Arquivo para categoria Inteligência Emocional

O Pensamento como Poder para alcançar o sucesso profissional

Thompson Cysneiros

Prezados Leitores! Faz um tempo que não venho aqui postar nem escrever, pois Graças a Deus meu tempo está mais que comprometido. Por isso, quando obtive esse tempinho livre vim dar o ar da graça para vocês que frequentam meu Blog!

Agora sem mais, gostaria de trazer algumas questões que passam em nosso dia a dia sem nos darmos  conta e que interferem diretamente em nosso modo de viver e como estamos vivendo nossa vida atualmente. Estou falando sobre o PODER  DO PENSAMENTO.

Este Poder, que advém de nossas mentes é mais poderoso que muitas vezes podemos pensar assim: “Ah sem essas! Já pensei em um monte de coisas boas e só me trouxeram desgraça”. Daí eu faço uma pegunta a você que pensou assim: “Tem certeza que você só pensou em coisas boas, ou no meios dessas coisas boas vieram os pensamentos ruim juntos?”. O que estou querendo dizer com isso é que por mais que pensemos coisas boas as ruins também virão e basta apenas nos mantermos alerta para evitar esses tipos de pensamento e focalizarmos os pensamentos bons.

Napoleon Hill em Quem pensa Enriquece, traz muito essa questão do pensar, tirar de si os pensamentos negativos que não irão lhe trazer prosperidade. Posso também trazer a Psicologia Cognitiva que traz em seus aspectos mais proeminentes de sua teoria que todo pensamento gera uma emoção e por si só uma ação. O fato é que Napoleon não é psicólogo, mas trabalhou entrevistou vários deles e eu sou Psicólogo e me formei exatamente na teoria Cognitivo Comportamental. Nossas teorias estão muito em consonância.

O que gostaria de trazer aqui é que se você quer obter um sucesso profissional, não pode ficar colocando barreiras ou empecilhos, pois isso gerarão em sua mente um bloqueio para ações que lhe poderiam gerar seu crescimento. O corpo responde a tudo que pensamos e se pensamos o Ruim reagiremos ao Ruim e se pensarmos o Bom reagiremos ao Bom. Muitos devem estar se perguntando: “Mas Thompson, então o que devo fazer?”. Basta olhar para si e ver como você está pensando. Existe uma pergunta muito interessante que usamos na TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), é: “O que estou pensando neste momento?”. Isso irá levá-los a seus pesamentos e você poderá verificar se estão sendo de prosperidade ou de fracasso.

Por que dizem que Riqueza gera Riqueza e Fracasso gera Fracasso? É o mesmo princípio, pois os Ricos pensam em ser cada vez mais ricos e não estão com pensamentos negativos em sua mente e os fracassados pensam sempre em como evitar o próximo fracasso. Não significa que irão acertar sempre, mas se se deixarem abater os pensamentos de fracasso virão e você continuará pensando e por conseguinte agindo como um fracassado. O Livro Os Segredos da Mente Milionário de Harv Eker, traz muito bem essas questões. Tudo está em sua mente em como seu modelo mental foi desenvolvido, desde a sua infância até a sua idade atual. O que precisa entender é que este modelo não é seu e sim das pessoas que transmitiram eles para você, na maioria dos casos seus pais, ou figuras parentais. Não quero culpas os Pais, mas digo que eles tem grande influência em sua maneira de pensar e agir e digo mais eles não fizeram por mal e sim por também terem recebido esse tipo de modelo mental através dos pais deles, etc.

Agora não basta pensar, a ação é o maior causador do sucesso, se pensar e ficar parado achando que tudo irá cair do céu, você está muito enganado e nada ocorrerá. A frase muito conhecida dita por René Descartes “Penso logo existo”, caracteriza tudo que venho falando desde o início deste Post. Então se formos dissertar um pouco sobre ela, o que ele quis dizer? Para que minha existência seja algo real eu tenho que pensar. Agora se eu penso negativamente, o meu Real será negativo, mas se penso positivamente o meu Real será positivo.

No trabalho podemos usar muito esse tipo de metodologia para alcançarmos os cargos maiores ou até empregos os quais desejamos. Basta pensar no que você quer, se planejar como irá chegar lá e mão a obra! Vocês acham que os Diretores das maiores empresas do mundo chegaram onde estão pensando negativamente e que nunca chegariam lá? Pois bem, estão enganados, como tal eles pensaram “Eu irei alcançar o que almejo e me comprometo em chegar a Diretoria”. Posso trazer vários autores ou livros que falam muito sobre isto, mas volto a falar só depende de você, tudo está a seu alcance, estique a mão e pegue e não pense em quantos obstáculos deverá enfrentar para chegar lá, pois é somente seu inconsciente lhe pregando uma peça para que você não enfrente o desconhecido. Pois é caros leitores, nosso inconsciente ele sempre está a favor de que nós fiquemos no mesmo lugar, nós que devemos pregar uma peça nele e dizer, fique quieto, pois eu sou o mestre do meu destino e eu faço os meus caminhos. Nossa mente ela possui muitas armadilhas e devemos sempre estar preparados para o que ela está querendo nos dizer. Mudar um pensamento é mudar uma ação e agir é chegar a um objetivo, desde que ele esteja traçado.

Não tenha medo do fracasso, ele está para todos, Daniel Godri em sua palestra fala: “Não importa quantas vezes você vai cair e sim em quantas vezes você quer se levantar”. A cada momento em que pensamos no que queremos e buscamos atingir nós estamos fazendo com que nossos pensamentos se tornem realidade e se você ainda duvida disto, olhe a sua volta, celulares, naves espaciais, tablets, carros, entre outras coisas que só foram possíveis porque as pessoas quem os criou pensaram em algo e foram atrás dos seus objetivos, mesmo que tenham falhado algumas vezes eles nunca desistiram ou se abateram diante do fracasso.

Espero ter ajudado muitas pessoas e que se esta mensagem chegar aos ouvidos ou mentes do mundo teremos cada vez mais um mundo melhor e próspero, com pessoas sendo cada vez mais felizes e bem sucedidas.

Thompson Cysneiros é formado em Psicologia pela faculdade Franssinetti do Recife (FAFIRE). Especialização MBA em Gestão de Pessoas pela Faculdade Maurício de Nassau. É consultor de Recursos Humanos pela Geração Y Consultoria e Consultor do SEBRAE nas Áreas de Recursos Humanos, Empreendedorismo e Inovação. Atua em projetos de acompanhamento e análise de Pessoal, Gestão de Projetos institucionais, coaching gerencial, treinamento de atendimento ao cliente e vendas, pesquisa e elaboração de metodologias e processos organizacionais, acompanhamento de indicadores institucionais, avaliação de desempenho empresarial, análise e integração de setores e colaboradores, seleção e recrutamento de pessoal, análise e descrição de cargos assim como planejamento, implantação de política de cargos e salários, desenvolvimento de talentos e competências profissionais, Headhunter de talentos gerenciais e Orientação e projeção profissional planejada.

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Como tornar suas mensagens mais eficazes?

Por Rodolfo Araújo

Um tema que costumamos insistir em nossos cursos é a importância de combinar corretamente Forma e Conteúdo na elaboração de uma mensagem, para que ela seja a mais efetiva possível.

 

Forma é a maneira como dizemos algo – e inclui tanto as palavras que escolhemos quanto a parte não-verbal da mensagem. Conteúdo é a ideia que queremos transmitir – a mensagem propriamente dita.

 

Equilibrar as duas partes desta equação é fundamental para atingir os objetivos de comunicação. Chip Heath deu uma brilhante demonstração sobre este tema em sua palestra no Fórum HSM de Inovação e Crescimento, no dia 28 do mês passado.

 

Alunos de uma universidade americana responderam a uma enquete na qual precisavam indicar quem eram os estudantes mais bondosos que viviam  no campus, além dos menos bondosos. Pessoas que reconhecidamente se esforçavam para ajudar os outros, davam atenção aos problemas alheios e se engajavam de verdade em trabalhos voluntários. E, do outro lado, os que estavam se lixando para tudo isso.

 

Computados os resultados, os pesquisadores enviaram aos escolhidos – os bons e os nem tão bons – uma carta solicitando donativos para uma entidade beneficente. O detalhe é que havia duas cartas diferentes, divididas aleatoriamente entre os grupos: uma com solicitações vagas, abstratas; outra contendo pedidos e instruções específicas.

 

A primeira pedia que levassem comida enlatada; a outra, uma lata de feijão. Uma sugeria que a doação poderia ser feita em qualquer dia da semana; outra agendava terça-feira, meio-dia. Uma indicava a praça central do campus; outra vinha com um mapa detalhado.Como resultado desta combinação, 8% dos alunos bondosos que receberam a carta com instruções abstratas, ainda fizeram a doação, enquanto que nenhum dos egoístas seguiu o exemplo. Por outro lado, quando as instruções eram precisas e detalhadas, nada menos que 42% dos bondosos fizeram sua parte, contra 25% dos egoístas. Veja os números no quadro abaixo e pense no que parece estranho:

BondososVsEgoistas

Nada menos que 1/4 das pessoas consideradas egoístas fizeram a doação quando receberam instruções detalhadas – o que representa uma considerável mudança de atitude! Mas ainda mais importante do que isso é que este número é bem superior (mais do que o triplo!) das pessoas consideradas bondosas, mas que receberam instruções abstratas.

 

Será que as pessoas consideradas egoístas simplesmente não estavam recebendo as instruções de forma errada? Afinal, 25% delas demostraram isso. Duas lições podem ser tiradas daqui:

 

1. O modo como nós nos comunicamos com as pessoas afeta nossa percepção com relação a elas. Posso classificar uma pessoa como bondosa ou egoísta de acordo com a qualidade das instruções que eu dou. Portanto, ao avaliar alguém, é preciso identificar de onde vêm essas percepções – e de que forma o seu comportamento as influencia;

 

2. A maneira como combinamos Forma e Conteúdo numa mensagem interfere diretamente não só no entendimento da mensagem, mas também nas ações incentivadas (ou recriminadas*) por elas.

 

Portanto, quando você achar que suas mensagens não estão tendo o impacto desejado – seja positivo ou negativo -, reavalie como você está mesclando Forma e Conteúdo. E, principalmente, se as pessoas estão entendendo realmente o que você está querendo dizer.

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* A carta abstrata seria a ideal se você quisesse, por exemplo, que as pessoas não comparecessem ao evento.

 

VISITE O MEU BLOG: www.naopossoevitar.com.br

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Texto originalmente publicado em http://www.pharmacoaching.com.br/2011/07/forma-e-conteudo.html

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10 dicas para conseguir um aumento salarial

Por Marcos Morita

Os recentes episódios, envolvendo soldados do corpo de bombeiros do Rio de Janeiro, trazem à tona a questão dos reajustes salariais e da desigualdade social, ainda dominante no país. De um lado, homens que arriscam suas vidas lutando por um soldo digno, o qual possibilite a sobrevivência de sua família. Por outro, deputados, senadores e agora prefeitos e assessores, os quais, com a faca e o queijo na mão, duplicam ou triplicam seus vencimentos, compram carros importados e criam projetos para inflar seus já gordos contracheques.

 

Entre os extremos da pirâmide, estão milhões de brasileiros que atuam na iniciativa privada, seja em micro, pequenas, médias ou grandes corporações, os quais convivem com a lei da oferta e da demanda, ajustando seus vencimentos de acordo com as variações do setor, mercado e economia. A este grupo, listo dez dicas que poderão ajudá-los em sua próxima negociação.

 

Políticas de recursos humanos: algumas companhias costumam classificar seus funcionários por cargos e faixas salariais, as quais são subdivididas por quartis. Um mesmo cargo pode estar em diferentes faixas e diversos quartis, dependendo da senioridade do profissional. Entender seu posicionamento auxiliará na montagem inicial de sua estratégia.

 

Bolsa de salários: nem todas as empresas costumam pagar salários aproximados a cargos similares, ainda que tenham portes idênticos ou pertençam ao mesmo segmento. Pesquisas salariais e conversas com colegas do setor poderão ajudá-lo a comparar seu holerite com a concorrência.

 

Compensação total: avalie os benefícios oferecidos pela empresa além do salário fixo mensal. Coloque na ponta do lápis itens como: subsídios em cursos de línguas ou pós-graduação, bônus em dinheiro ou ações, previdência privada complementar, vales alimentação, reembolso médico e odontológico. Some e calcule sua remuneração anual. Você poderá se surpreender positivamente com o resultado.

Oportunidades de carreira: apesar da pressa da atual geração Y em galgar a pirâmide hierárquica através da troca de empregos, pare e avalie o histórico dos profissionais de sucesso da companhia. Onde estão e como chegaram lá? Com o achatamento das estruturas, promoções laterais para outras áreas, funções, mercados ou geografias podem ser movimentos interessantes.

 

Situação da companhia: analise o momento pelo qual a empresa está passando. Queda nas vendas, perda de contratos, corte de custos e demissões, costumam não combinar com pedidos de aumento salariais, mesmo que justificados. A resposta negativa será possivelmente amparada por um dos motivos listados.

 

Fatos e realizações: caso ainda esteja disposto a pedir aumento, faça-o com base em números e ações tangíveis. Aumento de vendas, lançamentos de produtos, criação de processos, abertura de clientes. Mostre como seu desempenho tornou possível a mudança. Comentários de clientes, fornecedores e colegas de trabalho podem também ser utilizados em alguns casos.

 

Hora certa: em algumas companhias, há momentos dedicados para fazer sua solicitação, tais como avaliações de desempenho. Quando não houver, utilize seu feeling para escolher a hora certa. Avalie o humor de seu chefe, agendando um horário reservado para conversarem. Evite épocas de auditoria, finais de mês ou visitas estratégicas, quando os nervos costumam estar à flor da pele.

 

Privacidade: mantenha a discrição com relação a seus colegas de trabalho. Envolvê-los poderá gerar conversas paralelas através da rádio peão. Em épocas de web 2.0, evite também enviar emails, participar de grupos ou postar comentários que possam chegar ao conhecimento da empresa ou de seu superior.

 

Ética: em alguns casos, você poderá ter outra proposta em mãos, o que aumentará consideravelmente seu poder frente a seu superior. Esteja, porém, preparado para uma eventual resposta negativa. Neste caso, não haverá outra opção senão a porta de saída. Deixá-la aberta é obrigação e sinal de inteligência. Lembre-se que o mundo dá voltas.

 

Opções: avalie alternativas além do salário, cujo aumento poderá não ser possível devido aos critérios já mencionados. Benefícios indiretos podem tornar sua compensação total atraente, assim como novas funções contarem pontos em sua experiência profissional, valorizando seu currículo.

 

Como conclusão, grande parte do sucesso de uma negociação salarial está em suas mãos, o que não o autoriza a cometer gafes, tais como invadir a sala do chefe, reduzir o ritmo de trabalho, realizar piquetes ou incitar colegas a fazer greves.

 

Acredite no IPMA: informação + planejamento + momento + alternativas, como base do sucesso. Caso deseje algo mais rápido, invista em algum cargo legislativo ou executivo, ocupando-o ou se aliando a alguém que os possui. As regras, porém, serão totalmente diferentes das anteriormente mencionadas, as quais felizmente eu não tenho a receita.

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Como ser BEM avaliado no processo seletivo?

Thompson Cysneiros

Quem nunca passou por um processo seletivo e não sabia se tinha se saído bem e ficou com aquilo na cabeça martelando!? Bem isso é mais comum do que se pode imaginar. Participar de um processo seletivo já é difícil para quem está participando, imagina se você, o candidato, vai despreparado?

Primeiro, é importante ter a cabeça que em um processo seletivo tudo pode acontecer! Como assim tudo pode acontecer? Desde um imprevisto com o ônibus ou carro a um entrevistador que vai fazer dinâmicas que você nunca imaginou. Se prepare! Saber qual vaga você está concorrendo te dar muitas vantagens. Pesquisar na internet qual o perfil do profissional da área pode ser fundamental para sua contratação e além do mais, é importantíssimo para você realmente decidir se é o que quer profissionalmente.

Segundo, a pessoa ou grupo que estiver fazendo a seleção só quer uma coisa no candidato! Que ele tenha o perfil! E como você vai mostrar para eles que “o cara” é você!? Simples! Se amostre! Seja você e muito mais! Se você não confia no seu potencial, quem mais vai confiar!? É muito, mas muito importante que você chegue confiante no processo e a confiança vai ser mostrada em seus atos.

Terceiro, se você vai procurar um parceiro ou uma parceira para você, quem você escolheria? Um(a) mal vestido(a) ou uma bem vestido(a) que seja atraente? Não preciso nem responder esta pergunta! Isto não tem nada a ver com preconceito, tem a haver com trajes adequados ao ambiente profissional. E quando falo de trajes, nem preciso falar que também é importante o visual está 100%. Cabelo cortado, barba feita (para os homens), maquiagem suave (para as mulheres), entre outras coisas. Mulheres, por favor, nada de decote! Homens, não me vão com as roupas da época de Matusalem, sei que é difícil desempregado manter o guarda roupa renovado, mas é importante que as roupas estejam bem passadas e limpas.

Quarto, pontualidade no processo seletivo é fundamental. Já escutaram falar que a primeira impressão é a que fica? Exatamente, chegar atrasado no processo passa um má impressão, pois todas as empresas tem normas e uma das normas com certeza é chegar no horário. Tenha certeza de uma coisa, se você chegar atrasado, pode até ter um bom motivo, mas o selecionador vai te olhar com outro olhar. Você pode até ser o cara, e as vezes uma chance pode ser dada, mas se você sabe que pode acontecer algum problema no trânsito no caminho. Saia mais cedo de casa, programe seu caminho, pois tudo isso faz parte de um sistema e profissionais com pensamento sistêmico são muito bem visto nas seleções.

Quinto, tudo dando certo no processo e você percebeu que tem um profissional que está se destacando mais, o que fazer? Primeiro vou falar do que não fazer… Nunca tente burlar ou trapacear ou passar por cima dele para ganhar olhares do selecionador. Tente se destacar mais, trazer idéias ou falas mais interessantes. As vezes o profissional que eles estão procurando não precisa ser tão interessante como ele e quem sabe não é você?

Sexto, acabou a seleção e agora sou eu? Fique tranquilo, nada de exaltação. A ansiedade é percebida na fala e nos atos. Tente ser o mais discreto neste aspecto, nada de ser discreto no processo… Só no final! Perguntar como e quando é dado o resultado pode te tranquilizar. E por fim se tudo der certo você será selecionado.

Sétimo, lembre-se psicotécnicos podem ser aplicado e como resolvo este problema? Os testes psicológicos são ferramentas utilizadas para auxiliar o selecionador a identificar com mais precisão as habilidades e competências dos candidatos. Caso ache que está se saindo bem e o psicotécnico é seu calo, procure um profissional de psicologia vocacional e peça que ele aplique um teste em você para você entender o que acontece. As vezes o problema pode ser interno, no seu ritmo de vida, no seu desenvolvimento, entre outras coisas. Identificar estes aspectos é fundamental para você se conhecer melhor e aprimorar algumas competências. Então nada de pânico! Vamos a luta!

Finalizo este post com uma pequena frase: “os grandes feitos são compostos de pequenos atos”. Então, está esperando o quê? Faça já, se conheça mais e se amostre! Boa sorte! Espero ter ajudado.

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Como aceitar (bem) um “não” no trabalho?

Infomoneywww.administradores.com.br

Quem nunca ouviu um “não” na vida? Na trajetória profissional, as negativas também são bem comuns. E, assim como na vida pessoal, nem sempre são levadas numa boa. O fato é que ouvir um “não” do líder a respeito de uma ideia ou pedido de promoção ou mesmo de um colega de trabalho tem um forte peso para muitos profissionais. Mas nem sempre precisa ser assim.

“Claro que essa aceitação da negativa não é fácil, mas um feedback negativo faz parte do nosso processo de construção profissional”, ressalta a psicóloga, orientadora vocacional e analista de Carreiras da Veris Faculdades, Paula Souto Sanches. “É um momento de reflexão, porque somos suscetíveis a erros, e também é uma oportunidade de aprendizado”, diz.

“Na verdade, interpretamos uma negativa da forma que queremos”, afirma o consultor de Coaching da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jonas Tokarski. “Tanto o ‘não’ como o ‘sim’ são palavras curtas, mas que têm um poder extraordinário”, avalia o especialista, que ainda completa dizendo que, no mundo corporativo, é difícil encontrar quem encare bem essa negativa.

Por que é tão difícil aceitar


O fato de muitos profissionais sentirem dificuldades em aceitar uma negativa não é de hoje. Na verdade, conforme explicam os especialistas consultados, esse comportamento faz parte do DNA latino-americano. “Na nossa história, muito da cultura que temos foi importada de povos que nos colonizaram”, considera Tokarski.


Por conta dessa histórico, para o especialista, o “não” no mundo moderno tem uma carga muito negativa. “Geralmente, o profissional leva para o lado pessoal, se acha perseguido e o resultado é que ele passa a não trabalhar como antes e a produtividade cai”, explica.

No campo mais afetivo, Paula explica que adultos que tiveram todos os pedidos concedidos durante a infância têm mais chances de terem dificuldades de aceitar um “não”, ao passo que aqueles que tiveram uma infância marcada por negativas têm mais facilidade nessa aceitação. “Ele acaba entendendo melhor e enxerga o ‘não’ como um desafio”, explica.

Como encarar a negativa


Por mais difícil que possa parecer, encarar a negativa de uma maneira positiva só contribui para o seu desempenho profissional. Encarar o “não” de cara amarrada só desperta desmotivação, que pode prejudicar nos resultados finais. “Sem contar que a imagem do profissional pode ficar prejudicada, porque o comportamento está relacionado à maturidade dele”, diz a psicóloga.


Antes de encarar o “não” de uma maneira negativa, os especialistas ressaltam que ele não está atrelado ao fracasso. “É preciso entender os motivos que levaram o gestor a dizer o ‘não’”, avalia Tokarski. Dessa forma, antes de simplesmente aceitar a negativa, questione o líder ou quem a deu sobre os motivos desse resultado.

“Quando ele encara de uma forma positiva essa negativa, o profissional fica mais motivado a acertar depois, a se superar e passa a ter uma visão maior sobre o seu trabalho”, explica Paula.

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Contratados pelo currículo, demitidos pela atitude

Por Eduardo Ferraz , http://www.administradores.com.br

Diversos são os motivos que levam as empresas a demitirem seus funcionários. Uma pesquisa realizada pela Catho, em 2009, com 12.122 profissionais de empresas privadas de todo o Brasil, revelou os principais fatores para a demissão no país. Segundo o levantamento, dentre as cinco primeiras razões, três estão relacionadas à personalidade.

O estudo aponta que, além dos motivos relacionados à incompetência e à falta de resultados, também estão as questões comportamentais, como o mau relacionamento com o grupo, falta de dinamismo e inaptidão para a liderança. Se prestarmos a devida atenção à questão, podemos perceber que o fato tem grande relação com a falta de Inteligência Emocional.

Até o lançamento do livro “Estruturas da Mente”, do psicólogo americano Howard Gardner, em 1983, para a grande maioria das pessoas, a inteligência era atribuída a pessoas com alto QI (Quociente de inteligência). Gardner confrontou este paradigma, mostrando em seus estudos que as pessoas são habilidosas de diferentes formas, e que nem todos aprendem da mesma maneira. Dentre as inteligências múltiplas apresentadas pelo psicólogo, as que tratam da capacidade do indivíduo se relacionar com as pessoas e consigo mesmo, somadas, resultam no QE, ou Inteligência Emocional.

Normalmente, o baixo QI tende a limitar o crescimento profissional, já o baixo QE pode destruir uma carreira, por mais alto que seja seu QI. As pessoas com pouca inteligência emocional têm um autoconhecimento limitado, e esse é o maior problema. Normalmente, este indivíduo não tem consciência de seus comportamentos, e tem dificuldade em avaliar o impacto que suas atitudes causam nos demais. Como consequência, costuma ser egocêntrico, lidar mal com o estresse, ter baixa tolerância a frustrações, além das outras questões comportamentais citadas na pesquisa como razões para demissão.

Diferentemente do QI, que muda muito pouco na idade adulta, a Inteligência Emocional pode ser aprimorada. Embora não seja um processo rápido, o primeiro e grande segredo é o autoconhecimento. É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos comportamentos estão tendo sobre as pessoas, no ambiente de trabalho, e até mesmo na vida pessoal. Para isso, é essencial que se leve em consideração os feedbacks recebidos, seja de um superior, um subordinado ou de parentes e amigos.

Saber usar os pontos fortes, controlar os pontos limitantes, relevar os pontos fracos e persistir diante de frustrações são elementos que fazem parte das competências de um profissional com alta Inteligência Emocional. É importante ressaltar que isso não é importante somente na vida corporativa. Um alto nível de QE nos permite perceber melhor quem somos, estabelecer relacionamentos mais saudáveis com aqueles que nos rodeiam, e termos atitudes capazes de tornar nossas vidas muito melhores.

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Excelência é sobretudo uma questão de talento

 

Idalberto Chiavenato

Para alcançar excelência organizacional, cada pessoa deve ser encarada como um centro de excelência e cada equipe como um centro de negócios. Cada subsistema deve adequar-se ao sistema total. A isto se chama alinhamento que permita conduzir à consistência e integração. E dentro dessa conceituação sistêmica, o resultado não deve constituir apenas a soma das partes envolvidas. Somar é fácil. O difícil é multiplicar. E a excelência é sem dúvida uma das decorrências desse emergente sistêmico que é a sinergia. Algo difícil, complexo, singular, específico, mutável, instável.
Contudo, para transformar cada pessoa em um centro de excelência é preciso que ela adquira competências individuais, técnicas e sociais através de uma aprendizagem constante e ininterrupta, seja liderada e impulsionada, seja direcionada para metas e objetivos, esteja engajada e motivada, receba incentivos e recompensas pelas suas conquistas e se sinta fazendo parte integrante da turma. Olhar cada indivíduo é importante por que cada pessoa é em si um universo, um mundo diferente, um poderoso sistema de aprendizagem e inteligência. Mas é igualmente importante ver o todo organizacional, ou seja, o universo de indivíduos e grupos, cada qual dando a sua parcela de contribuição. Este é um paradoxo da empresa moderna.

E tudo isso exige alguns cuidados a saber:

Planejamento da gestão de pessoas no longo prazo para buscar a experiência, conhecimento e competências necessários a cada ação futura. Cada administrador deve ser mais do que um simples gestor de pessoas. A gestão do conhecimento corporativo deve estar presente na gestão das pessoas, pois afinal quem aprende não é exatamente a empresa – que é uma ficção conceitual ou legal – mas as pessoas que dela participam, pensam e reflexionam, tomam decisões, agem e avaliam seus comportamentos em função dos resultados alcançados. Uma das responsabilidades do gestor de pessoas é contribuir para que o conhecimento seja devida e rapidamente compartilhado e aplicado pela sua equipe. Conhecimento sem utilização de nada vale.

– Para obter resultados diferentes são necessárias competências diferentes e, muitas vezes, pessoas diferentes. Isso implica em fazer profundas mudanças nos tradicionais programas de recrutamento e seleção, onboarding, treinamento e desenvolvimento, incentivos e recompensas, sucessão, para acompanhar e aproveitar as mudanças que ocorrem no negócio da empresa, no mercado, na tecnologia, na concorrência, etc. Tudo isso precisa deixar de ser executado exclusivamente pelo RH e ser estendido a todos os líderes da empresa e, principalmente com a ativa participação dos principais interessados: todos os colaboradores da empresa. Sem eles, nada feito.

Já que os negócios são globais e planetários, o treinamento e a capacitação precisam tornar as pessoas cidadãs globais e adequadas a diferentes culturas no cotidiano de trabalho. É preciso que as pessoas adquiram visão periférica e aprendam com o mundo exterior. Já dissemos que não se trata apenas de ensinar, mas de aprender. E isso envolve não apenas tarefas e atividades, mas acima de tudo fazer com que as pessoas pensem, reflitam, analisem, avaliem, ponderem, critiquem e façam melhorias que, quase sempre significam mudanças. Em outras palavras, utilizem seu órgão mais sofisticado: o cérebro. E seu desdobramento maior: a inteligência. Cada negócio frutifica em função das inteligências utilizadas.

É preciso formar líderes de classe mundial, principalmente nas empresas que mantém operações ao redor do planeta para que conheçam melhor os mercados externos e saibam aproveitar as oportunidades de novos negócios. Afinal, administradores também são pessoas como quaisquer outras, mas com o agravante de precisar liderar, articular e impulsionar pessoas. O velho padrão de executivo autocrático ainda existe em muitas empresas que ainda não se deram conta da necessidade da liderança impulsionadora em todos seus níveis hierárquicos. A liderança de lideranças é o ponto de início nesta complicada jogada estratégica. O exemplo deve vir de cima. É lá que estão os modelos de comportamento a seguir.

O desafio está em colocar todas as técnicas disponíveis em ação e suprir toda a cadeia de valor da empresa para fechar o ciclo do capital humano, que é o seu patrimônio mais valioso e o seu maior capital de risco. Capital humano se constrói com talentos. E apesar da recente crise mundial a guerra por talentos continua cada vez mais intensa assumindo novas formas e caminhos e com targets cada vez mais precisos. Mas a quantidade de pessoas está cedendo espaço para a qualidade das pessoas. É o velho pregão de fazer cada vez mais com cada vez menos. Competências individuais, gerenciais e funcionais estão sendo cada vez mais valorizadas no mercado, pois são a base das competências empresariais e constituem além dos produtos e serviços, métodos e processos e outros ativos fundamentais a sua principal vantagem competitiva. Lembre-se do velho ditado: quem não tem competência não se estabelece.

Convergência é fundamental para obter foco em qualquer negócio. Mas ela costuma trazer junto o pensamento coletivo e de acomodação. Parece paradoxal, e é, mas é preciso também sair da caixa e estimular o pensamento divergente para alcançar imaginação e criatividade e, com isso, provocar idéias que tragam inovação. A cultura corporativa deve permitir flexibilidade na maneira como as pessoas pensam e agem, como elas se relacionam entre si e com o seu trabalho. Criatividade significa muito mais do que simplesmente quebrar regras vigentes. A criatividade conceitual – aquela que gera idéias que mudam conceitos e práticas – somente existe e funciona quando as pessoas possuem as seguintes características:

  • Fluência: representa a quantidade ou volume de idéias geradas.
  • Flexibilidade: é a capacidade de pensar em várias e diferentes direções.
  • Originalidade: é a habilidade de gerar idéias novas, especiais e originais.
  • Relevância: é a chave da diferença entre criatividade artística e a criatividade conceitual. A criatividade conceitual deve ter fluência, flexibilidade e originalidade, mas deve também identificar e produzir uma solução relevante e importante para um problema existente. Se não as pessoas serão apenas criadores artísticos preocupados com meras formalidades ou perfumarias. Em geral, as empresas se concentram em criadores artísticos e ignoram os criadores conceituais.
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Toda essa formidável inteligência coletiva precisa ser devidamente identificada, localizada, aproveitada e posta em marcha para proporcionar as mudanças dentro de nossas empresas e ao longo dos sistemas sociais.

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