Arquivo para categoria Gestão de Pessoas

O Pensamento como Poder para alcançar o sucesso profissional

Thompson Cysneiros

Prezados Leitores! Faz um tempo que não venho aqui postar nem escrever, pois Graças a Deus meu tempo está mais que comprometido. Por isso, quando obtive esse tempinho livre vim dar o ar da graça para vocês que frequentam meu Blog!

Agora sem mais, gostaria de trazer algumas questões que passam em nosso dia a dia sem nos darmos  conta e que interferem diretamente em nosso modo de viver e como estamos vivendo nossa vida atualmente. Estou falando sobre o PODER  DO PENSAMENTO.

Este Poder, que advém de nossas mentes é mais poderoso que muitas vezes podemos pensar assim: “Ah sem essas! Já pensei em um monte de coisas boas e só me trouxeram desgraça”. Daí eu faço uma pegunta a você que pensou assim: “Tem certeza que você só pensou em coisas boas, ou no meios dessas coisas boas vieram os pensamentos ruim juntos?”. O que estou querendo dizer com isso é que por mais que pensemos coisas boas as ruins também virão e basta apenas nos mantermos alerta para evitar esses tipos de pensamento e focalizarmos os pensamentos bons.

Napoleon Hill em Quem pensa Enriquece, traz muito essa questão do pensar, tirar de si os pensamentos negativos que não irão lhe trazer prosperidade. Posso também trazer a Psicologia Cognitiva que traz em seus aspectos mais proeminentes de sua teoria que todo pensamento gera uma emoção e por si só uma ação. O fato é que Napoleon não é psicólogo, mas trabalhou entrevistou vários deles e eu sou Psicólogo e me formei exatamente na teoria Cognitivo Comportamental. Nossas teorias estão muito em consonância.

O que gostaria de trazer aqui é que se você quer obter um sucesso profissional, não pode ficar colocando barreiras ou empecilhos, pois isso gerarão em sua mente um bloqueio para ações que lhe poderiam gerar seu crescimento. O corpo responde a tudo que pensamos e se pensamos o Ruim reagiremos ao Ruim e se pensarmos o Bom reagiremos ao Bom. Muitos devem estar se perguntando: “Mas Thompson, então o que devo fazer?”. Basta olhar para si e ver como você está pensando. Existe uma pergunta muito interessante que usamos na TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), é: “O que estou pensando neste momento?”. Isso irá levá-los a seus pesamentos e você poderá verificar se estão sendo de prosperidade ou de fracasso.

Por que dizem que Riqueza gera Riqueza e Fracasso gera Fracasso? É o mesmo princípio, pois os Ricos pensam em ser cada vez mais ricos e não estão com pensamentos negativos em sua mente e os fracassados pensam sempre em como evitar o próximo fracasso. Não significa que irão acertar sempre, mas se se deixarem abater os pensamentos de fracasso virão e você continuará pensando e por conseguinte agindo como um fracassado. O Livro Os Segredos da Mente Milionário de Harv Eker, traz muito bem essas questões. Tudo está em sua mente em como seu modelo mental foi desenvolvido, desde a sua infância até a sua idade atual. O que precisa entender é que este modelo não é seu e sim das pessoas que transmitiram eles para você, na maioria dos casos seus pais, ou figuras parentais. Não quero culpas os Pais, mas digo que eles tem grande influência em sua maneira de pensar e agir e digo mais eles não fizeram por mal e sim por também terem recebido esse tipo de modelo mental através dos pais deles, etc.

Agora não basta pensar, a ação é o maior causador do sucesso, se pensar e ficar parado achando que tudo irá cair do céu, você está muito enganado e nada ocorrerá. A frase muito conhecida dita por René Descartes “Penso logo existo”, caracteriza tudo que venho falando desde o início deste Post. Então se formos dissertar um pouco sobre ela, o que ele quis dizer? Para que minha existência seja algo real eu tenho que pensar. Agora se eu penso negativamente, o meu Real será negativo, mas se penso positivamente o meu Real será positivo.

No trabalho podemos usar muito esse tipo de metodologia para alcançarmos os cargos maiores ou até empregos os quais desejamos. Basta pensar no que você quer, se planejar como irá chegar lá e mão a obra! Vocês acham que os Diretores das maiores empresas do mundo chegaram onde estão pensando negativamente e que nunca chegariam lá? Pois bem, estão enganados, como tal eles pensaram “Eu irei alcançar o que almejo e me comprometo em chegar a Diretoria”. Posso trazer vários autores ou livros que falam muito sobre isto, mas volto a falar só depende de você, tudo está a seu alcance, estique a mão e pegue e não pense em quantos obstáculos deverá enfrentar para chegar lá, pois é somente seu inconsciente lhe pregando uma peça para que você não enfrente o desconhecido. Pois é caros leitores, nosso inconsciente ele sempre está a favor de que nós fiquemos no mesmo lugar, nós que devemos pregar uma peça nele e dizer, fique quieto, pois eu sou o mestre do meu destino e eu faço os meus caminhos. Nossa mente ela possui muitas armadilhas e devemos sempre estar preparados para o que ela está querendo nos dizer. Mudar um pensamento é mudar uma ação e agir é chegar a um objetivo, desde que ele esteja traçado.

Não tenha medo do fracasso, ele está para todos, Daniel Godri em sua palestra fala: “Não importa quantas vezes você vai cair e sim em quantas vezes você quer se levantar”. A cada momento em que pensamos no que queremos e buscamos atingir nós estamos fazendo com que nossos pensamentos se tornem realidade e se você ainda duvida disto, olhe a sua volta, celulares, naves espaciais, tablets, carros, entre outras coisas que só foram possíveis porque as pessoas quem os criou pensaram em algo e foram atrás dos seus objetivos, mesmo que tenham falhado algumas vezes eles nunca desistiram ou se abateram diante do fracasso.

Espero ter ajudado muitas pessoas e que se esta mensagem chegar aos ouvidos ou mentes do mundo teremos cada vez mais um mundo melhor e próspero, com pessoas sendo cada vez mais felizes e bem sucedidas.

Thompson Cysneiros é formado em Psicologia pela faculdade Franssinetti do Recife (FAFIRE). Especialização MBA em Gestão de Pessoas pela Faculdade Maurício de Nassau. É consultor de Recursos Humanos pela Geração Y Consultoria e Consultor do SEBRAE nas Áreas de Recursos Humanos, Empreendedorismo e Inovação. Atua em projetos de acompanhamento e análise de Pessoal, Gestão de Projetos institucionais, coaching gerencial, treinamento de atendimento ao cliente e vendas, pesquisa e elaboração de metodologias e processos organizacionais, acompanhamento de indicadores institucionais, avaliação de desempenho empresarial, análise e integração de setores e colaboradores, seleção e recrutamento de pessoal, análise e descrição de cargos assim como planejamento, implantação de política de cargos e salários, desenvolvimento de talentos e competências profissionais, Headhunter de talentos gerenciais e Orientação e projeção profissional planejada.

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Como elogiar para obter o melhor das pessoas?

Professor Paulo Sergio

Pesquisadores descobriram que o elogio é uma fonte inesgotável de estímulos para um melhor desempenho das pessoas.

Dois grupos de pessoas foram estimulados com diferentes tipos de elogios. Um dos grupos obteve um resultado final formidável.

Como elogiar para obter resultados excelentes?

Muitos elogiam a inteligência do ser humano. Desde cedo, os pais, por exemplo, elogiam seus filhos dizendo: “Parabéns, você é muito inteligente, por isso tirou notas boas na escola”.

No trabalho, os líderes elogiam seus colaboradores dizendo: “Muito bem, você é muito competente”.

Mas, segundo a pesquisa, essa não é a melhor forma de elogio, pois o grupo que recebeu esse tipo de elogio, quando foi instada a realizar um novo desafio, opcional, acabou desistindo.

Por quê? Os estudiosos concluíram que o problema estava na forma do elogio. Quando alguém é elogiado na inteligência, na competência, tende a ter receio de errar nos próximos desafios, ou, acredita que é tão bom que nem precisa mais mostrar do que é capaz.

Como elogiar?

O outro grupo fora elogiado, mas, pelo ESFORÇO que teve. Por exemplo, na empresa, o líder diz: “Parabéns pelos resultados que atingiram, parabéns pelo grande esforço, é isso que faz valer a pena trabalhar com vocês”.

Elogiar o esforço incentiva a fazer de novo e cada vez melhor.

Portanto, ao elogiar seu filho, seus colaboradores, quem quer que seja, elogie pelo ESFORÇO.

Obviamente que no mundo empresarial o que vale são os resultados. Mas, quando as pessoas atingirem esse resultado, elogie muito mais pelo esforço que empreenderam do que a inteligência que tiveram.

Sucesso e muitas felicidades, sempre!

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Perfil versus Vontade de trabalhar

Thompson Cysneiros

Atualmente os selecionadores buscam uma coisa que chamamos de “PERFIL”. Antes de dar continuidade a nossa discussão, o que é essa palavra que na cabeça dos candidatos fica vagando para lá e para cá. Segundo o dicionário Online, um dos significados para PERFIL é: “Descrição ou relato em que se faz a traços rápidos o retrato moral e físico de uma pessoa”. Então o que realmente seria PERFIL para o selecionador!? Essa palavrinha pequena que pode não mostrar nada, não ter significância, entre outros adjetivos é nada mais nada menos o Norte para o selecionador, é o que faz com que ele possa entender que um candidato é mais apto que outro para o cargo. O que envolve então o PERFIL? Já ouviram falar de CHA? Não é aquele chá que tomamos, de camomila, nem de erva doce, não. É o CHA de – Conhecimentos, Habilidades e Atitudes. Pois é! O perfil envolve o CHA do cargo. É com isso que buscamos identificar qual o candidato que está mais adequado a assumir o cargo em questão. Por isso em toda orientação profissional que faço sempre digo para concorrer a uma vaga o candidato deverá avaliar o CHA do cargo e se comparar ao mesmo. Daí, se tiver algo semelhante, bem vindo a vaga, se não, busca outra oportunidade no seu PERFIL. Por que estou trazendo isso a tona? É simples! Já imaginou quantas passagens de ônibus ou gasolina se gasta para comparecer a uma seleção que o candidato não tem o perfil? Inúmeros litros de gasolina, muito dinheiro em transporte e principalmente tempo.

Para não ter prejuizo no final do mês, basta tentar ver se o seu perfil é o que a vaga precisa. Mas Thompson, se é meu primeiro emprego? Vou chegar um pouco mais abaixo nesta questão. Com a tecnologia de hoje, descobrir qual o perfil para o cargo concorrido é bem simples. O nosso querido Google, pode te ajudar a achar. Por exemplo: “Características de um Auxiliar Administrativo”. Apenas buscar esse tema, te traz 946.000 resultados. Aí você pode achar o que precisa. Com isso, avaliar seu currículo e ver se a vaga que você quer concorrer está adequada ao seu perfil é coisa simples. Vamos voltar um pouco para o CHA. Quando falamos em Conhecimentos, estamos tratando de cursos entre outros eventos que refletem ter comprovação de participação em sala de aula com horas/aula e tudo mais. Habilidades, é toda experiência prática que teve durante sua vida, seja ela profissional ou pessoal, por exemplo: manusear o Windows 7, Internet, etc. E Atitudes? São os comportamentos necessários para execução do cargo, como: proatividade, paciência, controle emocional, entre outros. Agora que sabemos o que detalhadamente é o CHA. Faça bom uso desse conhecimento para realmente saber se seria legal sua participação na seleção ou se é mais uma perda de tempo. Utilize tudo sobre o CHA da vaga para comparar ao seu perfil.

Depois de todas essas explicações e orientações, vamos ao que interessa. A vontade de trabalhar é algo inerente a quem realmente está buscando emprego. E o que ela tem a ver com PERFIL? Exatamente o que você deve estar pensando! Se você tem o perfil da vaga e tem a vontade de trabalhar. Ótimo!! Com certeza a empresa irá contratar você, mas se você não tem o perfil e tem a vontade de trabalhar, o que fazer? Antes de tudo você pode se fazer algumas perguntas como: “É o que eu quero para minha vida?”, “Estou apto para essa vaga?”, “Se eu for aprovado, quanto tempo eu ficarei na empresa?”, “Estarei feliz trabalhando no que não estou preparado?”. Essas perguntas são nada menos que uma forma de você saber se concorrer será a melhor coisa a fazer. Ter a vontade não significa que você é um bom candidato. Outra coisa, para não acabar desgastando sua imagem perante a empresa ou terceirizada de RH, por que não concorrer a algo que tem o seu perfil?

Entender que o Perfil e a Vontade de trabalhar são fundamentais juntas e prejudiciais se separadas pode fazer com que você tome a atitude certa na hora certa. Pense nisso!

Agora no que tange as pessoas que estão buscando o primeiro emprego, o que fazer? Existem diversos testes vocacionais que faz você entender um pouco sobre qual emprego seria legal para o seu perfil. Nada de atirar para tudo que é vaga, apenas porque quer trabalhar e testar uma vaga. Isso não é muito inteligente, pois se no seu currículo aparecer pouco tempo em cada empresa trabalhada, poderá talvez não ser bem avaliado esse fato. A maioria das empresas buscam profissionais que se pudessem se aposentar na empresa seria o ideal. Então para que passar 5 meses em uma, 2 meses em outra e 1 mês noutra? Isso demonstra uma coisa no seu currículo, insegurança e inconstância. O legal é primeiro se definir, entender o seu perfil, ver o que realmente quer seguir, se capacitar se possível e mãos a obra!

Por fim queria fazer um comentário a uma resposta em comum que me dão em minhas entrevistas: “Quero participar da vaga porque preciso de Dinheiro”! Bem, dinheiro todos precisam, mas esse não pode ser o fator principal para concorrer a qualquer vaga que aparece pela frente. Tenham em mente que pessoas que possuem necessidades financeiras, são boas para trabalhar, mas desde que tenham o PERFIL! É simples!

Espero ter deixado pelo menos um pouquinho de informação para se refletir sobre participar de vagas sem o perfil. Não quero ser taxativo e essa não é minha intenção, mas sim poupar vários não’s que frustam e machucam a autoestima de qualquer um que está tentando buscar uma oportunidade nesse mercado de trabalho que muitas vezes é bem cruel.

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Como tornar suas mensagens mais eficazes?

Por Rodolfo Araújo

Um tema que costumamos insistir em nossos cursos é a importância de combinar corretamente Forma e Conteúdo na elaboração de uma mensagem, para que ela seja a mais efetiva possível.

 

Forma é a maneira como dizemos algo – e inclui tanto as palavras que escolhemos quanto a parte não-verbal da mensagem. Conteúdo é a ideia que queremos transmitir – a mensagem propriamente dita.

 

Equilibrar as duas partes desta equação é fundamental para atingir os objetivos de comunicação. Chip Heath deu uma brilhante demonstração sobre este tema em sua palestra no Fórum HSM de Inovação e Crescimento, no dia 28 do mês passado.

 

Alunos de uma universidade americana responderam a uma enquete na qual precisavam indicar quem eram os estudantes mais bondosos que viviam  no campus, além dos menos bondosos. Pessoas que reconhecidamente se esforçavam para ajudar os outros, davam atenção aos problemas alheios e se engajavam de verdade em trabalhos voluntários. E, do outro lado, os que estavam se lixando para tudo isso.

 

Computados os resultados, os pesquisadores enviaram aos escolhidos – os bons e os nem tão bons – uma carta solicitando donativos para uma entidade beneficente. O detalhe é que havia duas cartas diferentes, divididas aleatoriamente entre os grupos: uma com solicitações vagas, abstratas; outra contendo pedidos e instruções específicas.

 

A primeira pedia que levassem comida enlatada; a outra, uma lata de feijão. Uma sugeria que a doação poderia ser feita em qualquer dia da semana; outra agendava terça-feira, meio-dia. Uma indicava a praça central do campus; outra vinha com um mapa detalhado.Como resultado desta combinação, 8% dos alunos bondosos que receberam a carta com instruções abstratas, ainda fizeram a doação, enquanto que nenhum dos egoístas seguiu o exemplo. Por outro lado, quando as instruções eram precisas e detalhadas, nada menos que 42% dos bondosos fizeram sua parte, contra 25% dos egoístas. Veja os números no quadro abaixo e pense no que parece estranho:

BondososVsEgoistas

Nada menos que 1/4 das pessoas consideradas egoístas fizeram a doação quando receberam instruções detalhadas – o que representa uma considerável mudança de atitude! Mas ainda mais importante do que isso é que este número é bem superior (mais do que o triplo!) das pessoas consideradas bondosas, mas que receberam instruções abstratas.

 

Será que as pessoas consideradas egoístas simplesmente não estavam recebendo as instruções de forma errada? Afinal, 25% delas demostraram isso. Duas lições podem ser tiradas daqui:

 

1. O modo como nós nos comunicamos com as pessoas afeta nossa percepção com relação a elas. Posso classificar uma pessoa como bondosa ou egoísta de acordo com a qualidade das instruções que eu dou. Portanto, ao avaliar alguém, é preciso identificar de onde vêm essas percepções – e de que forma o seu comportamento as influencia;

 

2. A maneira como combinamos Forma e Conteúdo numa mensagem interfere diretamente não só no entendimento da mensagem, mas também nas ações incentivadas (ou recriminadas*) por elas.

 

Portanto, quando você achar que suas mensagens não estão tendo o impacto desejado – seja positivo ou negativo -, reavalie como você está mesclando Forma e Conteúdo. E, principalmente, se as pessoas estão entendendo realmente o que você está querendo dizer.

____________________

 

* A carta abstrata seria a ideal se você quisesse, por exemplo, que as pessoas não comparecessem ao evento.

 

VISITE O MEU BLOG: www.naopossoevitar.com.br

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Texto originalmente publicado em http://www.pharmacoaching.com.br/2011/07/forma-e-conteudo.html

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10 dicas para conseguir um aumento salarial

Por Marcos Morita

Os recentes episódios, envolvendo soldados do corpo de bombeiros do Rio de Janeiro, trazem à tona a questão dos reajustes salariais e da desigualdade social, ainda dominante no país. De um lado, homens que arriscam suas vidas lutando por um soldo digno, o qual possibilite a sobrevivência de sua família. Por outro, deputados, senadores e agora prefeitos e assessores, os quais, com a faca e o queijo na mão, duplicam ou triplicam seus vencimentos, compram carros importados e criam projetos para inflar seus já gordos contracheques.

 

Entre os extremos da pirâmide, estão milhões de brasileiros que atuam na iniciativa privada, seja em micro, pequenas, médias ou grandes corporações, os quais convivem com a lei da oferta e da demanda, ajustando seus vencimentos de acordo com as variações do setor, mercado e economia. A este grupo, listo dez dicas que poderão ajudá-los em sua próxima negociação.

 

Políticas de recursos humanos: algumas companhias costumam classificar seus funcionários por cargos e faixas salariais, as quais são subdivididas por quartis. Um mesmo cargo pode estar em diferentes faixas e diversos quartis, dependendo da senioridade do profissional. Entender seu posicionamento auxiliará na montagem inicial de sua estratégia.

 

Bolsa de salários: nem todas as empresas costumam pagar salários aproximados a cargos similares, ainda que tenham portes idênticos ou pertençam ao mesmo segmento. Pesquisas salariais e conversas com colegas do setor poderão ajudá-lo a comparar seu holerite com a concorrência.

 

Compensação total: avalie os benefícios oferecidos pela empresa além do salário fixo mensal. Coloque na ponta do lápis itens como: subsídios em cursos de línguas ou pós-graduação, bônus em dinheiro ou ações, previdência privada complementar, vales alimentação, reembolso médico e odontológico. Some e calcule sua remuneração anual. Você poderá se surpreender positivamente com o resultado.

Oportunidades de carreira: apesar da pressa da atual geração Y em galgar a pirâmide hierárquica através da troca de empregos, pare e avalie o histórico dos profissionais de sucesso da companhia. Onde estão e como chegaram lá? Com o achatamento das estruturas, promoções laterais para outras áreas, funções, mercados ou geografias podem ser movimentos interessantes.

 

Situação da companhia: analise o momento pelo qual a empresa está passando. Queda nas vendas, perda de contratos, corte de custos e demissões, costumam não combinar com pedidos de aumento salariais, mesmo que justificados. A resposta negativa será possivelmente amparada por um dos motivos listados.

 

Fatos e realizações: caso ainda esteja disposto a pedir aumento, faça-o com base em números e ações tangíveis. Aumento de vendas, lançamentos de produtos, criação de processos, abertura de clientes. Mostre como seu desempenho tornou possível a mudança. Comentários de clientes, fornecedores e colegas de trabalho podem também ser utilizados em alguns casos.

 

Hora certa: em algumas companhias, há momentos dedicados para fazer sua solicitação, tais como avaliações de desempenho. Quando não houver, utilize seu feeling para escolher a hora certa. Avalie o humor de seu chefe, agendando um horário reservado para conversarem. Evite épocas de auditoria, finais de mês ou visitas estratégicas, quando os nervos costumam estar à flor da pele.

 

Privacidade: mantenha a discrição com relação a seus colegas de trabalho. Envolvê-los poderá gerar conversas paralelas através da rádio peão. Em épocas de web 2.0, evite também enviar emails, participar de grupos ou postar comentários que possam chegar ao conhecimento da empresa ou de seu superior.

 

Ética: em alguns casos, você poderá ter outra proposta em mãos, o que aumentará consideravelmente seu poder frente a seu superior. Esteja, porém, preparado para uma eventual resposta negativa. Neste caso, não haverá outra opção senão a porta de saída. Deixá-la aberta é obrigação e sinal de inteligência. Lembre-se que o mundo dá voltas.

 

Opções: avalie alternativas além do salário, cujo aumento poderá não ser possível devido aos critérios já mencionados. Benefícios indiretos podem tornar sua compensação total atraente, assim como novas funções contarem pontos em sua experiência profissional, valorizando seu currículo.

 

Como conclusão, grande parte do sucesso de uma negociação salarial está em suas mãos, o que não o autoriza a cometer gafes, tais como invadir a sala do chefe, reduzir o ritmo de trabalho, realizar piquetes ou incitar colegas a fazer greves.

 

Acredite no IPMA: informação + planejamento + momento + alternativas, como base do sucesso. Caso deseje algo mais rápido, invista em algum cargo legislativo ou executivo, ocupando-o ou se aliando a alguém que os possui. As regras, porém, serão totalmente diferentes das anteriormente mencionadas, as quais felizmente eu não tenho a receita.

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Como ser BEM avaliado no processo seletivo?

Thompson Cysneiros

Quem nunca passou por um processo seletivo e não sabia se tinha se saído bem e ficou com aquilo na cabeça martelando!? Bem isso é mais comum do que se pode imaginar. Participar de um processo seletivo já é difícil para quem está participando, imagina se você, o candidato, vai despreparado?

Primeiro, é importante ter a cabeça que em um processo seletivo tudo pode acontecer! Como assim tudo pode acontecer? Desde um imprevisto com o ônibus ou carro a um entrevistador que vai fazer dinâmicas que você nunca imaginou. Se prepare! Saber qual vaga você está concorrendo te dar muitas vantagens. Pesquisar na internet qual o perfil do profissional da área pode ser fundamental para sua contratação e além do mais, é importantíssimo para você realmente decidir se é o que quer profissionalmente.

Segundo, a pessoa ou grupo que estiver fazendo a seleção só quer uma coisa no candidato! Que ele tenha o perfil! E como você vai mostrar para eles que “o cara” é você!? Simples! Se amostre! Seja você e muito mais! Se você não confia no seu potencial, quem mais vai confiar!? É muito, mas muito importante que você chegue confiante no processo e a confiança vai ser mostrada em seus atos.

Terceiro, se você vai procurar um parceiro ou uma parceira para você, quem você escolheria? Um(a) mal vestido(a) ou uma bem vestido(a) que seja atraente? Não preciso nem responder esta pergunta! Isto não tem nada a ver com preconceito, tem a haver com trajes adequados ao ambiente profissional. E quando falo de trajes, nem preciso falar que também é importante o visual está 100%. Cabelo cortado, barba feita (para os homens), maquiagem suave (para as mulheres), entre outras coisas. Mulheres, por favor, nada de decote! Homens, não me vão com as roupas da época de Matusalem, sei que é difícil desempregado manter o guarda roupa renovado, mas é importante que as roupas estejam bem passadas e limpas.

Quarto, pontualidade no processo seletivo é fundamental. Já escutaram falar que a primeira impressão é a que fica? Exatamente, chegar atrasado no processo passa um má impressão, pois todas as empresas tem normas e uma das normas com certeza é chegar no horário. Tenha certeza de uma coisa, se você chegar atrasado, pode até ter um bom motivo, mas o selecionador vai te olhar com outro olhar. Você pode até ser o cara, e as vezes uma chance pode ser dada, mas se você sabe que pode acontecer algum problema no trânsito no caminho. Saia mais cedo de casa, programe seu caminho, pois tudo isso faz parte de um sistema e profissionais com pensamento sistêmico são muito bem visto nas seleções.

Quinto, tudo dando certo no processo e você percebeu que tem um profissional que está se destacando mais, o que fazer? Primeiro vou falar do que não fazer… Nunca tente burlar ou trapacear ou passar por cima dele para ganhar olhares do selecionador. Tente se destacar mais, trazer idéias ou falas mais interessantes. As vezes o profissional que eles estão procurando não precisa ser tão interessante como ele e quem sabe não é você?

Sexto, acabou a seleção e agora sou eu? Fique tranquilo, nada de exaltação. A ansiedade é percebida na fala e nos atos. Tente ser o mais discreto neste aspecto, nada de ser discreto no processo… Só no final! Perguntar como e quando é dado o resultado pode te tranquilizar. E por fim se tudo der certo você será selecionado.

Sétimo, lembre-se psicotécnicos podem ser aplicado e como resolvo este problema? Os testes psicológicos são ferramentas utilizadas para auxiliar o selecionador a identificar com mais precisão as habilidades e competências dos candidatos. Caso ache que está se saindo bem e o psicotécnico é seu calo, procure um profissional de psicologia vocacional e peça que ele aplique um teste em você para você entender o que acontece. As vezes o problema pode ser interno, no seu ritmo de vida, no seu desenvolvimento, entre outras coisas. Identificar estes aspectos é fundamental para você se conhecer melhor e aprimorar algumas competências. Então nada de pânico! Vamos a luta!

Finalizo este post com uma pequena frase: “os grandes feitos são compostos de pequenos atos”. Então, está esperando o quê? Faça já, se conheça mais e se amostre! Boa sorte! Espero ter ajudado.

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Como aceitar (bem) um “não” no trabalho?

Infomoneywww.administradores.com.br

Quem nunca ouviu um “não” na vida? Na trajetória profissional, as negativas também são bem comuns. E, assim como na vida pessoal, nem sempre são levadas numa boa. O fato é que ouvir um “não” do líder a respeito de uma ideia ou pedido de promoção ou mesmo de um colega de trabalho tem um forte peso para muitos profissionais. Mas nem sempre precisa ser assim.

“Claro que essa aceitação da negativa não é fácil, mas um feedback negativo faz parte do nosso processo de construção profissional”, ressalta a psicóloga, orientadora vocacional e analista de Carreiras da Veris Faculdades, Paula Souto Sanches. “É um momento de reflexão, porque somos suscetíveis a erros, e também é uma oportunidade de aprendizado”, diz.

“Na verdade, interpretamos uma negativa da forma que queremos”, afirma o consultor de Coaching da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jonas Tokarski. “Tanto o ‘não’ como o ‘sim’ são palavras curtas, mas que têm um poder extraordinário”, avalia o especialista, que ainda completa dizendo que, no mundo corporativo, é difícil encontrar quem encare bem essa negativa.

Por que é tão difícil aceitar


O fato de muitos profissionais sentirem dificuldades em aceitar uma negativa não é de hoje. Na verdade, conforme explicam os especialistas consultados, esse comportamento faz parte do DNA latino-americano. “Na nossa história, muito da cultura que temos foi importada de povos que nos colonizaram”, considera Tokarski.


Por conta dessa histórico, para o especialista, o “não” no mundo moderno tem uma carga muito negativa. “Geralmente, o profissional leva para o lado pessoal, se acha perseguido e o resultado é que ele passa a não trabalhar como antes e a produtividade cai”, explica.

No campo mais afetivo, Paula explica que adultos que tiveram todos os pedidos concedidos durante a infância têm mais chances de terem dificuldades de aceitar um “não”, ao passo que aqueles que tiveram uma infância marcada por negativas têm mais facilidade nessa aceitação. “Ele acaba entendendo melhor e enxerga o ‘não’ como um desafio”, explica.

Como encarar a negativa


Por mais difícil que possa parecer, encarar a negativa de uma maneira positiva só contribui para o seu desempenho profissional. Encarar o “não” de cara amarrada só desperta desmotivação, que pode prejudicar nos resultados finais. “Sem contar que a imagem do profissional pode ficar prejudicada, porque o comportamento está relacionado à maturidade dele”, diz a psicóloga.


Antes de encarar o “não” de uma maneira negativa, os especialistas ressaltam que ele não está atrelado ao fracasso. “É preciso entender os motivos que levaram o gestor a dizer o ‘não’”, avalia Tokarski. Dessa forma, antes de simplesmente aceitar a negativa, questione o líder ou quem a deu sobre os motivos desse resultado.

“Quando ele encara de uma forma positiva essa negativa, o profissional fica mais motivado a acertar depois, a se superar e passa a ter uma visão maior sobre o seu trabalho”, explica Paula.

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