as exigências da empresa e o perfil da vaga.

“Num curto espaço de tempo, nós oferecemos profissionais extremamente qualificados e, praticamente, com 100% de aderência ao perfil que a empresa está precisando”, explica Ricardo Nogueira, headhunter da Case Consultores, consultoria de recrutamento.

EXISTE UMA FORMAÇÃO ESPECÍFICA?

Não. Segundo Ricardo Nogueira, não há um curso para formação de headhunters, pois essa profissão vai muito além de aulas ou explicações. Um headhunter pode ser formado em diversas áreas, mas há alguns fatores que realmente fazem a diferença para o sucesso na carreira: a rede de contatos, uma visão ampla de mercado e, principalmente, habilidade e agilidade em lidar com pessoas.

“Headhunter não é uma profissão na qual a universidade forma. O que faz um bom headhunter é o conhecimento de mercado. Presume-se que quando uma empresa contrata um headhunter é porque ela confia na rede de relacionamentos que ele tem e na habilidade dele em caçar, em ir ao mercado e encontrar a pessoa certa”, afirma Nogueira.

A BUSCA POR PROFISSIONAIS

Algumas ferramentas são utilizadas por headhunters para conseguir, num tempo relativamente curto, os profissionais adequados para a vaga aberta. A rede de contatos é a principal aliada nessa hora. É por meio dela que o recrutador consegue, em muitas ocasiões, entregar mais de um profissional no perfil da vaga apenas 24 horas depois de obter o briefing com o gestor responsável. “Isso se chama agressividade de mercado”, conceitua Nogueira.

Geralmente, o headhunter é bastante assediado por executivos que estão à procura de uma oportunidade, o que contribui muito para o seu trabalho, pois por meio desses contatos espontâneos sua base de dados é ampliada consideravelmente.

Outra ferramenta utilizada – e que tem um retorno muito favorável – é o anúncio em revistas específicas, que dá ao headhunter grandes chances de atingir seu público-alvo. Além disso, o anúncio dá uma boa visibilidade para a empresa contratante (caso a vaga não seja confidencial) e para a consultoria que está trabalhando no processo de recrutamento.

A Internet também é uma boa ferramenta: tanto o site da consultoria em que o headhunter trabalha como sites de anúncios de vagas de empregos e currículos são muito utilizados para encontrar o profissional desejado.

“Tenho um caso muito interessante. Nós investimos num anúncio na Revista Exame e recebemos 400 currículos como resposta, um material excelente, altos executivos. Mas, no fim, nós contratamos para a vaga de presidente de uma grande empresa um candidato cujo currículo encontramos no site da Catho Online, conta Nogueira.

TAREFA ÁRDUA, MAS PRAZEROSA

Pode parecer que não, mas ter um perfil traçado para encontrar um profissional não é uma tarefa fácil e, em determinadas situações, o headhunter precisa pesquisar em diversas partes do mundo para encontrar um profissional que se enquadre no perfil traçado pela empresa contratante:

“Houve uma vaga muito difícil que eu fiz, mas fechei-a com grande êxito. Foi para uma multinacional buscando um engenheiro mecânico com experiência em robótica. Era uma pessoa que ia trabalhar com ferramenta de precisão para a indústria automobilística. Tratava-se de um mercado muito fechado e essa pessoa tinha, inclusive, que falar japonês. Não foi uma vaga fácil, mas fazendo mapeamento de mercado, pesquisando em lugares específicos, conseguimos fechar a vaga com um ótimo profissional que encontramos no México”, conta Nogueira.

Posições que demandam alto conhecimento tecnológico, ou idiomas como o japonês e o mandarim, são as mais difíceis para um headhunter preencher. Mas, apesar das dificuldades encontradas, Ricardo garante que a profissão é gratificante:

“Eu sempre ligo para alguém para oferecer um emprego. Eu não ligo para pedir ou vender nada. Eu ligo para fazer uma boa proposta, e isso é muito gratificante para mim.”

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Add comment Outubro 1, 2008

Seleção por Competência: Uma Ferramenta Diferenciada para Captação de Talentos Humano

Maria Odete Rabaglio

Muito se tem publicado sobre Gestão por Competências, porém uma área específica e de grande importância para as Organizações, ficou esquecida, de modo que este artigo tem o objetivo de atender aos Selecionadores de Talentos Humanos apresentando as técnicas e ferramentas mais atualizadas do mercado, e que podem ser utilizadas para qualquer cargo, do operacional ao executivo.

A Seleção por Competências tem como benefício, a objetividade e o foco que outras metodologias de Seleção não oferecem.

Uma construção, para ser edificada com segurança, precisa ter uma base sólida e bem planejada, assim acontece com esta metodologia, cuja base é o Perfil de Competências.

O primeiro passo da metodologia é a construção de um Mapeamento de Competências, isto é, o Perfil de Competências (PC) do cargo ou função. Caso o perfil já exista, deverá ser atualizado, consultando área requisitante, clientes internos, etc. A metodologia mostra o passo a passo para obter um perfil consistente, atualizado e detalhado, chegando às competências imprescindíveis para o cargo através de indicadores de Competências, dispensando todas as “achologias” e “achômetros” muitas vezes utilizadas para montar um perfil inconsistente.

Com base no Perfil de Competências (PC) é possível elaborar a Entrevista Comportamental e os Jogos com foco em Competências que são as duas ferramentas propostas pela metodologia.

A Entrevista Comportamental é uma entrevista personalizada. Cada PC gera uma entrevista específica. Nesta entrevista não se recomendam as perguntas hipotéticas, fechadas, de múltipla escolha, indutivas, etc. Não interessa saber como o candidato resolveria, solucionaria, administraria, nenhuma situação. Perguntas tais como:

  • “Me fale sobre você”
  • “Fale três características suas positivas e três negativas”
  • “O que gostaria de fazer daqui a dois anos, cinco anos, dez anos”
  • “Como você agiria se fosse seu líder?”
  • “O que você faria se tivesse uma incompatibilidade com seu subordinado?”


Grande parte dos candidatos já vai para as entrevistas com respostas prontas para este tipo de pergunta, e quando encontra um profissional de seleção que se utiliza de “Perguntas Comportamentais com foco em Competências”, muda toda a dinâmica da entrevista e este profissional tem oportunidades muito maiores de conhecer mais profundamente o comportamento do candidato, fazendo “Perguntas abertas específicas, com verbos de ação no passado”, isto é investigando comportamentos passados em situações específicas da função, perguntas comportamentais que o ajudarão a investigar a presença ou ausência de competências específicas do PC no comportamento do candidato. No livro “Seleção por Competências” temos uma grande relação de competências, com seus indicadores e perguntas comportamentais que ajudará o “Caça Talentos” a absorver com muita facilidade a metodologia e implantar na sua empresa, independente da empresa ter ou não implantado Gestão por Competências.

Os Jogos com foco em Competências são criados ou escolhidos criteriosamente para observar a presença ou ausência de Competências do PC, no comportamento presente do candidato.

No jogo as pessoas reproduzem comportamentos do dia-a-dia, até mesmo sem perceber. Por isso é uma poderosa e preciosa ferramenta de observação de comportamentos no processo de Seleção de Pessoal. É claro que deve ser usada seguindo critérios rigorosos, sem os quais perderia sua eficácia.

Esta fase do processo seletivo conta com participação do requisitante como observador, e o livro deixa bem clara, a participação da área requisitante em todo o processo seletivo para que os objetivos sejam alcançados em conjunto, e que a responsabilidade de uma seleção bem planejada e realizada é da parceria entre área de Seleção e área requisitante. Veja no livro os mandamentos do requisitante.

Algumas vantagens da Seleção por Competências:

  • Seleção feita com mais foco, mais objetividade e por um processo sistemático.
  • Maior facilidade para prever o desempenho futuro.
  • Maior garantia de uma contratação de sucesso.
  • Boa adequação do profissional à empresa e à atividade a ser desempenhada » Turnover mais baixo e melhora na produtividade
  • Evita prejuízos com reabertura de processos seletivos e com funcionários ineficientes.
  • Diminui a influência de opiniões, sentimentos ou preconceitos dos selecionadores.
  • O candidato tende a não mentir, pois deve citar um fato que realmente ocorreu.
  • Fornece dados concretos sobre desempenho do candidato, facilitando o feedback para o candidato.
  • Fortalece a parceria entre área requisitante e área de Seleção
  • A área de Seleção ganha maior credibilidade junto aos seus clientes requisitantes.
  • A área de Seleção faz um marketing positivo da empresa junto aos candidatos, passando uma imagem de profissionalismo, ética e respeito pelo ser humano.


Tendo em vista a ênfase dada pela metodologia na parceria entre Seleção e Requisitantes, o livro é indicado não somente para área de Seleção e Recursos Humanos, mas para toda liderança que desempenha o papel de requisitante de vagas junto à área de seleção da Organização.

Add comment Setembro 5, 2008

Como Fazer um Bom Marketing Pessoal

Wagner Campos

Certamente isso já fez parte de sua vida ou você já presenciou situações em que apesar de fazer tudo certo, alguém que tinha a mesma função dentro da empresa e exercia as mesmas atividades ou responsabilidades foi promovido, conseguiu aumentos salariais e freqüentemente é citado como exemplo, enquanto você nem ao menos é lembrado, e às vezes sente-se desvalorizado e sem reconhecimento.

Sinto-me na obrigação de dizer que o grande culpado por isso tudo pode ser você mesmo. Exceções à parte, o que provavelmente esteja ocorrendo é a falta de seu marketing pessoal. E o que é isso?

Quando falamos de um produto, sabemos que existem esforços para que ele seja notado, apreciado e adquirido. São os esforços de marketing. Meios que visam potencializar as vendas dos produtos, utilizando a divulgação através da promoção, propaganda, embalagem etc.

O marketing pessoal é a mesma coisa, porém em benefício de sua própria carreira. É fazer-se notado! Não simplesmente ser notado, mas ser notado por suas qualidades, habilidades e competências. Não é ser o chamado “puxa- saco”.

Ser notado desnecessariamente e por suas “aparições” tolas é péssimo, uma vez que será lembrado, com freqüência, que não é um bom profissional. Neste caso, aquele ditado: “falem mal, mas falem de mim” não é um bom lema, uma vez que falar mal significa comentar que você não é a pessoa ou o profissional ideal.

Então, o que devemos fazer para termos um bom marketing pessoal e sermos reconhecidos e valorizados, obtendo assim o sucesso e a realização profissional?

Seguem algumas dicas:

1. Você deve ter liderança, desenvolvendo assim habilidades de influenciar pessoas e ser um formador de opinião.

2. Deve transmitir confiança aos seus chefes e companheiros de trabalho. Deve ser a pessoa que todos sabem que se algo precisa ser bem feito, tem que ser feito por você.

3. Precisa saber o que está fazendo e porque está fazendo. Fuja de fazer apenas algo que mandam fazer, sem saber do que se trata. Diferencie-se, torne-se um especialista em suas atividades e o motivo para a execução delas.

4. Saiba trabalhar em equipe e administrar conflitos. Mesmo que você tenha mais habilidades em determinadas atividades, colabore para o desenvolvimento de seus colegas de trabalho. Afinal, uma equipe coesa produz mais, melhor e com maior satisfação.

5. Saiba valorizar seu trabalho e apresente bons resultados. Tenha uma boa visibilidade. Sempre que tiver oportunidade, além dos resultados apresente seus projetos e idéias, mesmo que informalmente.

6. Seja uma pessoa otimista e bem-humorada. Ninguém gosta de rabugentos, aqueles profissionais cuja presença faz murchar até o pequeno cacto ao lado da mesa. Pessoas otimistas e bem humoradas proporcionam um ambiente agradável e irradiam bem- estar a todos à sua volta.

7. Faça um bom planejamento de onde pretende chegar. Qual situação que almeja profissionalmente, e tenha paciência. Tudo acontecerá ao seu tempo desde que, obviamente, você direcione seus esforços para realizar-se, conforme o planejado.

E lembre-se: se estiver participando de um processo seletivo ou de seu primeiro emprego através de um estágio, saiba o que você pode oferecer para a empresa. Não vá para aprender, mas para contribuir. A empresa quer resultados e não é uma escola. Com certeza você aprenderá muito na organização e obterá excelentes experiências, mas isso deverá ser conseqüência de seu trabalho e não apenas um processo de aprendizado.

Add comment Agosto 18, 2008

O Conceito de Competência

Flavio Farah

1. HISTÓRICO

O movimento em favor do uso das competências começou em 1973, com a publicação do artigo Testing for competence rather than for “intelligence” pelo psicólogo norte-americano David McClelland.1 Nesse trabalho, McClelland condenou o uso dos testes de aptidão e de inteligência na avaliação de estudantes e na seleção de candidatos a emprego sob o argumento de que esses testes não conseguiam prever o sucesso em situações de vida fora da escola e, em particular, o sucesso profissional, por não haver correlação entre o resultado alcançado nesses testes e o desempenho no trabalho.

McClelland defendeu a substituição dos testes de aptidão e de inteligência por testes de competência, alegando que estas seriam medidas mais adequadas para prever o desempenho no trabalho do que os testes tradicionais. O autor não definiu expressamente o termo competência, adotando-o apenas como “símbolo para uma abordagem alternativa aos tradicionais testes de inteligência”.2 Ele forneceu, porém, algumas indicações de como deveriam ser os novos testes.

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1 comment Agosto 11, 2008

Empresas Reforçam a Atenção dos Clientes

Para atrair cada vez mais clientes, as empresas precisam antes dedicar mais atenção à conquista de seus funcionários.

Gustavo Campilhogustavo@gaflogistica.com.br / www.gaflogistica.com.br

Notamos hoje que estamos na era de as empresas voltarem seus estudos para um atendimento mais deferenciado para o cliente, e o mesmo passando a ser o principal objetivo a ser alcançado pela instituição.

A conquista desses clientes, mesmo que não sejam muito especiais, porém, passa a ter um tratamento de excelência, somente será completa e irreversível a partir do momento em que o cliente se sentir totalmente satisfeito.

Ele deverá e poderá acreditar seriamente que é o interesse maior em uma empresa.

Para isso necessitamos de um tratamento ao cliente feito por pessoas que acreditam no que estão fazendo. Os funcionários que se dedicarem a essa missão deverão gostar muito daquilo que estão fazendo.

Além disso, deverão acreditar na empresa, no produto e ainda zelar pela empresa. Enfim, suar a camisa por ela.

E para que isso seja realidade numa empresa o tratamento e o relacionamento entre a empresa e os seus empregados, de todo e qualquer setor, tem de ser também de excelência.

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Add comment Agosto 11, 2008


 

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