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Como Motivar Equipes de Trabalho

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Gilberto Wiesel

Está mais que comprovado que pessoas desmotivadas tendem a diminuir sua produtividade. Quando percebemos que nossa equipe esta desmotivada devemos identificar entre eles, quem se destaca pela capacidade de levantar o astral, ou seja, quem tem o perfil motivador, quem possui a capacidade de encorajar os outros.

 

Os motivadores, como são identificados, cumprem muito bem o seu papel, pois desenvolvem procedimentos diários que vão influenciar o grupo. São eles:

Focam as possibilidades em vez dos problemas, criando uma visão que convença o grupo;

Ajudam os outros a se sentirem parte do todo, e aproveitam para aprender com os seus colegas;

São focados nos objetivos, mas flexíveis em relação às formas de alcançá-los;

Falam com sua mente, mantendo a integridade entre suas palavras e ações. Desta forma conseguem influenciar o grupo a acreditar que as metas valem a pena e são atingíveis.

Cabe aos gestores das empresas entenderem mais do ser humano para poderem alavancar a sua equipe de trabalho. Ficamos muito tempo focados em relatórios e metas a serem alcançadas e acabamos deixando de lado o fator mais importante que vai fazer com que estas metas sejam cumpridas. As pessoas.

Um bom gestor de empresas deve compreender como as pessoas pensam, sentem e reagem no seu dia a dia. À medida que trabalhamos com elas começamos a observar como todas tem algumas coisas em comum:
Elas gostam de se sentir especiais, e gostam que digam isto a elas, por isso, faça elogios, mas elogios sinceros, pois as pessoas captam quando você não está sendo honesto, ou está fazendo apenas para agradar. Não seja fingido. Descubra o que ela possui de melhor e aí sim reforce;
Elas desejam direcionamento, por isso, seja a pessoa que vai indicar o melhor caminho;
Geralmente são egoístas, pensam primeiro em si, devido a isso, fale primeiro das suas necessidades;
Encoraje-as a atingir os seus sonhos as pessoas desejam muito o sucesso, ajude-as a chegar lá;
Trate as pessoas como indivíduos, olhe para elas e tente entendê-las, mostre a sua importância e que você está dedicando sinceramente o seu tempo para isso;
Ame as pessoas, pois só assim poderá ajudá-las no mais profundo significado da palavra.

Como fechamento gostaria de deixar algumas dicas para você pensar e colocar em prática, pois pessoas motivadas são capazes de remover qualquer obstáculo:

Acredite nas pessoas, faça-as entenderem que isto é verdadeiro;
Dê a oportunidade para que elas se manifestem, ouça suas opiniões, coloque em prática suas idéias, mesmo que isso no primeiro momento pareça absurdo;
Preocupe-se com os problemas delas, problemas são passageiros, nada é para sempre. E afinal, quem não têm?
Crie um clima de amizade e comprometimento. Isto só será possível se você realmente mostrar por gestos e atitudes diários que ouve o que ela tem para dizer;
Sorria muito, pois o sorriso contagia as pessoas.
Renove-se sempre, pois oferecer ao outro o melhor de nós é fundamental.
Desenvolva em você a paciência e estimule-a no outro.A paciência rima com sabedoria!
Adote a postura desarmada, pois ela transforma as relações pessoais e de trabalho em convivência harmônica. A harmonia produz cumplicidade!
Crie o sistema de associação familiar, convidando a família do colaborador para conhecer a empresa e as tarefas desempenhadas.Esta atitude resulta no apoio e maior compreensão. Justificam a ausência diária e ensinam aos filhos a importância do trabalho!
E finalmente, entenda que nada é mais importante do que adotarmos uma postura de aprendiz. O tempo pode ser o nosso mestre! Ele entende muito sobre estratégias de motivação.

Add comment Abril 8, 2009

Trabalho em Equipe

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Mello Jr.

Desde que implantamos a divisão de treinamentos em nossa empresa definimos como foco para sua realização o tripé:

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Felizmente, este modelo deu certo e neste mês de dezembro estamos completando 86.000 pessoas treinadas desde nossa “Primeira turma de Treinamento GM – Vender é uma arte em 1998, realizado no Hotel Flipper de Laguna/SC”.


Não existe sucesso sem uma equipe motivada e comprometida; não existe comprometimento sem motivação e muito menos o sucesso sem conhecimentos técnicos.  Por isso, trabalhar o equilíbrio emocional dos colaboradores de uma empresa independente do seu segmento é de fundamental importância. A seguir a chamada do programa da rede Globo deste domingo (06/12/08) sobre o assunto: “O estresse e o choque de valores entre membros de uma equipe são os principais motivos do desperdício de tempo no trabalho. A pesquisa mostra também que 60% das empresas brasileiras investem em ações para melhorar a produtividade e o trabalho em equipe”. Reparem que já é expressivo o número de empresas que investem para melhorar a relação entre os membros de suas equipes percebendo que o ambiente descontraído gera maior produtividade. No varejo, quanto mais leve o ambiente mais o cliente compra.

O interessante na chamada do programa é que o termo “INVESTEM” é o diferencial para obter resultados. Investimento quer dizer retorno? Claro que sim e isso aumenta a responsabilidade dos instrutores/palestrantes. Se alguém investe no seu trabalho deseja colher resultados positivos e imediatos, mas treinamento não é mágica e seus resultados aparecem com a continuidade e tempo de amadurecimento, é uma questão de educação.

Dessa forma, há necessidade de um bom programa de manutenção para que a chama da motivação esteja sempre acessa. É comum pessoas saírem motivadas de uma palestra e após uma semana voltar à realidade emocional, não lembrando sequer o nome do palestrante do último evento.  Voltando ao assunto motivar, vejo como fundamental obviedade verificar qual o padrão de motivação necessária para sua equipe. De nada adiantará comprar um enlatado que deu certo em uma determinada cidade, empresa ou comunidade e acreditar que dará certo na sua empresa. Porém, poucos cuidam deste detalhe e para isso, sugiro que seja feita uma análise criteriosa para que se faça um evento produtivo:

  • Que tipo de evento queremos?
  • Qual o foco?
  • Que resultados esperamos?
  • Qual o palestrante com o perfil desejado para o momento?
  • Que conteúdo deve ser abordado?
  • Deve-se tocar nas feridas do relacionamento da equipe?
  • Esta equipe tem líderes?
  • Qual a mensagem para eles?

Acredito que fazer rir é muito fácil num evento, no entanto nosso maior desafio é fazer as pessoas saírem com reflexões. A vida é bem diferente em relação à novela. Lembre-se na sua equipe também existem pessoas indiferentes com o sucesso da sua empresa e da sua própria equipe. São pessoas sem comprometimento e muitas vezes incompetentes.

CUIDADO! Um incompetente motivado é uma grande ameaça.

1 comment Dezembro 16, 2008

Sobrevivendo em Épocas de Mudanças e Crises

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Sonia Jordão

Diz um ditado popular: “Se continuarmos fazendo o que sempre fizemos, vamos continuar obtendo o que sempre obtivemos”. Geralmente em tempos de crise, quando há algum risco, precisamos assumir nossas responsabilidades, ser ágeis, capazes de comunicar e antecipar os acontecimentos. Crises têm sido uma constante em todos os âmbitos, por isso não é bom que sejam vistas como catástrofes; mais adequado seria que a considerássemos como uma purificação ― que, aliás, é o significado etimológico da palavra crise ― momento de crescimento. A vida é cheia de altos e baixos, por isso nos períodos bons precisamos nos preparar e nos guardar para os períodos ruins.

Os trabalhadores precisarão se ver como empresários independentes, ter uma marca especial: “você”. Terão que “vender” seus serviços, seu trabalho. Mesmo sendo para um só cliente: seu patrão.

Nesse mundo globalizado, fazemos diversas escolhas, mas precisamos aprender a nos conhecer, a gerir nossos atos e a nós mesmos. Em breve, muito do que sabemos hoje não será tão importante. O difícil é saber o que esquecer. Temos que gerenciar o presente, esquecer as coisas do passado de maneira seletiva e procurar ter combustível suficiente para o futuro. É importante entender que atualmente o conhecimento tem “prazo de validade” cada vez menor. Por isso, precisamos identificar nossas prioridades.

É bom aprender a fazer perguntas, perguntar o que ninguém perguntou e perguntar as coisas certas. Imagine-se em um deserto com uma lâmpada mágica como a do Aladim. Você esfrega e aparece o gênio lhe concedendo um pedido. Você mais que depressa fala: “Quero a melhor mulher do mundo”. Imediatamente aparece a Madre Tereza de Calcutá. Era isso que você queria? Saiba o que perguntar e o que falar, caso contrário agüente as conseqüências.

Leia mais.

Add comment Dezembro 9, 2008

Porque Equipes de Campeões Fracassam?

Vitor Marques

Observei algumas vezes em minha carreira profissional a síndrome de fracasso de algumas equipes que foram formadas pelos melhores em seu ramo de especialização, verdadeiros campeões, pessoas com sólidos conhecimentos técnicos e com histórico de sucesso em outros projetos.

Essa realidade sempre me incomodou pois sempre foram colocadas muitas justificativas para explicar tais fracassos mas nem todos convincentes.

Na análise dessas justificativas detectei ausência de alguns fatores tais como: salários adequados; plano de carreira definido; apoio logístico; horários de trabalho adequados o que sempre me acendeu o aviso de alerta. Porque essas equipes fracassavam?

Vejamos um exemplo recente e de conhecimento público, nossa seleção brasileira masculina de futebol olímpico, ela fracassou, porque? Se você analisar o parágrafo anterior irá encontrar os agentes motivadores de que falei presentes nessa equipe; irá encontrar os melhores jogadores disponíveis em nosso banco de talentos; constatará total apoio logístico; ótimos salários e plano de carreira acessível – Mas porque ela fracassou?

Não adianta responder com simplicidade:

“Ora Vitor, é uma competição e apenas um sai vencedor, sempre alguém terá diferenciais que o outro não tem…não é isso que você ocorre?”.

Ora, se eu estou comparando um time de futebol com as equipes que todos os dias formamos em nossas empresas, tais como: Equipes de: RH, Financeira, Marketing, Produção, etc…, significa que estamos falando de equipes similares a seleção brasileira de futebol, pois ambas competem todo tempo com outras equipes para serem as melhores, as mais eficazes!

Nesse grau de comparações e com mais cuidado, vamos avaliar pequenos detalhes de funcionamento grupal ou individual nessas equipes e talvez possamos chegar a alguma conclusão, utilizaremos como guia os pontos relacionados a seguir. Você irá pensar sobre o assunto e avaliar comparativamente com seus cases e o exemplo da seleção brasileira de futebol que mencionei anteriormente.

Vejamos o que am meu ver pode levar equipes de campeões ao fracasso:

  • A prepotência de seus integrantes. O “já ganhou” não agrega sucesso às equipes, muito pelo contrário faz com que todos “abram a guarda” tirando características especiais que a equipe possue;
  • A falta de conjunto, de treino, de saber até onde seu colega vai ou pode até onde por ir. Saber a partir de qual ponto você possa assumir a condução das ações levando-as em frente;
  • A falta de liderança de seu líder em função das pessoas e do negócio, Atitudes de liderança que são inconsistentes com a característica de formação dessa equipe, líderes que não agreguem pessoas a objetivos e vice-versa, líderes que não trocam experiência e que constantemente não praticam a motivação direcionada a pessoas;
  • O desprezo sobre concorrentes, não avaliando o cenário em que a equipe está inserida, seus fornecedores e seus clientes finais, ou seja, a equipe não avalia corretamente o mercado em que está inserida;
  • A falta de exploração dos diferentes talentos existentes nessas equipes em prol do bem comum, tratar iguais os diferentes, afinal equipe de sucesso é resultado da soma das diferenças;
  • O egocentrismo, onde alguns se acham melhores que os outros. Dessa forma alguns talentos dessas equipes de incomodam profundamente quando em algum momento são orientados a ficar “no banco”, aguardando o momento certo para atuar;
  • Falta de definição clara de objetivos individuais e da equipe;


Estes são alguns dos pontos que acredito levem a equipes formadas por campeões fracassarem, não conquistarem seus objetivos.

Sabemos que equipes de sucesso, em qualquer circunstância devem levar seus integrantes a agregar valor, a pensar além do que está previsto.

Sabemos que os membros de uma equipe precisam alicerçar sua performance em quatro pilares básicos: Resultado; Comportamento; Conhecimento e Reação. Nesses pilares encontram-se perguntas fundamentais para agrupamento de pessoas.

O que quero de minha equipe? Quais são os resultados desejados a curto, médio e longo prazos? O que vamos  fazer para aprimorar nossas atitudes e ações em prol dos objetivos? Realinhar! Reagrupar! Quais são os comportamentos desejados em função dos objetivos? Qual o conhecimento que deve ser adquirido como complemento ao que essas equipes já possuem? Realização de check points em todo processo de produção das equipes.

Claro que como brasileiro, gostaria que nossa seleção tivesse ganhado a medalha de ouro, mas isso seria apenas uma circunstância. O que não pode ocorrer é o fracasso, a perda do foco, o abandono das técnicas em detrimento apenas do comportamento.

Add comment Outubro 8, 2008

É preciso ser equipe antes de ser projeto

Rhute Filgueiras de Menezes

Para que haja o desenvolvimento de um projeto, é preciso que o grupo se constitua inicialmente como uma equipe. Como equipe, os seus membros possuirão um objetivo comum, compartilharão saberes e poderes através de uma Gestão Participativa. Entretanto, é preciso preservar a singularidade de cada um, respeitando-a, pois é na diversidade que podem surgir novas idéias, conflitos para se chegar a um consenso. É através da dialética que produzimos um conceito mais sólido, mais elaborado.

O desafio que se coloca no trabalho em equipe é a questão da resolução de conflitos. É principalmente nesse ponto onde a inteligência emocional se faz mais importante. Em linhas gerais, ser inteligente na relação com o outro demanda uma boa escuta, uma capacidade de criticar construtivamente o outro e de receber críticas, saber passar suas idéias clara e objetivamente, ter influência sobre os outros…

Um meio para a resolução de conflitos é a mediação, que é a forma mais construtiva, muito embora às vezes perversa, de gerir pontos de vista conflitivos. Através da mediação, uma empresa pode se antecipar as possíveis necessidades de seus colaboradores, dessa forma, funciona como uma mãe superprotetora de seus filhos, contendo seus desejos e possíveis conflitos.

Add comment Setembro 26, 2008

TEAMWORK: A importância do trabalho em grupo

Luiz Marins
O ser humano é um ser gregário – um ser social – foi feito para viver em grupos. O Ermitão, o isolado, o sozinho é uma exceção, é um exótico;
Desde a sociedade primitiva – nas tribos – caçar, pescar, coletar frutos e raízes silvestres – são atividades feitas em grupo. Sem o grupo, o primitivo perde a sua identidade que é dado pela sua linhagem, pelo seu clã, pela sua tribo;
Vivemos num mundo em rápida transformação – os próximos 5 anos devem mudar que os últimos 30 anos mudaram. E para vencer os desafios da competitividade, as empresas devem ser criativas e inovadoras;
A verdade é que quando trabalha em grupo, o resultado é maior do que a simples soma das idéias individuais. Esse é o grande segredo do “teamwork”;
Além disso, o trabalho em grupo é um exercício de humildade – muitas vezes as pessoas acham-se “donas da verdade” e quando suas “verdades” são submetidas ao crivo de outras pessoas, percebem outra realidade;
Muitas vezes temos idéias arraigadas – pré-concebidas, temos “pré-conceitos”. O trabalho em grupo nos fará ouvir, discutir, e nos fará considerar novas hipóteses que a nossa “história” não nos deixava ver;
Não pretendo dar nenhuma “técnica de trabalho em grupo”. São inúmeras as técnicas – qualquer livro as explica. Cada caso exigirá uma técnica específica que será mais ou menos indicada para que o resultado seja o melhor;
O essencial, porém, é que todos “sintam-se” ouvidos, partícipes. Que ninguém “sinta-se” excluído. E aqui o importante é “sentir-se”. Não basta dar a “oportunidade” para alguém participar. Os mais introvertidos e tímidos devem ser “estimulados” a participar;
E como há pessoas introvertidas e extrovertidas – é fundamental que antes de qualquer trabalho em grupo, seja dado um tempo e uma oportunidade para que individualmente cada um pense no tema. Muitas pessoas quando vão diretamente ao trabalho em grupo sentem-se “sufocadas” pelos mais falantes, pelos mais extrovertidos e não conseguem elaborar suas idéias. Assim, é preciso que tenham um tempo individual anterior ao trabalho em grupo;
No grupo, o coordenador deve ser um bom orientador. Ele não é o “dono” do grupo. Deve estimular a participação e principalmente “levar em conta” o que todos dizem sobre o assunto;
Há também que se pensar muito na formação do grupo. Uma pergunta comum é: o grupo deve ser homogêneo – isto é – composto por pessoas do mesmo setor, diretoria, etc. ou deve ser heterogêneo – isto é – composto por pessoas de setores sempre diferentes. A resposta é: depende do que você quer como resultado. Pessoas do mesmo setor são capazes de oferecer uma visão mais estreita, porém mais profunda do setor. Pessoas de setores diferentes poderão dar uma visão mais ampla, mas mais superficial do tema. Uma sugestão é a de fazer duas sessões, uma heterogênea e outra homogênea, para ver se as conclusões são diferentes ou similares;
Quando você tem um grupo grande, por exemplo, 30 pessoas – é preferível dividir em 6 grupos de 5 do que 5 grupos de 6. Primeiro porque sempre opte por um número ímpar para evitar os famosos “empates”. E depois, grupos menores, são sempre mais produtivos do que grupos muito grandes onde sempre alguém ficará “de fora”;
O acompanhamento dos grupos de longa duração é fundamental para o seu sucesso. Aí vale sempre uma conversa dos superiores e até a participação esporádica no grupo para ver como as pessoas estão se comportando e se todos estão realmente tendo a oportunidade que precisam ter para enriquecer as conclusões;

E há ainda que se trabalhar com os “grandes egos” de cada pessoa no grupo – há vários tipos de pessoas que podem ser jocosamente tipificados como:

      • (a) A “coruja” – fica só olhando. Não fala. Não participa;
      • (b) O “macaco” – fica só fazendo piadinhas o tempo todo com os participantes e com o tema;
      • (c) O “jabuti” – busca o consenso, a organização e a harmonia do grupo;
      • (d) O “porco-espinho” – não se pode contrariá-lo – ele solta logo os espinhos;

Enfim, num grupo há de tudo – todos os bichos. É uma verdadeira selva! Mas justamente essa “biodiversidade” é que fará o sucesso da empresa, assim como faz o sucesso da floresta. Cada um contribuindo da sua forma, do seu jeito, com as suas características é que darão à empresa a possibilidade de criar coisas novas, inusitadas, surpreendentes, que encantarão seus clientes e farão da empresa o sucesso que ela precisa ser para vencer os desafios deste século XXI.

Add comment Agosto 26, 2008

Trabalho em Equipe e Não em “Euquipe”

Paulo Sérgio Buhrer

Montar uma equipe de sucesso é uma das tarefas mais difíceis, mesmo para os bons líderes. Primeiramente, porque cada membro da potencial equipe tem suas crenças, seus valores, suas motivações, seus anseios e expectativas.

Outro motivo é que na maioria das vezes, as empresas não têm à frente dessa tentativa de equipe, um líder, e sim, alguém que se assemelha a um déspota, um indivíduo que está ainda na era da teoria mecanicista do trabalho, onde o a criatividade do funcionário de nada valia.

Por esses fatores é que ocorre nas empresas o que chamamos de “ausência ou baixo comprometimento com os negócios da empresa”. Os funcionários querem fazer somente o que lhes é imediato da função, não se dedicam, não se unem, um quer prejudicar o outro e não quer tampar, no bom sentido, o “buraco” do outro. Já dizia Albert Einstem “O homem, como qualquer outro animal é por natureza indolente. Se nada o estimula, mal se dedica a pensar e se comporta guiado pelo hábito, como um autômato.”

Forte não? Mas infelizmente, é vero!

Será que não se percebe que se algum processo da empresa não está se saindo bem, não há que se encontrar culpados, mas sim, descobrir e solucionar a falha e o erro e não quem errou? Esse é o comportamento de uma equipe, e é papel do líder, imprimir na mente dos funcionários essa idéia, cultivando-lhes essa percepção.

Uma empresa é composta de várias partes, como se fosse, por exemplo, uma
máquina de lavar, que é composta por várias peças que, se isoladas, se transformam em um monte de nada, mas juntas, transmudam-se para algo de valor, algo útil, algo indispensável. Ou será que a empresa sobrevive somente com uma ou duas dessas peças?

Nossa mediocridade vai tão longe ao ponto de imaginarmos que “sem mim essa empresa não é nada.” É claro que é, pode até levar um tempo para adaptação, mas todos somos substituíveis como profissionais, não como pessoa, mas como profissionais isso é inexorável.

Será que não conseguimos trabalhar em equipe ao invés de “EU QUIPE”?
Por fim, é preciso, para que se possa montar uma equipe e criar funcionários que se dediquem ao máximo pela entidade, que antes seja reconhecido o valor dessas pessoas e que estas, vejam que suas expectativas mínimas quanto à empresa serão supridas. Além disso, é preciso de um líder, que honre essa nomenclatura e que inspire bons exemplos, confiança, respeito, entusiasmo e muitas outras características desse profissional.

3 comments Agosto 21, 2008


 

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