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	<title>Gestão de Pessoas</title>
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	<description>Este BLOG visa compartilhar informações sobre Gestão de Pessoas no intuito de ampliar o conhecimento e favorecer uma discussão ampla a respeito do tema.</description>
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		<title>Gestão de Pessoas</title>
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		<title>Especialista apresenta novo conceito de RH</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Competências]]></category>
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O LIBERAL &#8211; http://www.oliberal.com.br/
Na empresa com perspectiva de futuro, os funcionários têm visão de agregação de valor, por isso, seja em grandes corporações empresariais, médias ou pequenas empresas, todos devem ter espírito de empreendedorismo. A análise é de um dos maiores especialistas em Gestão de Recursos Humanos no Brasil, Nelson Savioli. Superintendente-executivo da Fundação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=533&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#000000;"><span class="Apple-style-span" style="border-collapse:separate;font-family:'Times New Roman';font-size:medium;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;letter-spacing:normal;line-height:normal;orphans:2;text-indent:0;text-transform:none;white-space:normal;widows:2;word-spacing:0;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:13px;line-height:16px;text-align:justify;"> </span></span></span></p>
<p style="text-align:right;"><strong>O LIBERAL</strong> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="border-collapse:separate;color:#000000;font-family:'Times New Roman';font-size:medium;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;letter-spacing:normal;line-height:normal;orphans:2;text-indent:0;text-transform:none;white-space:normal;widows:2;word-spacing:0;"><span class="Apple-style-span" style="font-family:arial,sans-serif;font-size:13px;"><a style="color:#2a5db0;" href="http://www.oliberal.com.br/">http://www.oliberal.com.br/</a></span></span></p>
<p><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:x-small;"><a href="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/11/empreendedorismo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-534" title="empreendedorismo" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/11/empreendedorismo.jpg?w=283&#038;h=293" alt="" width="283" height="293" /></a></span></span></span>Na empresa com perspectiva de futuro, os funcionários têm visão de agregação de valor, por isso, seja em grandes corporações empresariais, médias ou pequenas empresas, todos devem ter espírito de empreendedorismo. A análise é de um dos maiores especialistas em Gestão de Recursos Humanos no Brasil, Nelson Savioli. Superintendente-executivo da Fundação Roberto Marinho (FRM), ele proferiu a palestra &#8216;Liderança estratégica orientada ao mercado&#8217;, durante o VI Congresso de Gestão de Pessoas da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), no Hotel Hilton Belém.</p>
<p>Segundo Savioli, os princípios da gestão de pessoas são os mesmos em todo o mundo, mas a operacionalização da administração é que deve ser adaptada às regiões onde é aplicada. No entanto, ele explicou que administrações com estilo autoritário são totalmente desaconselhadas, seja nos Estados Unidos, Pequim, Belém ou qualquer outro lugar. Neste aspecto, o papel do profissional de RH é fundamental, analisou, pois cabe a ele a função de orientar e influenciar as empresas a trabalhar com espírito de empreendedorismo.</p>
<p>Para isso, disse o especialista, a empresa deve incentivar os trabalhadores para que tenham iniciativa e proponham mudanças e ideias sobre projetos, entre outros aspectos. Para Savioli, os funcionários não podem ser meros cumpridores de ordens. Se começarem a atuar de forma mais empreendedora, tornam-se mais participativos, com tendências de se tornarem também mais motivados.</p>
<p>Ele citou alguns segmentos de empresas no Brasil que aplicam técnicas modernas de gestão, como indústrias de cosméticos, por exemplo, que já se planejam pensando na preservação do meio ambiente e no futuro do planeta, com o uso mais racional da água nas técnicas de produção, a implantação da coleta seletiva do lixo no ambiente de trabalho e a troca do uso de copos descartáveis por canecas de vidro, dentre outras. &#8216;São gestos que, a princípio, podem parecer pequenos, mas que fazem a diferença nas administrações modernas&#8217;, explicou Savioli.</p>
<p>Ele classificou as empresas atuais no mundo todo como inteligentes e menos inteligentes. As primeiras estão atentas às mudanças que acontecem no mundo e as outras nem pensam nas novas técnicas de modernização de gestão, apenas em garantir uma boa produção e distribuição de seus produtos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">192.168.28.216</div>
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		<item>
		<title>Seja CEO da sua carreira e, depois, da empresa dos seus sonhos</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Competitiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Carlos Cruz &#8211; www.administradores.com.br
Por isso, o jovem inicia sua carreira com o olhar direcionado para os altos cargos. Dentre eles, o posto de CEO (Chief Executive Officer ou, em português, Diretor Executivo) é o mais desejado. Ao contrário do que muitos pensam as competências e talentos necessários para ocupar um cargo como esses podem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=529&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="text-align:right;">Por <strong>Carlos Cruz</strong> &#8211; www.administradores.com.br</div>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-530" title="freeimages.co.uk workplace images" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/09/carreira.jpg?w=300&#038;h=225" alt="freeimages.co.uk workplace images" width="300" height="225" />Por isso, o jovem inicia sua carreira com o olhar direcionado para os altos cargos. Dentre eles, o posto de CEO (Chief Executive Officer ou, em português, Diretor Executivo) é o mais desejado. Ao contrário do que muitos pensam as competências e talentos necessários para ocupar um cargo como esses podem ser executados em qualquer etapa da carreira. Na verdade, quanto mais cedo se põe em prática, mais chances o jovem terá de realizar o sonho de um dia assumir a liderança de uma empresa.  Na verdade, poucos sabem o que faz um CEO e alguns até se questionam se ele é uma espécie de “Super Homem” dentro das organizações. Será que é? A resposta é simples: não. Esse profissional é reconhecido por sua capacidade de realização e transformação. Suas competências fazem com que ele consiga trazer melhores resultados para a empresa, tanto no que diz respeito aos lucros como à produtividade. Sua figura inspira os demais membros a trabalharem melhor e alcançarem suas metas de forma concreta e objetiva.  Acredito que antes de atingir esse cargo, o primeiro passo a ser dado é assumir a direção da própria vida, tanto profissional quanto pessoal. O que isso quer dizer? Precisamos assumir a responsabilidade das nossas ações, bem sucedidas ou não, dos nossos acertos e erros; aprender a tomar decisões e sustentá-las. Outras habilidades que precisam ser desenvolvidas para que se alcance o sucesso profissional são as capacidades de liderar e estabelecer metas ambiciosas, porém alcançáveis, para que não se crie frustrações desnecessárias.  Do outro lado do processo, ou seja, para quem já chegou ao cargo de CEO, é imprescindível que se mantenha o espírito jovem somado à voz da maturidade. Assim, esse profissional poderá transformar, aprender e inovar com mais facilidade e consistência.</p>
<p>Estudos comprovam que as mudanças que demoravam anos para se concretizar durante as décadas de 80 e 90, hoje acontecem em três e cinco dias.  Dentre as competências mais importantes para um executivo que deseja obter sucesso no mercado, em ordem de importância, segundo uma pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers, estão: flexibilidade para mudanças, liderança, capacidade de desenvolver pessoas, espírito colaborativo, criatividade, inovação e, por último, visão a longo prazo para antecipar e administrar os riscos para a empresa.  É importante que o jovem fique atento para não colocar o objetivo de se tornar um CEO em primeiro foco para sua carreira, nem com um fim, mas encarar esse fato como uma conseqüência de suas realizações ao longo do tempo. Estar no topo significa que mais responsabilidades serão assumidas, por isso, volto a dizer que é melhor começar pelas responsabilidades da própria carreira.  Algumas ações podem ajudá-lo a ser o CEO do futuro, como:</p>
<p>Priorizar atividades que geram resultados – Não perca tempo com atividades que não tragam bons resultados. Conte com o planejamento estratégico para alcançar níveis de excelência ao longo do seu dia-a-dia;  Buscar responsabilidades e assumi-las – Sabe aquele projeto importante que o seu chefe está para começar? Prepare-se e esteja à disposição para colaborar. Para que você possa ser visto, muitas vezes é preciso se expor. Não espere, crie suas próprias oportunidades e lembre-se: quem não é visto não é lembrado;  Inovar e criar – Não realize suas tarefas de maneira automática, ou seja, pense sempre no que pode ser melhorado. Inovação é algo que toda empresa busca e, se você fizer isso também, há grandes chances de criar algo que faça a diferença para sua organização;  Aprender a cada instante – Aproveite todas as oportunidades para aprender algo novo. Acredite que não existem erros e acertos, apenas resultados. A partir deste pensamento, idealize maneiras de aprender com os resultados e ir à busca das suas metas;  Investir em você – Estude, trabalhe seu desenvolvimento pessoal e busque atividades que realmente lhe dão prazer e geram mais impacto positivo nos seus resultados. Para crescer na empresa é preciso crescer internamente, como indivíduo.  Conviver com profissionais experientes; estudar seus comportamentos, a forma como pensam, agem e superaram desafios; a maneira de se comunicar com o restante da equipe; e as estratégias que usam para lidar com as crises pode contribuir significativamente para o jovem “comprimir décadas em dias”. Com isso é possível aprender em pouquíssimo tempo o que seu modelo demorou para aprender em uma vida. Mas, não adianta conhecer e saber o que eles fazem e como fazem se nada for colocado em prática. Por isso, não se esqueça: o segredo está em entrar em ação para descobrir qual será o seu real caminho.  Carlos Cruz atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da UP TREINAMENTOS &amp; CONSULTORIA. Para mais informações acesse www.carloscruz.com.br</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Profissional: confira dicas para turbinar seu dia-a-dia de resiliência</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 14:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Resiliência]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Karin Sato &#8211; InfoMoney
Competência em voga no mundo corporativo, a resiliência pressupõe o fim da passividade no dia-a-dia, explica o diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos, Eduardo Carmello, em seu livro &#8220;Resiliência &#8211; A transformação como ferramenta para construir empresas de valor&#8221; (Ed. Gente).
Segundo ele, o padrão &#8220;natural&#8221;, ou seja, o comportamento da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=526&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:right;"><img class="alignleft size-full wp-image-527" title="resiliencia 2" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/08/resiliencia-2.jpg?w=300&#038;h=297" alt="resiliencia 2" width="300" height="297" />Por <strong>Karin Sato</strong> &#8211; InfoMoney</p>
<p>Competência em voga no mundo corporativo, a resiliência pressupõe o fim da passividade no dia-a-dia, explica o diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos, Eduardo Carmello, em seu livro &#8220;Resiliência &#8211; A transformação como ferramenta para construir empresas de valor&#8221; (Ed. Gente).</p>
<p>Segundo ele, o padrão &#8220;natural&#8221;, ou seja, o comportamento da maioria das pessoas, é esperar as coisas acontecerem para, depois, fazer algo a respeito. Nas empresas, essa tendência se traduz em uma atitude passiva na resolução de problemas, uma vez que muitos profissionais esperam que dificuldades venham à tona para, então, buscar meios de lidar com elas. &#8220;Parece mais fácil apagar um incêndio do que evitá-lo!&#8221;.</p>
<p>Para muitos, resiliência é a capacidade de resistir a barreiras e dificuldades, de forma bem-sucedida. Mas Carmello diz que resiliência é muito mais do que isso. Trata-se de uma competência que envolve a capacidade do profissional de enxergar lá na frente, prever problemas e, mais importante, preparar-se para eles.</p>
<p><strong>Como ser resiliente no dia-a-dia</strong></p>
<p>&#8220;Pessoas resilientes são aquelas que dispõem de respostas e ações eficientes, harmoniosas e refinadas quando se deparam com qualquer exigência profissional e pessoal. Porém, ser resiliente não significa ser invulnerável, onipotente. O benefício de ser uma pessoa que se apresenta constantemente como um protagonista diante das adversidades consiste em experimentar e adquirir a sensação de confiança, êxito e evolução que existe na busca do constante aperfeiçoamento&#8221;, explica Carmello.</p>
<p>Confira 11 dicas para fomentar a resiliência no dia-a-dia, apontadas pelo diretor:</p>
<ul>
<li>Procure, na medida do possível, protagonizar as situações: no lugar de perguntar &#8220;Por que isso foi acontecer comigo?&#8221;, experimente dizer para si mesmo: &#8220;Como eu me coloquei nessa situação&#8221; e &#8220;O que posso aprender ou utilizar como recurso para sair dela?&#8221;. Protagonizar é incluir-se na situação como co-responsável, encontrando formas de superá-la;</li>
<li>Visualize o futuro próximo e antecipe tendências e acontecimentos: imaginação e intuição orientadas são ótimos atributos para fazer frente às constantes transformações de cenário, mercado e tendência;</li>
<li>Crie um significado para a sua realidade: um significado lhe dará a esperança de um futuro melhor; a esperança não é a expectativa de que algo dê certo, mas a expectativa de que algo faça sentido;</li>
<li>Procure conhecer a verdadeira dimensão do problema: procure informações objetivas e específicas, evitando a comunicação informal, e o &#8220;boato&#8221;, que, em regra, só alimenta a tensão e o desespero;</li>
<li>Separe a identidade das pessoas do que elas fazem: bons pais, ou bons líderes, ao verem seu filho jogando uma pedra num cachorro, não dizem que ele é um menino ruim, mas falam: &#8220;Não gostei do que você fez agora&#8221;. Ou seja, eles separam a identidade da ação específica. Ao ser repreendido por um líder, saiba que ele desaprova a sua ação, não a sua identidade;</li>
<li>Procure desenvolver relacionamentos significativos: é importante ter pessoas com as quais você possa conversar e discutir sobre seus problemas, sem julgamento, interpretação ou moralidade;</li>
<li>Aprenda a ter uma &#8220;mente solucionadora&#8221;: utilize o tempo que gastaria em justificativas, esquivas de culpa, reclamações e burocracia para resolver o problema;</li>
<li>Reconheça seus sentimentos e as necessidade de seu corpo: permita-se chorar, sentir dor, dormir, descansar, recuperar-se e retornar ao seu estado de excelência;</li>
<li>Tenha como parceiro constante a criatividade no pensamento, nos sentimentos e nas ações: os maiores conflitos são causados por ideias ou ações rígidas, inflexíveis;</li>
<li>Cultive e valorize seu poder de escolha: o resiliente, em essência, é aquele que luta pelo direito de decidir como vai interpretar as situações da vida e o que fazer a respeito;</li>
<li>Gerencie as adversidades como situações passageiras: o que está acontecendo de ruim com você não é a vida, mas uma circunstância da vida. Entenda que a vida é muito mais do que a adversidade pela qual está passando.</li>
</ul>
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		<title>Execução: como fazer a estratégia funcionar</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 22:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alessandra Assad &#8211; www.administradores.com.br
“Fracasso ao planejar é o mesmo que planejar o fracasso”. Foi com esta ideia que Lawrence Hrebiniak (autor do livro Execução – Fazendo a Estratégia Funcionar – Editora Bookman), referência internacional nas áreas de formulação e execução de estratégias competitivas e design organizacional e professor da Wharton School, da University of [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=523&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:right;">Por <strong>Alessandra Assad</strong> &#8211; www.administradores.com.br</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-524" title="news_24223" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/07/news_24223.jpg?w=160&#038;h=186" alt="news_24223" width="160" height="186" />“Fracasso ao planejar é o mesmo que planejar o fracasso”. Foi com esta ideia que Lawrence Hrebiniak (autor do livro Execução – Fazendo a Estratégia Funcionar – Editora Bookman), referência internacional nas áreas de formulação e execução de estratégias competitivas e design organizacional e professor da Wharton School, da University of Pennsylvania começou sua palestra no Special Management Program “Fazendo a Estratégia Funcionar – O Caminho para uma execução bem-sucedida”, da HSM, em São Paulo, semana passada. Ele defendeu veementemente a idéia de que tudo começa com a estratégia. Fazer o plano funcionar, é um desafio ainda maior do que criar o plano.</p>
<p>Hrebiniak explicou que a execução da estratégia não constitui uma parte comum do trabalho administrativo, ela define a essência desse trabalho. “A execução exige comprometimento e paixão pelos resultados, independente do nível da administração”. O professor enfatizou que ainda sabe-se muito mais sobre planejamento do que sobre realização, sobre a criação da estratégia, do que sobre o seu funcionamento real. E compara a execução da estratégia com uma expressão popular nos círculos de TI: “Lixo dentro, lixo fora”. Os planos ruins e mal concebidos geram resultados ruins. “Os gerentes não podem executar um plano confuso, desfocado ou mal gerado. A estratégia conduz ou afeta um grande negócio, devendo ser desenvolvida com cuidado”. Logo, estratégias fracas resultam em planos fracos de execução. “Uma estratégia ruim gera uma execução deficiente. Estratégias mal-concebidas praticamente garantem resultados deficientes na execução”. E execução começa com uma boa estratégia.</p>
<p><strong>A importância do planejamento<br />
</strong><br />
Um bom planejamento auxilia o processo de execução. Da mesma forma, um planejamento insuficiente gera uma implementação insuficiente. “Alguns gestores podem até argumentar que uma boa execução pode compensar uma má estratégia ou um planejamento inadequado. A experiência que tenho, geralmente prova o contrário. A execução de uma má estratégia geralmente é uma proposta que não alcançará o sucesso. Um planejamento insuficiente normalmente conduz o processo de execução para mares conturbados que se tornam cada vez mais difíceis de navegar”.</p>
<p>Os planos de execução no nível corporativo irão a pique ou não darão certo se não receberem suporte corporativo. Para o palestrante, é impossível discutir a execução até que se tenha alguma coisa para executar. Porém, quando a ‘elite’ planeja e vê a execução como algo que está abaixo dela, diminuindo a sua dignidade enquanto alta gerência, a implementação bem-sucedida está comprometida. “A execução não é algo com o qual podemos nos preocupar mais tarde”, alerta.</p>
<p>Estratégias vagas não podem ser facilmente transformadas nos objetivos ou na métrica mensurável tão importantes para a execução. Planos corporativos e empresariais imprecisos inibem a integração dos objetivos, das atividades e das estratégias entre os níveis corporativo e empresarial. “Os administradores que sabem algo da execução da estratégia têm fortes probabilidades de desenvolver uma vantagem competitiva com relação aos que não sabem”.</p>
<p><strong>Obstáculos<br />
</strong><br />
Se execução é essencial para o sucesso, por que um número maior de organizações não desenvolve uma abordagem disciplinada em relação a ela? Por que as empresas não dedicam mais tempo desenvolvendo e aperfeiçoando processos que as ajudem a obter resultados estratégicos importantes? E por que muitas empresas não conseguem executar ou implementar bem as estratégias e colher os frutos desses esforços? “A resposta é muito simples. A execução é extremamente difícil. Há obstáculos e dificuldades que se atravessam no processo de execução e comprometem seriamente a implementação da estratégia”, explica Hrebiniak. Entre os obstáculos citados por ele, estão:</p>
<p>- A falta de integração entre o planejamento corporativo e o planejamento dos negócios – Sabe-se muito mais sobre planejamento do que sobre realização, sobre a criação de estratégia do que sobre o seu funcionamento real.</p>
<p>- Os administradores são treinados para planejar, não para executar – Aprende-se a execução na “escola da vida real”, e os caminhos que levam a resultados bem-sucedidos vêm acompanhados de erros e frustrações.</p>
<p>- Deixa-se que “serviçais” cuidem da execução &#8211; Todos os gestores são responsáveis por uma execução bem-sucedida, e não se trata de uma tarefa de nível inferior.</p>
<p>- Interdependência entre planejamento e execução – Quanto maior for a interação entre os “fazedores” e os “planejadores” e de suas tarefas, maior será a probabilidade do sucesso da execução.</p>
<p>- A execução demora mais que a formulação – A execução sempre leva tempo e impõe pressão sobre a gerência em busca de resultados. Este tempo aumenta a probabilidade de aparecer novos problemas.</p>
<p>- A execução é um processo, e não uma ação ou uma etapa – Exige muita atenção para funcionar. Os gerentes que buscam uma solução rápida para os problemas de execução vão fracassar nas tentativas de fazer a estratégia funcionar.</p>
<p>- A execução envolve mais pessoas que a formulação da estratégia – Quanto maior for o número de pessoas envolvidas, maior será o desafio que a execução efetiva da estratégia apresentará.</p>
<p style="text-align:right;"><strong><a href="http://www.administradores.com.br/noticias/execucao_como_fazer_a_estrategia_funcionar/24223" target="_blank">Clique aqui para visualizar o texto na íntegra</a></strong></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Gestão Do Medo</title>
		<link>http://gestaodepessoasrh.wordpress.com/2009/06/26/gestao-do-medo/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 20:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[

 http://www.abtd.com.br &#8211; Data da Publicação: 09/04/2009
Por CARLOS HILSDORF
Tudo que você não controla, controla você. Um dos grandes inimigos dos avanços de carreira é o medo, sobretudo o medo de perder aquilo que você já conquistou.
É comum que pessoas em começo de carreira almejem desafios e projetos audaciosos para demonstrarem seu valor e conquistarem seu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=518&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="width:99%;text-align:justify;float:left;">
<p style="text-align:right;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-521" title="Medo" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/06/medo.jpg?w=300&#038;h=195" alt="Medo" width="300" height="195" /></p>
<p style="text-align:right;"><span style="width:100%;font-size:9pt;color:#000000;float:left;"> <span><a href="http://www.abtd.com.br">http://www.abtd.com.br</a> &#8211; Data da Publicação: 09/04/2009</span></span><br />
<span style="font-weight:bold;width:100%;font-size:10pt;color:#3b62a7;float:left;"><span>Por CARLOS HILSDORF</span></span></p>
<p><strong>Tudo que você não controla, controla você.</strong> Um dos grandes inimigos dos avanços de carreira é o medo, sobretudo o medo de perder aquilo que você já conquistou.</p>
<p>É comum que pessoas em começo de carreira almejem desafios e projetos audaciosos para demonstrarem seu valor e conquistarem seu espaço, mas depois de sucessivas vitórias, depois que alcançam sucesso e um patrimônio moral na profissão, tornam-se temerárias. Quando temos uma biografia repleta de sucessos é comum cairmos na ilusão da nossa impossibilidade de errar na tentativa de não macular nosso &#8220;currículo de acertos&#8221;.</p>
<p>É exatamente neste ponto onde estagnamos nossas carreiras. Este &#8220;patrimônio&#8221; a zelar nos torna menos ousados e mais defensivos, comprometendo nossas reais possibilidades futuras. Ocorre o mesmo que no futebol, times que se preocupam somente em defender-se e em &#8220;administrar a vantagem&#8221; costumeiramente perdem os jogos frente aos times que &#8220;não tendo nada a perder&#8221;, partem com tudo para o ataque.</p>
<p>Tudo que você não controla (administra), controla você. Em um planejamento estratégico de carreira é necessário contemplar as questões do seu desenvolvimento emocional, da sua evolução em termos da administração de si mesmo, de sua personalidade e temperamento.</p>
<p><strong>Sua carreira é antes de tudo, você!</strong></p>
<p>É você superando obstáculos e desafios e, sobretudo, se auto-superando. Esquecer isso equivale a se esconder, a se tornar low profile e, com isso, minar as suas reais possibilidades de crescimento.</p>
<p>O medo possui uma característica muito particular: aumenta quando você procura disfarçá-lo e só desaparece depois que você desenvolve uma disciplina de enfrentamento contínuo por um razoável período de tempo.</p>
<p>Em seu plano de carreira considere o que você pretende realizar nos próximos cinco anos em termos de:</p>
<p>1) Produtividade, trabalho prazeroso<br />
2) Máximo desenvolvimento das suas habilidades e competências<br />
3) Equilíbrio emocional compartilhado (amor, família)</p>
<p>Cada um destes itens vai apresentar a você seus particulares tipos de medo:</p>
<p> o medo da rotina, do tédio, da produtividade decrescente.<br />
 o medo dos seus limites e limitações pessoais, até onde realmente pode chegar a sua competência.<br />
 o medo de ser feliz ou perder quem você ama.</p>
<p>Lembre-se, tudo que você não controla, controla você. Se em seu plano de carreira você pensar mais na carreira que em &#8220;você na carreira&#8221;, poderá perder-se em um doloroso labirinto.</p>
<p><strong>Para administrar seus medos, primeiro você precisa admiti-los, depois conhecê-los melhor e, por último, enfrentá-los.</strong> Embora esta seja uma tarefa pessoal e intransferível, você não poderá realizá-la sozinho. Como disse Ernest Hemingway, &#8220;nenhum homem é uma ilha&#8221;. Conte com o auxílio das outras pessoas, ouça as críticas e feedbacks. Sua imagem de si mesmo será tanto melhor quanto melhor for a qualidade do espelho onde você estiver se observando e este espelho são as pessoas com as quais você se relaciona.</p>
<p>Sucesso é um esporte coletivo, não tente alcançá-lo sozinho porque mesmo que você pudesse consegui-lo a solidão seria insuportável e insustentável.</p>
<p>Não tenha medo de se decepcionar novamente com as pessoas, isso certamente vai acontecer, assim como muitas pessoas também irão se decepcionar com você. O mundo ao nosso redor é feito de expectativas e nós somos pessoas reais, vivendo uma vida real, repleta de desafios e imperfeições a serem enfrentadas. <strong>Tenha medo! Ter medo é natural, mas administre seu medo para que ele não controle você. Você é o administrador de sua vida.</strong> As circunstâncias são apenas o contexto, a estratégia é sua!</p>
<p>Carlos Hilsdorf</p>
<p>Considerado pelo mercado empresarial um dos melhores palestrantes do Brasil. Economista, Pós-Graduado em Marketing pela FGV, consultor e pesquisador do comportamento humano. Palestrante do Congresso Mundial de Administração (Alemanha) e do Fórum Internacional de Administração (México). Autor do best seller Atitudes Vencedoras, apontado como uma das 5 melhores obras do gênero (VEJA, &#8220;Guia de Carreira&#8221;, Ed. 1832). Referência nacional em desenvolvimento humano.</p></div>
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	</item>
		<item>
		<title>Quem Pode Virar Titular na sua Empresa?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 21:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perfil Profissiográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Carlos Cruz
Ao longo dos últimos meses, muito tem se falado sobre a crise mundial,  principalmente em relação às conseqüências que ela pode trazer para a economia  brasileira. No entanto, fazer hipóteses, previsões e lamentar os prejuízos não  resolvem os problemas, pior ainda, os agravam. Em momentos como esse, é preciso  analisar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=508&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="alignleft size-full wp-image-509" title="titular" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/06/titular.jpg?w=292&#038;h=280" alt="titular" width="292" height="280" /></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Carlos Cruz</strong></p>
<p>Ao longo dos últimos meses, muito tem se falado sobre a crise mundial,  principalmente em relação às conseqüências que ela pode trazer para a economia  brasileira. No entanto, fazer hipóteses, previsões e lamentar os prejuízos não  resolvem os problemas, pior ainda, os agravam. Em momentos como esse, é preciso  analisar o mercado à sua volta e encontrar soluções viáveis, que satisfaçam as  necessidades de maneira prática e objetiva. Que tal fazer isso na sua atividade  profissional?</p>
<p>No mês de janeiro, acontece a disputa da Copa São Paulo de Juniores, um  torneio que dá oportunidades para jogadores jovens, que estão em busca de uma  vaga no time titular. Esses atletas estão na categoria de base de seus clubes  desde o início de suas carreiras e se apresentam como uma ótima opção para o  grupo dos profissionais. Além das habilidades que podem desenvolver dentro da  própria equipe que o formou, esses jogadores são o que chamamos de pratas da  casa e por isso, possuem um vínculo muito maior com o clube do que qualquer  outro profissional.</p>
<p>A saída viável encontrada no esporte para tempos de poucos recursos  financeiros para a contratação de talentos já consagrados, também pode ser uma  alternativa para as empresas de diversas áreas. Um jovem profissional com pouco  tempo de experiência pode apresentar totais condições para assumir um papel de  importância dentro de uma companhia. Para isso, é importante desafiá-lo para  alcançar resultados, definir metas claras e apresentar quais as possibilidades  reais de crescimento na empresa.</p>
<p>É imprescindível traçar um plano de desenvolvimento para que o jovem talento  se qualifique. Esse processo vai desde o acompanhamento feito por um Coach até  cursos de especialização, que podem garantir o controle emocional e a aquisição  de conhecimento técnico para as tomadas de decisão, algo tão necessário em  cargos mais estratégicos.</p>
<p>O treinador de futebol sabe reconhecer aquele jogador que é essencial para o  êxito do time, ou seja, que chama a responsabilidade para si nos momentos  cruciais. Esse tipo de atleta se estimulado e reconhecido, pode alcançar  resultados surpreendentes. Em uma empresa não é diferente, portanto, por que  desperdiçar talentos que estão ao nosso alcance? Nesse caso, estimule os jovens  profissionais por meio de reconhecimento, que variam de feedbacks positivos a  remunerações variáveis. Envolva-os na realidade do negócio, solicite idéias e  apóie-os na criação de planos de ação. Muitas vezes, as melhores alternativas  para enfrentarmos momentos de dificuldades estão ao nosso  lado.</p>
<p>Cativar o colaborador, fazer com que ele acredite e confie na  sua empresa são trunfos que, além de gerar produtividade, garantem uma relação  de lealdade. Trabalhar lado a lado com um profissional por um bom período de  tempo permite conhecer diversas de suas qualidades e seu perfil comportamental,  que não são possíveis de se identificar imediatamente ao contratar um  colaborador através de currículos e entrevistas. A convivência por meio do bom  relacionamento traz à tona muitas características importantes, como: dedicação,  ética, comprometimento, espírito de equipe e determinação.</p>
<p>A crise, se superada com visão e ação como estratégias, pode servir como um  trampolim para profissionais que buscam um lugar de destaque nas empresas que  trabalham. Desesperar-se atrás de contratações financeiramente inviáveis e tidas  como capazes de “salvar” a empresa, ou apenas realizar demissões em massa, podem  ser saídas arriscadas, por isso as novas promessas devem ser observadas como  soluções imediatas e não só como alternativas para o futuro. Investir  internamente significa, além de poupar gastos, manter todos os colaboradores  motivados, engajados e comprometidos com uma visão compartilhada.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><img class="alignleft size-full wp-image-509" title="titular" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/06/titular.jpg?w=292&#038;h=280" alt="titular" width="292" height="280" /></div>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A intuição como competência gerencial em face do desenvolvimento tecnológico</title>
		<link>http://gestaodepessoasrh.wordpress.com/2009/05/11/a-intuicao-como-competencia-gerencial-em-face-do-desenvolvimento-tecnologico/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 17:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Competências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Edson Rodriguez &#8211; www.administradores.com.br
Vocês já pensaram a respeito da rapidez com que as coisas mudam? A pessoa mais velha do mundo, uma senhora japonesa com 118 anos, viu a invenção do automóvel, do avião, da bomba atômica, viu a sociedade transformar-se radical e profundamente em um espaço de apenas 100 anos, sendo ainda que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=503&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-504" title="ethics" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/05/ethics.jpg?w=320&#038;h=240" alt="ethics" width="320" height="240" /></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Por Edson Rodriguez &#8211; www.administradores.com.br</strong></p>
<p>Vocês já pensaram a respeito da rapidez com que as coisas mudam? A pessoa mais velha do mundo, uma senhora japonesa com 118 anos, viu a invenção do automóvel, do avião, da bomba atômica, viu a sociedade transformar-se radical e profundamente em um espaço de apenas 100 anos, sendo ainda que nos últimos anos a velocidade de mudança vem aumentando progressivamente. E onde isso nos leva, em termos de competências comportamentais requeridas no trabalho?</p>
<p>Em 1910, ou seja, em um passado recentíssimo se considerado todo o período coberto pela História, as qualidades mais prezadas e reconhecidas nas pessoas eram relacionadas com previsibilidade, disciplina, submissão, lealdade, estabilidade e manutenção do “status quo”. Isso era perfeitamente compreensível na época, uma vez que:</p>
<p>1 – Havia muito poucos telefones</p>
<p>2 – Não existiam aviões</p>
<p>3 – Não existia fax</p>
<p>4 – Não havia televisão</p>
<p>5 – Não existia Internet</p>
<p>A diferença entre o mundo do século 19 e do início do século 20 era imensa, se comparada com o mesmo período de tempo anterior (séc. 18 para o 19), mas ínfima, se comparada com as transformações que ocorreram dentro da primeira metade do século 20.</p>
<p>Este processo de aceleração em progressão geométrica assumiu proporções inimagináveis a partir de 1950. Bill Gates preconizou que nos próximos 10 anos iremos experimentar um salto tecnológico de magnitude muito, muito maior do que os saltos que já tivemos (novamente a progressão geométrica).</p>
<p>A sociedade está se transformando e essa mudança contínua e cada vez mais acelerada certamente cobra um preço às pessoas. Saímos de uma época em que as características de estabilidade davam o tom comportamental e ingressamos em uma nova era em que a audácia, a capacidade de correr riscos, a adaptabilidade e a flexibilidade passam a ser mais e mais requeridas.</p>
<p>Entretanto, o perfil das pessoas não mudou. Elas continuam tendo as mesmas características de sempre, o que é paradoxal, porque são elas as responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico que transformou e continuará a transformar a sociedade. A rapidez com que isso acontece é algo a se pensar porque o ser humano tem limitações quanto à sua capacidade de assimilar mudanças radicais no estilo de vida em sociedade. O homem resiste à mudança. Sempre resistiu.</p>
<p>Assim, caímos em um paradoxo. Há um limite para a aceleração no processo de mudanças? Alguém já disse que o limite para mudanças profundas na sociedade e no modo de vida, está no espaço de uma geração pelo menos, para que essas mudanças se solidifiquem. Isso significa um período de 25 anos aproximadamente. Teoricamente, a Humanidade não conseguirá assimilar mudanças radicais em períodos mais curtos que isso.</p>
<p>Atualmente, há uma nítida sensação de que estamos no máximo de nossa capacidade de assimilar mudanças enquanto sociedade. O volume de informações novas, de tecnologias, de conceitos a serem aprendidos, reciclados, atualizados, é absolutamente enorme! Há alguns especialistas em gerenciamento que acreditam inclusive que o desenvolvimento da intuição como característica gerencial torna-se importantíssimo nesse início de milênio. E porque a intuição? Porque é praticamente impossível a um ser humano estar sintonizado em todas as áreas de conhecimento e informação.</p>
<p>Líderes intuitivos, gerentes com uma boa capacidade de olhar para a frente e “sentir” o caminho, as tendências, tomar decisões em cima de um mix de informações e intuição são muito considerados, principalmente quando acertam. O uso da intuição, como instrumento de gerenciamento é certamente polêmico, mas faz-se necessário e o aprendizado passa pelo velho método da tentativa e erro. Uma característica de muitas organizações hoje é a de encorajar que as pessoas cometam erros tomando decisões. Algo como “ações não são puníveis, mas omissões sim”. Trata-se de uma política de risco calculado, e um dos objetivos é o de desenvolver a intuição, visto que em situações de pressão (que se tornam cada vez mais freqüentes na rotina profissional) o indivíduo muitas vezes só terá esse recurso para lançar mão. Isso exige muita autoconfiança e grande capacidade de adaptação, como já foi dito.</p>
<p>De qualquer modo impõe-se hoje uma necessidade muito clara: mais do que nunca, o reconhecimento da necessidade de mudança e adaptação é necessário para fazer frente aos desafios do nosso cotidiano cada vez mais vertiginoso. Quanto mais clara esta necessidade estiver tanto para as pessoas como para as organizações, mais preparadas elas poderão estar para conviver e se sobressair nesse novo ambiente.</p>
<p>Edson Rodriguez é consultor em Gestão de Pessoas e Orientação Profissional, coacher gerencial, autor dos livros “Conseguindo Resultados através de Pessoas”, “Futebol para Executivos” e “Por que alguns vendedores vendem mais que os outros?”. É sócio e Diretor da Your Life do Brasil(www.yourlife.com.br), empresa voltada à orientação profissional via Web, além de sócio e Vice Presidente da Thomas Brasil</p>
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			<media:title type="html">ethics</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Como gerir pessoas a partir do perfil comportamental</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 21:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Perfil Profissiográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil Profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[
Victor Martinez
Hoje, de acordo com a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) o Brasil tem aproximadamente seis milhões de empresas e um milhão de profissionais que atuam em gestão de pessoas, seja em recursos humanos, ou como supervisores, gerentes, diretores ou presidentes.
É um número pequeno, comparado à nossa população, mas é evidente que crescerá ainda [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=500&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:right;"><img class="aligncenter size-full wp-image-501" title="empresario" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/05/empresario.jpg?w=265&#038;h=201" alt="empresario" width="265" height="201" /></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Victor Martinez</strong></p>
<p><strong></strong>Hoje, de acordo com a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) o Brasil tem aproximadamente seis milhões de empresas e um milhão de profissionais que atuam em gestão de pessoas, seja em recursos humanos, ou como supervisores, gerentes, diretores ou presidentes.</p>
<p>É um número pequeno, comparado à nossa população, mas é evidente que crescerá ainda mais nos próximos anos. Além disso, pequenas e médias empresas também estão atentas à importância da gestão de pessoas, pois o capital humano é o bem mais precioso atualmente. Isso sem falar que várias áreas como logística, transportes, jurídica, tecnologia, entre outras, estão despertando para a necessidade dessa atividade, já que a produtividade está diretamente ligada às pessoas satisfeitas e felizes dentro das companhias.</p>
<p>Porém, gerir pessoas não é só criar sistemas de benefícios, fazer relatórios, ou outras atividades rotineiras. Vai muito além, pois é preciso saber como gerir e, mais importante que isso: conhecer os colaboradores a fundo e permitir que as pessoas certas estejam nos cargos certos. Além de evitar turn overs, agir com sabedoria torna o clima organizacional muito<br />
mais agradável.</p>
<p>Mas para isso, é importante seguir algumas dicas importantes:</p>
<ul>
<li>Além do currículo, na hora de contratar, o gestor precisa saber qual é o perfil comportamental adequado para o cargo. E isso pode ser obtido com importantes soluções tecnológicas bastante acessíveis para empresas de todos os portes, hoje em dia. Entre elas, estão diversas modalidades de relatórios, que se utilizam do PPA (Análise de Perfil Pessoal), que provê uma percepção ampla sobre o comportamento dos indivíduos no trabalho, respondendo a questões como: quais são seus pontos fortes e limitações? Eles têm iniciativa? Como se comunicam? O que normalmente os motiva?</li>
<li>Se um colaborador não está produzindo de acordo com as metas, em vez dedemitir, procure saber qual é o seu perfil comportamental e, se possível,mude-o de posição. Além de economizar com indenizações, etc., a pessoa já conhecerá os valores da empresa;</li>
<li>É importante conhecer o perfil comportamental de toda a equipe gerida,assim o gestor pode ter uma visão macro de seus colaboradores, que vai alémdas competências profissionais de cada um deles;</li>
<li>Em momentos críticos, como cortes de colaboradores, por exemplo, é fundamental avaliar o comportamento dos envolvidos. Dessa maneira, o gestor consegue saber quem são os funcionários com potencial a ser aproveitado e podem demitir outros que não tenham um comportamento adequado. Além de evitar injustiças, mantém os profissionais certos na empresa.</li>
</ul>
<p>As ferramentas atuais para ajudar os gestores estão cada vez mais modernas e com custos reduzidos, assim todos podem otimizar suas gestões, a exemplo de grandes empresas que fazem isso há muitos anos.</p>
<p><em>Victor Martinez é especialista em treinamentos comportamentais e gestão de pessoas. É CEO da Thomas Brasil e Vice-presidente de Operações da Thomas International Latinoamericana. Ainda é palestrante e consultor de empresas de grande porte, como Pirelli, Pfizer, Gol, Yamaha, Telemar, entre outras.</em></p>
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			<media:title type="html">Thom</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">empresario</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Você se comunica bem?</title>
		<link>http://gestaodepessoasrh.wordpress.com/2009/05/07/voce-se-comunica-bem/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 19:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fonte: Reinaldo Polito
Este teste foi elaborado com o objetivo de permitir que você reflita sobre os aspectos mais relevantes da comunicação. Não encare o resultado como definitivo e único, apenas aproveite para ponderar como você está se saindo. Avalie as questões da maneira mais abrangente que puder. Para fazer um bom diagnóstico responda de maneira [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=497&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-498" title="comunicacao" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/05/comunicacao.jpg?w=300&#038;h=225" alt="comunicacao" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Fonte: Reinaldo Polito</strong></p>
<p>Este teste foi elaborado com o objetivo de permitir que você reflita sobre os aspectos mais relevantes da comunicação. Não encare o resultado como definitivo e único, apenas aproveite para ponderar como você está se saindo. Avalie as questões da maneira mais abrangente que puder. Para fazer um bom diagnóstico responda de maneira sincera, como você realmente se comporta e não como acha que deveria se comportar.</p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>1)</strong></span><strong> Você se prepara sempre para falar levando em conta as aspirações (benefícios financeiros, segurança, poder, prestígio&#8230;) e características dos ouvintes (nível intelectual, conhecimento sobre o assunto, faixa etária&#8230;)</strong></span></p>
<p><strong>A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> <span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>2)</strong></span> <strong>Você fica tenso antes de falar ou diante do público (mãos frias ou trêmulas, coração acelerado, voz enroscada na garganta, branco&#8230;) e, por isso, chega a comprometer o resultado da apresentação (trunca o raciocínio, mistura informações, esquece da sequência&#8230;)</strong></span></p>
<p><strong>A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>3)</strong></span><strong> Quando você fala em público, sua gesticulação é moderada e enfatiza o que está dizendo (os gestos acompanham o ritmo e a cadência da fala, alterna a posição de apoio, fica bem posicionado&#8230;)</strong></span></p>
<p><strong>A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> <span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>4)</strong></span><strong> Você alterna a velocidade da fala e o volume da  voz para produzir um ritmo agradável à apresentação</strong></span></p>
<p><strong>A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> <span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>5)</strong></span> <strong>Você planeja bem o começo, o meio e o fim de suas apresentações (sabe o que dizer no início para conquistar os ouvintes, esclarece qual é o assunto, explica o problema, usa argumentos na solução, afasta resistências, conclui de maneira correta) </strong><br />
<strong><br />
A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não<br />
</span></p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>6)</strong></span> <strong>Você deixa de prestar atenção na conversa ou na palestra porque se distrai com o som da voz, os vícios de linguagem ou no tipo de roupa de quem fala (presta atenção em itens que fogem do tema)</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><strong>A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>7) </strong></span><strong>Se você associar a imagem de quem fala com a de  alguém que você conhece deixa de prestar atenção na mensagem</strong></p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> <strong><br />
A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> </strong></span> <strong>Você começa a falar quando outra pessoa ainda  está falando e atravessa a conversa</strong><br />
<strong><br />
A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não<br />
</span></p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>9)</strong></span> <strong>Você não consegue se lembrar do nome das pessoas  com as quais acabou de conversar</strong><br />
<strong><br />
A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>10)</strong></span> <strong>Já deixou de fazer trabalhos porque não conseguiu se lembrar das orientações que recebeu (do chefe, do professor, dos pares&#8230;)</strong></span></p>
<p><strong>A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>11)</strong></span> <strong>Geralmente aceita como verdadeiros e não questiona dados estatísticos e resultados de pesquisas (em palestras, reuniões, conversas, leituras&#8230;) e as repete em suas apresentações </strong></span></p>
<p><strong>A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>12)</strong></span> <strong>Já fez observações sem perceber que o assunto já  havia sido tratado</strong><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><br />
<strong>A )</strong> Sim<strong><br />
B )</strong> De vez em quando<br />
<strong>C ) </strong>Não</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#901700;font-size:x-small;"><strong>Calcule os pontos</strong></span><strong><br />
</strong></span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p class="clLeft"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><strong>Em  sua opinião, mediar conflitos significa:</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<table border="1" cellspacing="2" cellpadding="2" width="315">
<tbody>
<tr>
<td width="124">
<div class="style2">Respostas/Questões</div>
</td>
<td width="142">
<div class="style2">A</div>
</td>
<td width="161">
<div class="style2">B</div>
</td>
<td width="158">
<div class="style2">C</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>1</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">1</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>2</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>3</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">1</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>4</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">1</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>5</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">5</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">1</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>6</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>7</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>8</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>9</strong></div>
</td>
<td width="142">
<p align="center">1</p>
</td>
<td width="161">
<p align="center">2</p>
</td>
<td width="158">
<p align="center">5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>10</strong></div>
</td>
<td>
<p align="center">1</p>
</td>
<td>
<p align="center">2</p>
</td>
<td>
<p align="center">5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>11</strong></div>
</td>
<td>
<p align="center">1</p>
</td>
<td>
<p align="center">2</p>
</td>
<td>
<p align="center">5</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>12</strong></div>
</td>
<td>
<p align="center">1</p>
</td>
<td>
<p align="center">2</p>
</td>
<td>
<p align="center">5</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><strong><span style="text-decoration:underline;">Resultado do teste:</span></strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><strong>De 51 a 60 pontos</strong><br />
A qualidade da sua comunicação é excelente, parabéns! Você considera os ouvintes e procura sempre planejar suas apresentações de acordo com o tipo de platéia que terá pela frente. É atencioso, retém com facilidade as informações relevantes e sabe como conduzir bem uma conversa.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><strong><br />
De 42 a 51 pontos</strong><br />
Você se comunica bem. Com um pouco mais de concentração e preparo você terá o domínio dos aspectos mais importantes da comunicação. Sua preocupação em adequar a mensagem aos ouvintes permite que obtenha bons resultados com suas apresentações. Com certeza é uma pessoa agradável e sempre bem recebida nas conversas.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><strong><br />
De 36 a 42 pontos</strong><br />
A luz amarela está acesa para a sua comunicação. Você costuma ficar desatento e não se prepara de maneira conveniente para falar diante das pessoas. Precisa aperfeiçoar os aspectos essenciais da comunicação, como a voz o vocabulário, a gesticulação e a ordenação da fala. Tem potencial para ser aproveitado, mas deve se dedicar bastante para se aprimorar.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><strong>Menos de 36  pontos</strong><br />
A qualidade da sua comunicação é deficiente. Você não sente prazer em ouvir as pessoas e só se preocupa com o que deseja falar. Cuidado porque os grupos começarão a torcer o nariz quando você se aproximar. Como não se prepara para falar em público corre o risco de passar mensagens inadequadas para a platéia que irá ouvi-lo. Ainda há tempo de se recuperar, mas precisa estudar e treinar muito e passar a se interessar de forma mais sincera pelas pessoas.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana,arial;color:#000000;font-size:x-small;"><strong>Fonte: Reinaldo Polito</strong></span></span></p>
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		<title>Caçando Talentos</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 14:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thompson Cysneiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seleção e Recrutamento]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Mello Jr.
Existem muitas dúvidas sobre a forma de captação de talentos no mercado envolvendo questões como ética, profissionalismo, entendimento do que seja talento, onde encontrar, como buscá-los. Uma certeza nós somos unânimes: talentos estão trabalhando, seja por conta própria, tocando algum projeto ou empregado e é importante considerarmos que os bons estarão sempre colocados. Ou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=gestaodepessoasrh.wordpress.com&blog=4452761&post=490&subd=gestaodepessoasrh&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-491" title="alvo" src="http://gestaodepessoasrh.files.wordpress.com/2009/04/alvo.jpg?w=300&#038;h=202" alt="alvo" width="300" height="202" /></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Mello Jr.</strong></p>
<p>Existem muitas dúvidas sobre a forma de captação de talentos no mercado envolvendo questões como ética, profissionalismo, entendimento do que seja talento, onde encontrar, como buscá-los. Uma certeza nós somos unânimes: talentos estão trabalhando, seja por conta própria, tocando algum projeto ou empregado e é importante considerarmos que os bons estarão sempre colocados. Ou será diferente na sua empresa? Acredite, neste momento alguma outra empresa está de olho nos seus melhores profissionais, pode até ser seu concorrente.</p>
<p>O mercado é um negócio aberto em todos os sentidos e profissionais vem e vão, por isso, cabe a empresa criar mecanismos para a chamada retenção de talentos, com propostas bem definidas e sérias que favorecem ambos – empresa e empregado. Apesar de já discutirmos esse assunto ainda vejo como grande dificuldade para boa parte das empresas que sequer sabem definir que habilidades um profissional precisa apresentar para fazer parte do seu quadro funcional. Algumas têm programas de retenção de talentos que contemplam profissionais que tornaram os empresários verdadeiros reféns, deixando de premiar os que realmente são talentos. O que relato são os casos de empresas com dificuldades de planejamento e discussão de um programa que defina e socialize internamente mantendo e atraindo novos talentos.</p>
<table style="border-collapse:collapse;height:102px;" border="0" cellpadding="0" width="1" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O assunto é muito amplo e complexo, mas desta vez, quero focar na contratação visando captar os melhores. Como sua empresa chama para uma contratação &#8211; colocam na mídia, fazem a divulgação ‘boca a boca’, optam por indicações ou apadrinhamentos, utilizam cartazes? Isso faz diferença na hora de motivar profissionais a enfrentarem desafios. A melhor forma é elaborar, planejar o processo de recrutamento e seleção, onde se pensa e realiza as ações através de várias etapas que vão desde a descrição de cargos, perfil desejado, adequação da remuneração de acordo com o mercado, perspectiva de crescimento médio e longo prazo. Se quisermos os melhores precisamos oferecer as melhores condições de trabalho e realização profissional, requer maior investimento em alguns casos, porém traz maior responsabilidade e comprometimento.</p>
<p>A própria definição por si só já identifica o processo: SELEÇÃO. Este mecanismo inclusive ameniza a questão ética de mercado, pois se um funcionário do concorrente se inscreve para participar da seleção não há nada contra quem seleciona, já que é livre iniciativa de quem se oferece para ser selecionado. Cabe ao atual empregador ver os motivos que fizeram seu profissional querer sair e nesta situação podem surgir várias propostas de aumento, melhorias das condições de trabalho e cargos de gerências para reverter o quadro e não perder o talento. É lamentável que não se tenha percebido ou dado atenção à insatisfação do funcionário e agora se chegue a várias alternativas, muitas vezes desestimulando ainda mais pela falta de reconhecimento, avaliando como solução tardia.</p>
<p>Um processo de seleção deve ser encarado como um projeto e muito bem conduzido. Em caso de saída de outra empresa pode-se oferecer um período de garantia de contrato para que ele tenha segurança e possa mostrar sua capacidade e conhecimento. Talentos gostam de desafios e um projeto bem definido e com seriedade com certeza atrairá muita gente boa. Profissionais querem trabalhar em projetos, alguns inclusive montam seus projetos de vida a partir de um desafio profissional. Por isso imagine: sua empresa divulga que está contratando uma quantidade de pessoas para determinadas funções, pois irá inaugurar nova loja. Irá chamar atenção principalmente se a atual for referência. Mas será que se sua empresa apresentar o projeto para a nova loja, o mercado, expectativa de crescimento, metas, novas funções fará diferença na atração de talentos?</p>
<p>Para finalizar: ao fazer um processo de seleção deixe aberto para que os profissionais da casa possam participar. Isso traz credibilidade.</p>
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